Deville Prime Campo Grande em contagem regressiva para Dia dos Pais

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Além do cardápio exclusivo, hotel preparou descontos especiais nas diárias

Qual o melhor presente para o Dia dos Pais? Um café da manhã de hotel, um almoço especial ou um dia de descanso? A proposta do Deville Prime Campo Grande é oferecer tudo isso. E ao mesmo tempo. O hotel de luxo está com uma programação diferenciada para este fim de semana dos pais.
A começar pelas diárias, que estão com valores diferenciados entre 12 e 14 de agosto – a partir de R$ 242,00, mais 5% de taxas. Quem não pretende se hospedar, pode optar apenas pelo tradicional almoço, que contempla diversos sabores. O cardápio preparado pelo chef José Cedres contará com snacks, aperitivos, entrada, prato principal e sobremesa.
Para começar, será servido um mix de pães e torradas com mousse de berinjela defumada, chips de mandioca e batata doce, além de Mini Wonton crocante de queijo Brie com chutney de tomate e um ragout de cordeiro braseado.
A entrada será uma salada de rúcula com queijo gorgonzola e peras. O primeiro prato um risoto de cogumelos com alho negro, que precede as duas opções principais: medalhão de filé mignon em leito de purê de mandioquinha com mil folhas de aipim e cebolinhas pérola ao balsâmico ou filé de pintado ao molho de camarões com batata rosti e legumes grelhados.
Para fechar o menu, que custa R$ 64 por pessoa (sem bebidas inclusas), o chef vai preparar uma Pavlova de frutos vermelhos. Ele lembra que, para harmonizar com os pratos, estão disponíveis vários rótulos de champanhes, espumantes, vinhos brancos, tintos e de sobremesa, além de diversas opções de drinques com e sem álcool.
Além do almoço, o hotel irá preparar também um café da manhã diferenciado, ao custo de R$ 49,00, por pessoa. O menu contempla diversas opções de frutas, pães, queijos, embutidos, cereais, além de pratos quentes, como os tradicionais ovos mexidos e os omeletes e as delícias regionais.
 
Serviço:
Cardápio especial de Dia dos Pais 2016 no Hotel Deville Prime Campo Grande
Valores
Almoço: R$ 64,00, por pessoa, sem bebidas inclusas (Crianças até 6 anos pagam 50% do valor e menores de 5 anos não pagam).
Café da manhã: R$ 49,00, por pessoa (Crianças até 6 anos pagam 50% do valor e menores de 5 anos não pagam).
Informações e reservas: (67) 2106 4600 ou 0800 703 1866.
 
SOBRE O HOTEL
O Deville Prime Campo Grande é um hotel de luxo localizado em área nobre da capital sul-mato-grossense – na Av. Mato Grosso, esquina com a Via Parque, próximo ao Parque das Nações Indígenas. A nova unidade, inaugurada em 2015, conta com 193 apartamentos e 3 suítes, totalizando 196 unidades habitacionais distribuídas em dez andares. O hotel possui sete salas de eventos, com capacidade total para 650 pessoas, além de piscina externa, restaurante com 188 lugares, bar, business center e academia de ginástica.
 
O GRUPO
A Rede Deville começou suas atividades com o Hotel Deville Colonial, no centro de Curitiba. Desde então, vem crescendo e se consolidando como um dos principais grupos hoteleiros do país. Atualmente, atua como operador e investidor nas regiões Sul, Sudeste, Centro Oeste e Nordeste, com nove hotéis, aproximadamente 1.500 acomodações e mais de 1.100 funcionários. Administra o São Paulo Airport Marriott Hotel (SP), Deville Prime Salvador (BA), Deville Prime Cuiabá (MT), Deville Prime Porto Alegre (RS), Deville Business Curitiba (PR), Deville Business Maringá (PR), Deville Express Cascavel, Deville Express Guaíra (PR) e o novo Deville Prime Campo Grande (MS).

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*por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas Existe uma força de trabalho em transformação, e as habilidades necessárias para atuar em um mundo permeado por IA ainda estão sendo construídas — muitas delas nem sequer possuem nome ou classificação formal em códigos ocupacionais. Apesar da velocidade de adoção, existe uma contradição: o volume de investimento em IA nas empresas é desproporcional aos resultados efetivamente colhidos. Parte do problema está em tentar aplicar IA a processos que já não fazem mais sentido, em vez de repensar os fluxos de trabalho antes de automatizá-los. 88% das organizações usam IA em ao menos uma função, mas apenas 39% reportam qualquer impacto no EBIT — e a McKinsey estima que ~75% dos cargos precisam de reformulação fundamental. A adoção aconteceu; o redesenho do trabalho, não. (dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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