Dia Mundial Sem Carne: conheça três receitas com carne vegetal

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Na busca pela conscientização sobre os impactos da produção de carne animal, brasileiros estão substituindo a proteína por outros alimentos

No dia 20 de março é celebrado o Dia Mundial Sem Carne, data que se propõe a alertar sobre o impacto negativo que o consumo de carne de origem animal traz para o meio ambiente, saúde e economia. Além disso, mostra os benefícios de incluir nas refeições do dia a dia alimentos que substituem a proteína, como é o caso da carne vegetal. 

“Com apenas um dia sem consumo da proteína animal na dieta, já é possível diminuir os impactos no meio ambiente que a indústria de carnes gera, como alta emissão de CO2 e  consumo exagerado de água”, destaca a engenheira de alimentos Erika de Almeida. Além disso, apostar na carne vegetal é uma forma de adaptar os pratos e se beneficiar de uma alimentação ainda mais saudável e benéfica para o meio ambiente e para o corpo. “Hoje em dia encontramos opções de carnes vegetais que trazem sabor e são ideais para a manutenção da saúde. O Vegetal Burger, por exemplo, é saudável, prático e saboroso e pode ser incluído na rotina da cozinha”, ressalta a analista de Pesquisa e Desenvolvimento da Jasmine Alimentos, empresa referência em alimentação saudável.

Confira três receitas com carne vegetal para incluir no cardápio da semana:

Tacos Mexicanos com quinoa, lentilha e carne vegetal

Ingredientes – tacos

  • 2 xícaras (chá) de Farinha de Trigo Integral
  • 1 ½ colheres (chá) de fermento em pó
  • 4 colheres (sopa) de óleo
  • ½ xícara (chá) de BioV de Arroz com Cálcio Jasmine
  • 1 colher de sopa de Amaranto em Flocos Orgânico
  • Sal Atlantis Jasmine a gosto

Modo de preparo – tacos

Misture todos os ingredientes em uma tigela com a ajuda de uma colher ou de um garfo. Espalhe um pouco de farinha sobre a mesa e sobre ela sove a massa por dois minutos. Transfira a massa para uma tigela, cubra com um pano e deixe descansar por 30 minutos. Divida a massa ao meio e então em pequenas bolinhas e deixe-as descansando por mais 10 minutos. Com a ajuda de um rolo de madeira, abra as bolinhas em discos. Em uma frigideira antiaderente, frite os tacos por cerca de 2 minutos de cada lado.

Ingredientes – recheio

  • 80g de Mix para Vegetal Burger Jasmine hidratado
  • 1 xícara (chá) de Quinoa Real em Grãos cozida
  • 1 ½ xícaras (chá) de lentilha cozida
  • 1 colher (sopa) de chilli em pó (opcional)
  • 2 colheres (chá) de cominho em pó
  • 1 colher (chá) de coentro em pó
  • 1 colher (chá) de páprica defumada em pó
  • Sal e pimenta caiena a gosto

Modo de preparo – recheio

Hidrate o Mix para Vegetal Burger em 1 copo de água morna por 30 minutos. Em uma tigela, misture todos os ingredientes. Transfira a mistura para uma frigideira e aqueça. Espalhe sobre os tacos. Para finalizar, acrescente os adicionais da sua preferência, como abacate, tomate e cebola roxa fatiados. 

Panqueca fit com carne vegetal

Ingredientes – massa 

  • 2 ovos
  • 2 xícaras (chá) de Farinha de Trigo Integral 
  • 2 xícaras (chá) de Biov Arroz + Cálcio Jasmine
  • Sal Marinho a gosto 

Modo de preparo – massa

Bata todos os ingredientes no liquidificador até obter uma massa lisa. Aqueça uma frigideira com um fio de azeite e coloque uma concha da massa. Faça movimentos circulares com a frigideira para que a massa cubra todo o fundo. Quando a massa começar a formar bolhas e a soltar do fundo da frigideira, vire a panqueca com o auxílio de uma espátula para dourar o outro lado. Transfira o disco para uma assadeira e repita o processo com o restante da massa, sempre adicionando um pouco de azeite antes de cada disco. 

Ingredientes –  recheio

  • 160g de Mix Para Vegetal Burger Jasmine
  • 200 ml de água
  • ½ cebola picada
  • 2 dentes de alho picados
  • 1 colher (sopa) de azeite
  • 1 colher (chá) de Sal Marinho 
  • 1 colher (chá) de páprica doce
  • Salsinha e cebolinha a gosto
  • 3 colheres (sopa) de Molho de Tomate Tradicional

Modo de preparo – Recheio

Adicione todo o conteúdo de 2 pacotes de Mix para Vegetal Burger em uma vasilha e acrescente a água. Reserve. Em uma panela, adicione o azeite e refogue a cebola e o alho. Transfira o mix para a panela, tempere com o sal e a páprica, acrescente a salsinha e a cebolinha e, por fim, o molho de tomate. Recheie as panquecas e sirva em seguida.

Strogonoff de carne vegetal

Ingredientes –  recheio

  • 80g de Mix Para Vegetal Burger Jasmine
  • 200g de champignon
  • 200g de creme de leite
  • 300g de Molho de Tomate Tradicional 
  • 2 colheres de sopa de molho inglês
  • 1 cebola pequena
  • 5 dentes de alho
  • Sal Atlantis Jasmine a gosto

Modo de preparo 

Adicione todo o conteúdo do Mix para Vegetal Burger em uma vasilha e acrescente a água. Reserve por 10 minutos. Em uma panela, coloque a cebola e o alho para refogar. Enquanto refoga os outros ingredientes, escorra e seque bem o Vegetal Burger, espremendo bem com um papel toalha e tirando toda a água. Modele em pequenos pedaços e adicione à panela junto com o champignon, tempere com sal e pimenta, misture tudo e deixe por uns 5 minutos. Depois coloque todos os outros ingredientes (se você gosta de strogonoff mais branquinho, use menos molho de tomate), misture tudo, e deixe cozinhar em fogo médio por mais uns 10 minutinhos. Em seguida, pode servir. 

Sobre a Jasmine Alimentos

A Jasmine Alimentos é uma empresa referência em alimentação saudável. Com produtos categorizados em orgânicos, zero açúcar, integrais e sem glúten, a marca visa atingir o público que busca alimentos saudáveis de verdade e qualidade de vida. A operação da Jasmine começou de forma artesanal no Paraná, há 30 anos. A Jasmine está consolidada em todo Brasil e ampliando sua atuação para a América Latina. Desde 2014 a marca pertence ao grupo francês Nutrition et Santé, detentor de outras marcas líderes no segmento saudável na Europa.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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