Cursinho Solidário abre inscrições para Superintensivo

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Curso preparatório para vestibular e Enem acontece de 11 de setembro a 24 de novembro

As inscrições para o Cursinho Solidário abrem na próxima segunda-feira (26) e seguem até 16 de julho. O projeto é voltado a estudantes de baixa renda que estão cursando ou já concluíram o terceiro ano do Ensino Médio, provenientes de escolas públicas, que pretendem prestar vestibular neste ano. Apoiado pelo Curso Positivo, Instituto Positivo (IP), UTFPR, e com dezenas de professores voluntários, o projeto oferece 100 vagas para um curso preparatório isento de mensalidade, com aulas de 11 de setembro a 24 de novembro.

Idealizado e coordenado pela ONG Formação Solidária, o cursinho existe há 14 anos. A metodologia utilizada é a do Sistema Positivo de Ensino, com material subsidiado pela Editora Positivo. As aulas acontecem na sede Batel do Curso Positivo e na UTFPR, no centro de Curitiba – de segunda a sexta-feira, das 18h45 às 22h20 e aos sábados, das 7h30 às 12h.

Em 2017, o Cursinho Solidário obteve o maior número de aprovados em vestibulares dos últimos anos. Ao todo, foram cerca de 240 aprovações para o Ensino Superior – destes, 163 na Universidade Federal do Paraná (UFPR). Desde o início do projeto, já foram mais de 1.200 aprovados em vestibulares. O coordenador geral da Comissão de Seleção e Acompanhamento Formação Solidária, Elias Bonfim, comemora as aprovações. “É uma conquista dos alunos. Sem o esforço e dedicação de cada um deles, não teríamos esse resultado”, destaca.

As inscrições custam R$ 50,00 e podem ser feitas até 16 de julho pelo site www.cursinhosolidario.org.br. A seleção dos candidatos é realizada em duas fases: uma prova, no dia 13 de agosto, com conteúdos gerais do primeiro e segundo anos do Ensino Médio, e uma entrevista socioeconômica, no dia 26 de agosto, com assistentes sociais, que vão selecionar os candidatos com maior vulnerabilidade. Mais informações pelo telefone (41) 3234-2363.

Serviço

Cursinho Solidário

Datas:

Inscrições até 16/071607/2017

Primeira fase: 13/08/2017

Segunda fase: 26/08/2017

Início das aulas: 11/09/2017

Inscrições: R$ 50,00

Taxa de matrícula: R$ 125,00

Material didático: R$ 150,00 (parcela única)

Mensalidade: gratuita

Informações e inscrições: www.cursinhosolidario.org.br e (41) 3234-2363

Sobre o Instituto Positivo

O Instituto Positivo (IP) foi criado em 2012 e atua como gestor do Investimento Social Privado do Positivo. A principal vocação do Instituto – a Educação – comunga com a do Grupo como um todo. Assim, desde 2015, o IP passou a instituir como prioridade de ação o fortalecimento e a melhoria da educação básica brasileira. Para atingir seus propósitos, o Instituto Positivo se beneficia das competências adquiridas pela longa trajetória do Grupo Positivo, como a extensa e qualificada rede de parceiros. Os relatórios de sustentabilidade do Grupo Positivo, que mostram a estratégia de gestão dos temas mais relevantes em que a instituição atua, podem ser visualizados no site positivo.com.br/instituto/sustentabilidade.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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