Dia dos Namorados: casais evitam restaurantes e optam por presentes mais econômicos

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No Dia dos Namorados de 2020, jantares e comemorações fora de casa não fazem parte dos planos da maioria dos casais por conta da pandemia do novo coronavírus, mas a troca de presentes será mantida. Segundo pesquisa realizada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Paraná (Fecomércio PR), realizada entre os dias 13 e 29 de maio, 50,9% dos apaixonados estão decididos a comprar presentes, apesar da crise – número inferior à pesquisa de 2019.

Para a data não passar em branco e para que a necessidade do isolamento social não seja um obstáculo, o Ventura Shopping está oferecendo descontos em diversos itens e a retirada das compras também no formato drive-thru. Mais de 40 lojas de segmentos como vestuário, calçados, acessório e tecnologia estão com essa entrega diferenciada. As lojas participantes e formas de pagamento podem ser conferidos no site do empreendimento

“Além das facilidades de compras, criamos a “Vitrine de Ofertas” em nosso site. Um novo canal de divulgação, onde os clientes têm opções de verificar as redes sociais do lojista e entrar em contato diretamente pelo WhatsApp para finalizar a compra”, conta a gerente de marketing do Ventura Shopping, Daniela Leal.

O estudo aponta, ainda, que o tíquete médio do presente neste Dia dos Namorados será de R$ 133,51, mas boa parte dos casais (42,2%) está  disposta a gastar até R$ 100,00. O Ventura selecionou algumas opções de presentes que podem ser adquiridos por até esse valor:

Na Extremité Perfumes, é possível encontrar fragrâncias nos valores de R$ 59,90 e R$ 69,90, como Vodka Love 100 ml e a Linha Cristopher Dark 600ml. A Studio Z, uma das principais marcas de calçado do conceito “fast fashion” do Brasil, oferece em sua loja do Ventura tênis casual e scarpin Gabriela por R$ 89,99, cada. Na loja Camilu, voltada ao público feminino, blusas e cardigans de fio custam R$ 29,90 cada, e colete de nylon forrado dupla-face pode ser encontrado por R$ 69,90.

Na Casual Bolsas diversos modelos femininos estão sendo vendidos por R$ 89,99, e a carteira masculina em couro por R$ 55. O kit Anni do Boticário, com desodorante colônia 100ml + Boticollection sabonetes perfumados (5 unidades de 80g cada), sai por R$ 99,90. Outro presente igualmente especial é o par de alianças moeda antiga 4mm da Total Glitter, que tem preço especial neste Dia dos Namorados: R$ 90.

Sobre o Ventura Shopping

Considerado o maior shopping de descontos de Curitiba, o Ventura Shopping possui mais de 200 lojas, incluindo as âncoras Lojas Americanas, Havan, Casa China, Studio Z, Sorama Móveis, Fatec e Ímpar Odonto – primeira clínica odontológica em um shopping center de Curitiba. Localizado no bairro Portão, o Ventura é administrado pelo Grupo Tacla Shopping – que possui outros sete empreendimentos no sul e sudeste – e JCR Empreendimentos. Mais informações: www.venturashopping.com.br 

Sobre o Grupo Tacla Shopping

Conglomerado com mais de 80 anos de tradição, experiência no varejo e referência no setor em todo país, o Grupo Tacla possui oito empreendimentos nos estados do Paraná, Santa Catarina e São Paulo, sendo eles: Catuaí Palladium Foz do Iguaçu (PR), Jockey Plaza Curitiba (PR), Palladium Curitiba (PR), Palladium Ponta Grossa (PR), Ventura Shopping Curitiba (PR), Itajaí Shopping (SC), Porto Belo Outlet Premium (SC) e Shopping Cidade Sorocaba (SP). Outras duas operações estão em fase de construção no Paraná: Citycenter Outlet, em Campo Largo, e Palladium Umuarama. Mais informações: www.taclashopping.com.br 

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*por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas Existe uma força de trabalho em transformação, e as habilidades necessárias para atuar em um mundo permeado por IA ainda estão sendo construídas — muitas delas nem sequer possuem nome ou classificação formal em códigos ocupacionais. Apesar da velocidade de adoção, existe uma contradição: o volume de investimento em IA nas empresas é desproporcional aos resultados efetivamente colhidos. Parte do problema está em tentar aplicar IA a processos que já não fazem mais sentido, em vez de repensar os fluxos de trabalho antes de automatizá-los. 88% das organizações usam IA em ao menos uma função, mas apenas 39% reportam qualquer impacto no EBIT — e a McKinsey estima que ~75% dos cargos precisam de reformulação fundamental. A adoção aconteceu; o redesenho do trabalho, não. (dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. 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