Dia das Mães: Restaurantes de Cuiabá já começam a receber reservas

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Refeições fora de casa viraram opções de presente para a data

O Dia das Mães é a segunda data com a maior movimentação comercial em Cuiabá (MT), perdendo apenas para o Natal. Os dados são da Câmara de Dirigentes Lojistas da capital mato-grossense, que aposta em um aumento de vendas neste ano. Segundo o superintendente da entidade, Fábio Granja, como as taxas de juros têm baixado e setores como construção civil têm aumentado suas demandas, a expectativa de negócios é boa. “Por isso, é importante que os lojistas criem mecanismos para atrair o cliente até suas lojas”, destaca.
Os restaurantes também esperam faturar bem no dia, já que muitas famílias optam por fazer refeições especiais para homenagear as matriarcas. O Restaurante Ventanas, localizado no Deville Prime Cuiabá, é um deles: já abriu as reservas para o almoço especial de Dia das Mães.
A aposta do hotel para este ano são os pratos a la carte, oferecendo três opções para escolha, além de ilha de saladas e entradas. “Assim, garantimos agilidade e um atendimento mais personalizado”, adiciona o gerente. O Bacalhau Gomes de Sá é um dos pratos para a data: feito com lascas de bacalhau, tem como complemento batatas, azeitonas pretas e ovos ao azeite. Já o Mignon com Crosta de Funghi tem como acompanhamento uma musseline de batata baroa, crocante de parma e vegetais verdes. O terceiro prato disponível é o Galeto Assado, com aroma de mostarda dijon ao molho de tomilho, que tem como acompanhamento um talharim ao pesto de manjericão.
O almoço especial será servido no dia 13 de maio (domingo), do meio-dia às 15h50. Serão disponibilizadas apenas 80 refeições ao custo de R$ 85 (mais taxas), sendo que crianças até cinco anos não pagam e as entre seis e 12 anos pagam metade do valor. Água e refrigerantes estão inclusos no valor, mas as bebidas alcoólicas são cobradas à parte. Para proporcionar ainda mais facilidade, o estacionamento será cortesia. Mais informações e reservas: (65) 3319-3000 ou supervisorguest.cgb@deville.com.br.
Dia das Mães no Deville Prime Cuiabá

Data: 13 de maio (domingo)
Horário: das 12h às 15h40
Local: Deville Prime Cuiabá – Restaurante Ventanas (Avenida Isaac Povoas, 1.000 – Cuiabá – MT)
Valor: R$ 85 (mais taxas).
Crianças de até cinco anos não pagam e de seis a 12 anos pagam metade do valor
 
O HOTEL
Com uma localização estratégica, o Deville Prime Cuiabá está no melhor bairro da capital mato-grossense. Uma referência em hospedagem, o hotel dispõe de excelente estrutura e serviços especiais para garantir a melhor estada para o hóspede que está a trabalho ou a lazer. A infraestrutura contempla salas de reuniões e eventos, piscina, academia, unidade da rede de spas Shishindo, loja com produtos regionais, entre outros atrativos.
O GRUPO
A Rede Deville começou suas atividades com o Hotel Deville Colonial, no centro de Curitiba. Desde então, vem crescendo e se consolidando como um dos principais grupos hoteleiros do País. Atualmente, atua como operador e investidor nas regiões Sul, Sudeste, Centro Oeste e Nordeste, com nove hotéis, aproximadamente 1.500 acomodações e mais de 1.100 funcionários. Administra o São Paulo Airport Marriott Hotel (SP), Deville Prime Campo Grande (MS), Deville Prime Cuiabá (MT), Deville Prime Porto Alegre (RS), Deville Prime Salvador (BA), Deville Business Curitiba (PR), Deville Business Maringá (PR), Deville Express Cascavel (PR) e Deville Express Guaíra (PR). 

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*por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas Existe uma força de trabalho em transformação, e as habilidades necessárias para atuar em um mundo permeado por IA ainda estão sendo construídas — muitas delas nem sequer possuem nome ou classificação formal em códigos ocupacionais. Apesar da velocidade de adoção, existe uma contradição: o volume de investimento em IA nas empresas é desproporcional aos resultados efetivamente colhidos. Parte do problema está em tentar aplicar IA a processos que já não fazem mais sentido, em vez de repensar os fluxos de trabalho antes de automatizá-los. 88% das organizações usam IA em ao menos uma função, mas apenas 39% reportam qualquer impacto no EBIT — e a McKinsey estima que ~75% dos cargos precisam de reformulação fundamental. A adoção aconteceu; o redesenho do trabalho, não. (dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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