Dia do Voluntário é comemorado em todo o Brasil

Instituto dá dicas para quem deseja tornar-se voluntário, mas não sabe por onde começar

O Dia do Voluntário é comemorado no Brasil em 28 de agosto. A data alerta para a importância do voluntário num país em desenvolvimento, como o Brasil, e lembra os benefícios à sociedade e também a quem pratica o voluntariado. De acordo com a coordenadora de Responsabilidade Social do Instituto Positivo, Cristiane Fonseca, pessoas que se dedicam a atividades voluntárias têm mais autoestima, satisfação pessoal, trabalham melhor em equipe  e ampliam o networking.
Mas então por que o brasileiro não se dedica ao trabalho voluntário? Uma pesquisa da Fundação Social Itaú mostrou que apenas 3 em cada 10 brasileiros já realizaram alguma ação voluntária na vida. O principal motivo alegado para não entrar nessa estimativa é a falta de tempo, seguida pela falta de convite, por nunca terem pensado nessa possibilidade e por não saberem onde obter informações a respeito. Se você conseguir dedicar alguns minutos da sua semana para doar em benefício de algum projeto, Cristiane dá algumas dicas para você tornar-se um voluntário:
1 – Reflita sobre o que gosta de fazer
Escolher um trabalho sem remuneração leva as pessoas a investirem seu tempo em coisas que realmente lhes interessam. Você pode descobrir um talento que nem mesmo você sabia por ajudar os outros. Feche os olhos e pense o que você gostaria de fazer para o resto da vida se não precisasse ganhar dinheiro. É importante que o voluntário encontre prazer na atividade escolhida.
2 – Procure uma causa, projeto ou organização na qual você acredite
Você prefere trabalhar com crianças, idosos, adolescentes ou com alguma causa específica como garantia de direitos, educação, qualidade de vida, meio ambiente, etc.? Essa é uma boa reflexão na hora de escolher onde atuar. Escolha lugares onde você acredita que vai fazer a diferença.
3 – Envolva sua família
Solidariedade se ensina com o exemplo. Então, que tal dedicar o tempo em família para, juntos, praticarem uma atividade voluntária? Com certeza, o tempo em família terá muito mais sentido.
4- Visite a organização social, dialogue conheça o seu propósito
Observe se sente-se à vontade e consegue contribuir. Isso diminui a chance de desistir no futuro.
5- Valorize e avalie constantemente sua ação e o benefício causado por ela
 
Sobre o Instituto Positivo
Alinhado à estratégia de sustentabilidade e em consonância com a principal vocação do Grupo Positivo, o Instituto Positivo tem a Educação como foco prioritário. Ele articula e promove iniciativas que contribuam para o aumento da qualidade da educação básica do país, direcionando os seus investimentos para ações sustentáveis e estruturantes. O IP atua por meio de três frentes:Fortalecimento da Gestão Municipal para a Educação, Produção e Disseminação de Conhecimento e Mobilização Social Estruturada.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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