Dia Mundial do Leite (1º/6): marca paranaense se consolida como segunda maior produtora do país e anuncia lançamento inédito no mercado

Marca institucional das indústrias das cooperativas Frísia, Castrolanda e Capal, a Unium representa os projetos nos quais as cooperativas paranaenses atuam em parceria.  Localizada nos Campos Gerais (PR), com cerca de 5 mil cooperados, a Unium faz parte do modelo de intercooperação, que consiste na união de empresas que mantêm suas identidades organizacionais e jurídicas. Esse modelo, iniciado em 2011 com as indústrias lácteas, oferece diversas vantagens, como investimento em tecnologias, maior representatividade no mercado, produtividade em larga escala e maior valor agregado, assim como nível de qualidade já reconhecido dos produtos e estrutura de governança própria.

Lançamentos

A grande inovação foi o lançamento do MPC (Milk Protein Concentrate, proteína concentrada de leite, em inglês) no formato “em pó”, produzido pela primeira vez no Brasil. O MPC é feito a partir da filtragem do leite para extrair sua proteína e utilizá-la em outros produtos. Na primeira fase do processo, retira-se a gordura do leite (etapa de desnate), na sequência ocorre a filtração por membranas, onde retêm-se as proteínas, no caso o MPC. Em paralelo, temos o permeado de leite, um produto com alto teor de lactose. A iniciativa pioneira é da Unium, que comercializa o produto de alto valor agregado em sacos de 25 kg.

Faturamento

As cooperativas da Unium, no segmento de lácteos, faturaram mais de R$ 2,8 bilhões em 2021 – crescimento de aproximadamente 18% em relação a 2020. Os investimentos realizados no último ano em equipamentos de última geração, ampliação de unidades e treinamento de aproximadamente 1.140 colaboradores das indústrias superaram os R$ 23,6 milhões. Hoje, a marca institucional que representa a intercooperação das companhias é o segundo maior produtor de leite do país, segundo a Associação Brasileira de Produtores de Leite (Abraleite).

O modelo de intercooperação é essencial para resultados tão expressivos. “Desde sua criação, a Unium trabalha com focos específicos para cada uma das cooperativas e seus negócios. Ao longo deste ano, alguns desses desafios ficaram evidentes e foram superados, trazendo grandes resultados para a marca” conta Edmilton Aguiar Lemos, superintendente de Operações Lácteas da Unium. Exemplo de diligente esforço e superação é o investimento de aproximadamente R$ 460 milhões para a instalação de uma queijaria em  Ponta Grossa (PR). “O investimento para um projeto dessa magnitude fica mais leve e possível com a força da intercooperação. Vendo o crescimento da produção de leite dos nossos cooperados, o grupo se adiantou e buscou uma solução rentável para mostrar aos parceiros”, finaliza.

Reconhecimento

A Associação Brasileira de Produtores de Leite (Abraleite) divulgou o resultado do 25.º Ranking das Maiores Empresas de Laticínios do Brasil, em 2021. Das 13 empresas participantes, somente duas apresentaram crescimento no volume de captação, dentre elas a Unium, que cresceu 0,6% em relação a 2020 – refletindo em um aumento de  7,8 milhões de litros produzidos por ano. Em termos de produtividade, a marca segue na liderança, com média de 2.428 litros de leite por produtor no dia – 18% a mais que em 2020. Além disso, todas as unidades de leite da marca passaram a contar com o mais alto nível de Certificação FSSC 22000 (Food Safety System Certification) versão 5.1.

Sobre a Unium

Marca institucional das indústrias das cooperativas Frísia, Castrolanda e Capal, a Unium representa os projetos nos quais as cooperativas paranaenses atuam em parceria. Todas as marcas são reconhecidas pela excelência de seus produtos. Entre elas estão: Alegra (carne suína), Colaso, Colônia Holandesa e Naturale (lácteos) e Herança Holandesa (farinha de trigo). Todas as indústrias da Unium cumprem elevados padrões de exigência e são certificadas pelas principais instituições nacionais e internacionais de controle de qualidade. 

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Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. 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