Curso aborda funcionalidades do Snapchat para empresas

Curitiba recebe o encontro no dia 21 de janeiro

O Snapchat é a mídia social que mais cresce entre o público jovem no Brasil e no mundo. O aplicativo, que atingiu mais de 100 milhões de usuários, é uma rede para troca de fotos, textos e vídeos de até 10 segundos, enviados para o grupo de seguidores de forma privada ou não com legendas, desenhos, emoticons e que em seguida se “autodestroem”.
Grandes marcas como National Geographic, MTV, Yahoo News e CNN já apostam na plataforma para se relacionar com o seu público. E não é por menos, segundo os dados do site PhotoWorld, o Snapchat atingiu a marca de quase 9 mil fotos compartilhadas por segundo, volume maior do que o WhatsApp, Instagram e Facebook.
Para ajudar no processo de construção de conteúdo no aplicativo, acontece na próxima semana, dia 21 de janeiro, o curso “Nos bastidores do Snapchat: nude e negócio”, no Nex Coworking Batel.  “O que começou com uma brincadeira de adolescente, hoje virou coisa séria e cada vez mais as empresas estão enxergando a oportunidade de fazer diferente e se relacionar de verdade com o público”, destaca a palestrante Priscila Milk.
Priscila já trabalhou com diversos clientes como analista de mídia social. Entusiasta do Snapchat no Brasil, estudou os principais cases nacionais e internacionais de como utilizar a ferramenta e suas possibilidades para o marketing. “A maior diferença para outras mídias sociais é que o Snapchat te faz valorizar o agora, mostra que o presente já é bom o suficiente”, afirma Priscila.
O curso ainda conta com a participação de André Telles, autor dos livros “Geração Digital (2008)”, “A Revolução das Mídias Sociais (2010)” e o “Empreendedor Viável” (2013) e palestrante do curso “Marketing de Conteúdo em Mídias Sociais” que já teve três edições.
Dentre os temas abordados estão as funcionalidades do Snapchat, cases nacionais e internacionais e estratégias para marcas na utilização do aplicativo. Na sequência, a palestrante aborda técnicas de produção de conteúdo para gerar engajamento e dicas da ferramenta, assim como a relação entre marca e consumidor.
 
Serviço
Curso “Nos bastidores do Snapchat: nude e negócios”
Data: 21 de janeiro (quinta-feira), às 19h30
Local: Nex Coworking Batel (Rua Francisco Rocha, 198, Batel – Curitiba – PR)
Informações e inscrições: http://bit.ly/1URRZrz
Investimento: R$120

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Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. 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