Dia Mundial do Doador de Sangue: aplicativo promove e incentiva doações em Curitiba

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Hemogram registra pedidos e notifica usuários sobre locais mais necessitados

 

Desde 2014, a Organização Mundial da Saúde (OMS) instituiu 14 de junho como o Dia Mundial do Doador de Sangue. A iniciativa surgiu para conscientizar e homenagear os voluntários pela ação. Apesar de o Brasil estar dentro do parâmetro considerado como mínimo (pelo menos 1% da população deve ser doadora, e 1,8% dos brasileiros se enquadram nessa situação), o caminho até a meta estipulada pela organização ainda é longo: chegar aos 3%, patamar ultrapassado por países como Japão e Estados Unidos, que já alcançaram os 4%.
Em Curitiba, por exemplo, os números têm crescido. Segundo o Centro de Hematologia e Hemoterapia do Paraná (Hemepar), mais de 35.600 doações foram realizadas em 2017. Para promover ainda mais as doações, o Instituto das Cidades Inteligentes (ICI) desenvolveu o aplicativo Hemogram, que permite ao usuário acompanhar as demandas existentes e ser avisado das próximas datas de doação. “Na maioria das vezes, a falta de conhecimento é o principal fator que impede a população de doar mais sangue. Vimos a necessidade de desenvolver uma ferramenta tecnológica de fácil acesso e que motive a população a realizar um ato do bem”, explica a gestora de atendimento do ICI e responsável pelo Hemogram, Gabrielle Pinheiro.
Disponível em Android, o app também faz o compartilhamento dos pedidos de doações via Facebook. “É uma ferramenta colaborativa, que incentiva a doação de sangue e engaja a população”, complementa Gabrielle. Quando o aplicativo é instalado, o usuário informa o tipo sanguíneo e fica sabendo qual banco de sangue necessita de doação.
O ICI também disponibiliza um painel em plataforma web, que é utilizado pelo Hemepar. Por meio do sistema, o centro pode cadastrar os pedidos de doação de sangue, os quais são divulgados para os usuários do Hemogram de forma imediata.
O processo de doação é simples: basta ter entre 16 e 69 anos, pesar mais de 50 quilos e não estar enquadrado em algum grupo de risco. Em seguida, é só se dirigir a um dos postos de coleta, passar pela triagem e pelo teste rápido para verificar o risco de anemia. Se os resultados forem adequados, a doação é iniciada. Para homens, a frequência máxima é de quatro doações ao ano e para as mulheres são permitidas três doações.
Além da capital, o Hemepar possui postos de coleta espalhados por todo o Estado (confira as cidades aqui) e atende 384 hospitais públicos, privados e filantrópicos de todo o Paraná.
Para baixar o app, basta acessar: https://bit.ly/2kUjpTS
 
Sobre o ICI
O ICI – Instituto das Cidades Inteligentes é uma organização paranaense, criada em 1998, com atuação em todo o território nacional, referência em pesquisa, integração, desenvolvimento e implementação de soluções completas para a gestão pública.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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