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Dia da Indústria: setor alimentício mantém ritmo de produção e mostra importância durante pandemia

Postado no dia: 22 de maio de 2020
Dia da Indústria: setor alimentício mantém ritmo de produção e mostra importância durante pandemia
  1. No Paraná, a indústria de produtos suínos Alegra registrou um crescimento de 3% na produção no mês de abrilCréditos: Terra Verde Produtora

Processos precisaram ser revistos para garantir segurança de colaboradores; com retração no mercado nacional, parte da produção foi direcionada para a exportação

Em meio à pandemia e seus impactos, o Dia Nacional da Indústria (25/05) em 2020 traz ainda mais significado para o setor, com um cenário de adequação de perspectivas e muitas adaptações. Dados do IBGE, divulgados no último dia 14, mostram que a produção industrial teve retração de 9,1% no país em março, em comparação com o mês anterior. Foi a primeira vez em oito anos que o levantamento registrou queda em todos os 15 locais pesquisados. O mais próximo disso só havia acontecido durante a greve dos caminhoneiros em 2018, quando foi registrada retração em 14 dos 15 locais. No Paraná, a queda foi de 4,9%. 

E nos setores essenciais foram muitas mudanças de processos para continuar em atividade. A produção alimentícia é um exemplo que precisou adequar sua logística para seguir atendendo às demandas do mercado. No Paraná, a indústria de produtos suínos Alegra registrou um crescimento de 3% na produção no mês de abril, se comparado ao mesmo período de 2019. Para Neandro Gimenez Debeuz, gerente de Supply Chain da Alegra, o equilíbrio na produção ocorreu devido ao redirecionamento das vendas. “A pandemia causou uma retração de cerca de 30% no mercado nacional, por isso, parte deste volume foi redirecionado para o mercado internacional, que apresentou um aumento de demanda. Na Alegra, 20% da produção foi realocada para a exportação”, conta. 

Um dos reflexos da continuidade das atividades essenciais foi a necessidade de realizar contratações nesses setores. “Com a manutenção da produção e também a urgência de incluirmos novos procedimentos de segurança e cuidados na fábrica, contratamos 52 colaboradores em regime de trabalho temporário, além de uma equipe de oito profissionais para coleta de temperatura e ainda terceiros para limpeza e desinfecção da indústria”, explica o especialista em gestão de pessoas da Castrolanda, Ray Charlys Torres. Além disso, a empresa aderiu ao movimento #NãoDemita, que garantiu a permanência de mais de 1.500 colaboradores em seus postos de trabalho.

Para manter o ritmo com segurança, a Alegra também fez a implementação de novos processos de higiene e cuidados com os colaboradores como instalação de uma cabine de nebulização para desinfecção dos funcionários, verificação da temperatura de todos diariamente, adoção de tapetes sanitizantes de calçados na entrada e saída da indústria, aumento do número de ônibus para o deslocamento, retirada de bandejas dos refeitórios, distribuição de kits individuais de talheres e entrega de frascos individuais de álcool gel 70%. Além disso, foram suspensas as reuniões presenciais, visitas aos fornecedores, implementado o sistema de trabalho remoto para todos setores indiretos e feita a liberação dos colaboradores que estão no grupo de risco para o isolamento social.

Sobre a Alegra

A indústria de alimentos Alegra é a união das cooperativas de origem holandesa, Frísia, Castrolanda e Capal, que constituem o grupo Unium. Uma empresa que combina condições de trabalho ideais aliando tecnologia, equipamentos de última geração, preocupação com o bem-estar dos animais e sustentabilidade em seu parque industrial, sempre primando pela excelência em seu produto final, que utiliza as melhores carnes suínas.

Em 2017, a marca conquistou o reconhecimento internacional quanto às Práticas de Bem- estar Animal no abate, tornando-se a primeira planta brasileira a receber essa certificação em bem-estar suíno, pela WQS. Mais informações em www.alegrafoods.com.br.

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