Decoração natural promove bem-estar e ainda embeleza o ambiente

Uso de plantas e flores em ambientes internos aumenta bem-estar, produtividade e criatividade; arquiteta dá dicas de como usufruir da primavera

Primavera chegou para valer e, com ela, uma decoração colorida e cheirosa. Mas você sabia que, além de uma estética bonita, a decoração natural reflete diretamente no bem-estar, reduz o estresse e a ansiedade, além de melhorar a disposição e criatividade? Pois bem, um exemplo vem do Global Impact of Biophilic Design in the Workplace, estudo desenvolvido pela Interface com a análise de 7,6 mil postos de trabalhos em 16 países. Os resultados mostraram que a biofilia (termo descrito nos anos 80 pelo biólogo americano Edward Osborne Wilson, como “amor às coisas vivas”) em ambientes de escritório aumenta em   6% a produtividade, 15% a sensação de bem-estar dos ocupantes e 15% a criatividade.

Pensando em aliar estética e promover bem-estar, Cristina Cardoso, arquiteta dos apartamentos decorados da Yticon, construtora do Grupo A.Yoshii, preparou uma série de dicas para aproveitar ao máximo o que a estação oferece, seja na decoração ou no conforto do lar. Basta usar a criatividade e um pouco de imaginação. Segundo ela, para começar, o ideal é incorporar as flores, folhas e plantas que trazem mais vida aos ambientes, ao mesmo tempo que melhoram a qualidade do ar, pois aumentam a umidade do local. Tão simples e eficaz quanto, a profissional sugere a utilização de tecidos mais leves e cheios de cor, bem típicos da primavera. Confira mais dicas.

Plantas e flores naturais

As plantas e flores naturais têm o papel fundamental de deixar um ambiente primaveril e fresquinho. Seja dentro ou fora de casa, elas ajudam a renovar o ar, a manter a umidade, além de serem bonitas e perfumadas. “Nas varandas, a dica é investir em vasos de diferentes alturas, preferencialmente feitos em cerâmica, que mantêm por mais tempo a umidade da terra, ajudam a filtrar o sol e levam frescor para dentro de qualquer lugar.” O perfume das plantas pode ser realçado por aromatizadores. Na primavera, a orientação é usar aromas mais leves e cítricos, que podem ser estendidos ao verão.

As flores e plantas, em sua maioria, preferem lugares com sombras, porém, iluminados, ou seja, sem luz direta do sol. Além disso, elas também têm papel fundamental para manter o ambiente mais fresco – ideal para os dias mais quentes – e conferem muito estilo ao cômodo. Por isso, para deixar a sala de estar ainda mais sofisticada, o uso de vasos é uma excelente opção que transforma o ambiente, sejam eles coloridos ou mais discretos, dando maior destaque para a planta em si.

Já nos quartos, pensando no aconchego, vários estudos comprovam que há flores e plantas que podem auxiliar até mesmo na qualidade do sono e deixar seu espaço particular mais relaxante, além de bonito. “Ter uma boa noite de sono é essencial e algumas têm efeito direto no humor, raciocínio e produtividade. As plantas auxiliam também nos problemas de respiração, visto que purificam o ar.”

Decoração Florida

Na decoração, nem sempre é fácil mudar a cor de um sofá, por exemplo. No entanto, as almofadas, roupas de cama e objetos podem e devem ser trocados conforme a época do ano para proporcionarem um ambiente mais adequado à temperatura atual. “As mantas de tricô e pelegos dão lugar ao algodão, com estampas floridas e suaves. Com criatividade, é possível transformar a casa de acordo com a temporada sem gastar muito”, exemplifica a arquiteta. Nesse sentido, quando possível, a recomendação é também substituir ou retirar os tapetes do ambiente para deixar o piso mais arejado. “Seja porcelanato, vinílico ou laminado de madeira, pode-se colocar tapetes menores, de tecidos mais finos e naturais para que o ambiente fique mais aconchegante.”

Cheiros e aromas

Grande parte das famílias têm aquela receita gastronômica clássica ou aquele perfume característico que transporta todos para momentos festivos. Então, por que não trazer esse perfume para a decoração? Entram nessa lista, a canela ou a baunilha, o cheiro de pinheiro fresco ou as flores que decoram a casa. Outros aromas refrescantes, como ervas frescas da horta, também podem ser usados, como alecrim, louro e limão. “Essas ervas são aromatizadores de ambiente. Velas e sachês também são opções para ambientar o lar com o clima da primavera.”

