Dia das Crianças com atrações especiais em Salvador

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Com uma mistura de praia, alegria e diversão, Salvador é um destino que agrada muita gente, inclusive os pequenos. A capital baiana possui muitos programas para serem feitos em família e que terão um incremento neste ano, durante o Dia das Crianças (12 de outubro) – mesma data do feriado de Nossa Senhora de Aparecida, que cairá numa quarta-feira.
O Deville Prime Salvador estará com uma programação especial, inclusive para quem pretende “esticar a semana” e prolongar a festa. De brincadeiras a atividades artísticas, o hotel, que dispõe de completa infraestrutura e ampla área verde, terá opções de lazer para toda a família no dia 12 de outubro.
Além do Kids Club, campo de futebol, quadras de tênis, academia, piscinas e sala de jogos, o Deville terá oficinas de pintura, cama elástica, fazenda celeiro, passeio de charretes com pôneis e atividades recreativas coordenadas por monitores.
A programação poderá ser usufruída por hóspedes e também por quem optar pelo Day Use, que custa a partir de R$ 400,00, para um adulto e uma criança, incluindo todas as atividades, almoço e bebidas, das 12 às 15h. Além disso, será servido um lanche da tarde, das 15h30 às 17h, com guloseimas que as crianças adoram: mini pasteis, coxinha, batata frita, brigadeiro, beijinho e mini cupcake.
No período, o hotel também estará com tarifas diferenciadas de hospedagem para quem pretende estender o feriado. Mais informações e reservas: (71) 2106-8500, 0800 703 1866 e www.deville.com.br.
 
Serviço:
Dia das Crianças no Hotel Deville Prime Salvador
Data: 12 de outubro
Valores Day Use (das 9h30 às 17h): R$400,00 para um adulto e uma criança, R$550,00 para dois adultos e uma criança e R$ 650,00 para dois adultos e duas crianças. Valores com taxas inclusas e válidos para crianças menores de 15 anos.
Endereço: Rua Passárgada, S/N – Itapuã – Salvador.
Informações e reservas: (71) 2106-8500, 0800 703 1866 e www.deville.com.br
 
O HOTEL
Primeira unidade da Rede de Hotéis Deville no Nordeste, o Deville Prime Salvador (BA) é um dos hotéis mais completos da capital baiana. Oferece infraestrutura de serviços e lazer, com 206 apartamentos e suítes, Centro de Convenções com capacidade para 1.500 pessoas e ampla área verde. Localizado na praia de Itapuã, a dez minutos do Aeroporto Internacional Deputado Luís Eduardo Magalhães e próximo às melhores praias de Salvador, o hotel possui piscinas, pista de caminhada, academia de ginástica, quadras de tênis, campo de futebol, dois restaurantes, loja de conveniência, agência de turismo – que oferece diversas opções de passeios – e diversos outros atrativos.
 
O GRUPO
A Rede Deville começou suas atividades com o Hotel Deville Colonial, no centro de Curitiba. Desde então, vem crescendo e se consolidando como um dos principais grupos hoteleiros do País. Atualmente, atua como operador e investidor nas regiões Sul, Sudeste, Centro Oeste e Nordeste, com nove hotéis, 1.479 acomodações e mais de 1.100 funcionários. Administra o São Paulo Airport Marriott Hotel (SP), Deville Prime Campo Grande (MS), Deville Prime Cuiabá (MT), Deville Prime Porto Alegre (RS), Deville Prime Salvador (BA), Deville Business Curitiba (PR), Deville Business Maringá (PR), Deville Express Cascavel (PR), Deville Express Guaíra (PR).

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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