Dia dos Supermercados: pesquisa revela dificuldade dos consumidores para compreender rótulos dos alimentos

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Orgânico, integral, zero açúcar e sem glúten são exemplos de segmentações encontradas nas gôndolas e que podem gerar dúvidas no momento da compra

No dia 12 de novembro é celebrado o Dia Nacional dos Supermercados, local que reúne produtos para todos os gostos e necessidades. Contudo, nem todos os consumidores entendem de fato o que estão comprando. Segundo uma pesquisa publicada pela Revista Agropecuária Técnica (Agrotec), apesar de 60% dos entrevistados lerem os rótulos e verificarem a data de validade do produto no momento da compra, 70% deste grupo não sabe o que significa os principais termos técnicos presentes nos rótulos. A pesquisa também indicou que o comportamento é mais popular em consumidores com idade superior a 45 anos.

Segundo a engenheira de alimentos Melissa Gomide Carpi, as marcas têm um papel importante na conscientização do consumidor para uma compra responsável. “A linguagem técnica não pode ser predominante nos rótulos, mas é preciso seguir a legislação vigente. Precisamos destacar, de forma acessível, o que é mais relevante para o consumidor no momento da compra. As embalagens com cores diferentes para produtos em categorias diferentes são um exemplo de como podemos auxiliar o consumidor”, explica a gerente de inovação de produto da Jasmine Alimentos, empresa especializada em alimentos saudáveis.

Conheça algumas diferenças entre as categorias de alimentos encontradas nos supermercados:

Orgânico

Os alimentos orgânicos fazem parte de um sistema de produção sem utilização de agrotóxicos, adubos químicos ou substâncias sintéticas que causam prejuízos ao meio ambiente, com uso responsável dos recursos naturais. Os alimentos nessa categoria são mais sustentáveis e possuem ótimo valor nutricional.

Integral

Os alimentos integrais mantêm o grão mais próximo do seu natural, sem passar por processos químicos ou de refinamento, que fazem com que grande parte dos nutrientes seja perdida. Por isso, os alimentos desta categoria costumam ser muito mais nutritivos do que os refinados. 

Zero açúcar

Nesta categoria, os alimentos não possuem açúcar adicionado em sua composição e mesmo os açúcares naturais dos ingredientes são controlados. O açúcar é um carboidrato simples, que é rapidamente incorporado pelo organismo. O excesso da substância pode levar à hiperatividade, ao déficit de atenção e à sobrecarga do pâncreas, órgão produtor de insulina, o hormônio que leva o açúcar para as células. 

Sem glúten

O glúten é um composto de proteínas encontrado no trigo e em grãos, como a cevada e o centeio. Os alimentos sem glúten eliminam essa proteína, trazendo benefícios como melhora na digestão, redução de problemas intestinais e diminuição da fome e compulsão, por exemplo. 

Sobre a Jasmine Alimentos

A Jasmine Alimentos é uma empresa referência em alimentação saudável. Com produtos categorizados em orgânicos, zero açúcar, integrais e sem glúten, a marca visa atingir o público que busca alimentos saudáveis de verdade e qualidade de vida. A operação da Jasmine começou de forma artesanal no Paraná, há 30 anos. A Jasmine está consolidada em todo Brasil e ampliando sua atuação para a América Latina. Desde 2014 a marca pertence ao grupo francês Nutrition et Santé, detentor de outras marcas líderes no segmento saudável na Europa.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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