Gardens em apartamentos

Saber organizar a decoração de um garden – pequena área verde em apartamentos térreos – é fundamental para que este proporcione conforto. Por isso, planejar quais materiais, plantas e demais objetos serão utilizados auxilia a preencher o espaço. Para quem gosta de cuidar do jardim, o cultivo de gramas e forrações verdes é uma opção fácil e acessível, mas deve ser feita com cuidado. “Algumas se desenvolvem melhor em sol pleno, então, se houver muitas árvores ou regiões sombreadas por muros – ou até mesmo a sombra projetada do próprio edifício na maior parte do dia -, o ideal é dar preferência a forrações de sombra, como heras, grama amendoim, entre outras”, explica.

Plantas desidratadas

Aos poucos, as plantas secas e desidratadas foram conquistando um espaço especial na decoração dos ambientes. Ao combinar beleza, durabilidade e quase nenhuma necessidade de cuidado com manutenção, os arranjos secos incorporam um visual bucólico, rústico e conceitual, conferindo personalidade à decór do lar sem necessidade de cultivo cuidadoso. “Esses arranjos são plantas naturais que passaram por um processo de desidratação, perderam toda a sua água e não se deterioram tanto com o passar do tempo. Os arranjos secos são uma alternativa interessante de introduzir elementos naturais ao lar de forma duradoura e sem a necessidade de manutenções.”

Cultivo de ervas

Seja em casa ou apartamento, ter um espaço, nem que seja pequeno, para plantar e cultivar seus próprios alimentos é uma ótima ideia, que pode auxiliar numa alimentação mais saudável e prática. Juntando o útil ao agradável, o cultivo de ervas na cozinha ou na sacada – com a criação de pequenas hortas – se torna uma excelente ideia e alternativa sustentável. “Essa é uma alternativa simples, de investimento baixíssimo, mas que traz inúmeros benefícios à estética do ambiente e saúde da família.”

Banheiros

Por fim, para os banheiros e lavabos, onde dificilmente há forte incidência de luz, existem plantas que conseguem se adaptar mais facilmente nesses lugares. As plantas naturais dão um toque especial a esse ambiente, trazendo mais cor, perfume e frescor. “Nesse caso, são indicadas espécies que se desenvolvem bem em áreas internas, sem incidência de sol direto, mas com boa iluminação e ventilação, como as suculentas, dinheiro em penca, jiboia, entre outras”, sugere. As plantas naturais desidratadas, ainda de acordo com a arquiteta, são ótimas opções para quem quer manter a aparência mais natural sem se preocupar com os cuidados, regas e limpeza do local. “Nessa opção, podem ser adicionadas essências de qualquer aroma, o que deixa o ambiente perfumado e sem o cheiro forte de produtos de limpeza”, atenta.

 

Sobre a Yticon Construção e Incorporação

A Yticon é uma construtora e incorporadora que atua há mais de doze anos nas cidades de Londrina, Maringá e Cambé, no Paraná, além de Presidente Prudente e Campinas, em São Paulo. A empresa do Grupo A.Yoshii desenvolve empreendimentos econômicos, localizados em regiões de potencial valorização, especialmente para quem quer conquistar o primeiro imóvel. A Yticon já construiu mais de 5,9 mil unidades, todas entregues rigorosamente no prazo, somando mais de 550 mil metros quadrados de área construída. Mais informações: www.yticon.com.br.

 

Sobre o Grupo A.Yoshii

Fundado há mais de 55 anos, o Grupo A.Yoshii já construiu mais de 2 milhões de metros quadrados do Sul ao Nordeste do Brasil, entre obras industriais, edifícios corporativos e residenciais, escolas, universidades, teatros e centros esportivos. É composto pela A.Yoshii Engenharia, com sólida atuação em construções de edifícios residenciais e comerciais de alto padrão em Londrina, Maringá, Curitiba e Campinas; pela Yticon Construção e Incorporação, que realiza empreendimentos econômicos, localizados em regiões de potencial valorização em municípios do Paraná; e pelo Instituto A.Yoshii, voltado para a inserção social e a democratização cultural. Além disso, atua em Obras Corporativas, atendendo grandes corporações em suas plantas industriais, nos mais variados segmentos da economia, como papel e celulose, alimentício, químico, agronegócio, energia, assim como usinas sucroalcooleiras, centros logísticos, plantas automobilísticas, entre outros. Mais informações: www.ayoshii.com.br.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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