Dia de Cooperar: Sicredi distribui parte das sobras para entidades carentes de São Paulo

Instituições de São José do Rio Preto, Tanabi, Catanduva e Mirassol serão beneficiadas; cooperados que contratarem débito automático e poupança podem contribuir com a ação social

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Os associados que contratarem débito automático e poupança na Sicredi Noroeste SP em maio e junho vão contribuir com entidades sociais da área de atuação da cooperativa, A ação faz parte do Dia C, o Dia de Cooperar, comemorado em 6 de julho. Trata-se de uma iniciativa nacional coordenada pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), propondo ações de responsabilidade social por meio das cooperativas em todo o País.
No caso da Sicredi Noroeste SP, parte do valor ao qual a cooperativa teria direito na contratação desses serviços será revertido a quatro instituições beneficentes de sua área de atuação. O propósito é contribuir com a doação de alimentos e leite para as instituições Maria Peregrina (São José do Rio Preto), Raios de Luz (Tanabi), Corujas do Bem (Catanduva) e Fundação Cândido Brasil Estrela (Mirassol).
“Dessa vez, não serão os associados os responsáveis pela doação para as entidades. A própria cooperativa abrirá mão de parte de seus recursos para beneficiar a comunidade”, afirma o presidente da Sicredi Noroeste SP, José Carlos Afonso Cuginotti. “Temos certeza de que, desta forma, estamos cumprindo com um dos objetivos da cooperativa, que é o justamente de organizar atividades econômicas e sociais em prol das pessoas de nossa comunidade”, ressalta.
 
No ano passado
Em 2018, o Dia C beneficiou mais de 2,2 milhões de pessoas. Ao todo, 1.706 cooperativas, incluindo as pertencentes ao Sicredi, participaram da iniciativa, somando 120 mil voluntários. Os projetos devem visar à melhoria da qualidade de vida, da saúde, da educação e do meio ambiente, alinhando-se aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, definidos pela Organização das Nações Unidas (ONU).
 
Sobre o Sicredi
O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.600 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br)
*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. 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