Diretores falam sobre expectativa por implementação do Projeto Parceiro da Escola

Depois de passar por consulta pública em mais de 100 colégios, o Projeto Parceiro da Escola deve começar a ser implementado em 82 instituições estaduais de ensino do Paraná. É o caso do Colégio Estadual Costa Viana, em São José dos Pinhais, que tem 1,7 mil alunos e faz parte da lista de 16 unidades que serão administradas pela Rede de Ensino Apogeu.

A diretora do Costa Viana, Ana Cristina Stocco, explica que, embora a unidade não tenha atingido o quórum mínimo para validar a consulta pública, ela aguardava com ansiedade a implantação do projeto. “A expectativa é enorme porque, hoje, gastamos muito tempo fazendo a parte financeira. Agora, isso não existirá mais”, afirma. Assim como Ana Cristina, outros diretores também manifestam o desejo de que algumas das rotinas administrativas se tornem menos desgastantes, com o apoio das empresas fazendo a gestão das unidades. Um deles é Francisco Diogo Ximenez, que está em processo seletivo para continuar sua gestão como diretor à frente do Colégio Estadual João Mazzarotto, em Curitiba, que conta com pouco mais de 470 alunos. “O projeto vai me permitir desenvolver um melhor trabalho junto ao pedagógico, já que a parte administrativa me toma muito tempo. Auxiliaremos a administração com a experiência que temos em gestão publica”, declara.

Além das questões administrativas, há, ainda, uma expectativa pela melhoria na infraestrutura escolar, área em que o Brasil ainda tem muitas deficiências. Segundo o Censo Escolar de 2023, apenas 38,1% das escolas brasileiras do ensino básico têm quadras esportivas. Bibliotecas, também, só são uma realidade em 52,2% delas. Por fim, só 12,6% das escolas contam com laboratórios. Essa é uma necessidade também no Colégio Costa Viana. “Precisamos urgentemente de um laboratório de informática e, até hoje, não foi possível instalar um. Tenho certeza de que, por meio do projeto, essa aquisição será muito mais rápida”, pontua a diretora.

Experiência positiva

Dois colégios serviram como piloto para o Parceiro da Escola: o Colégio Estadual Anibal Khury Neto e o Colégio Estadual Anita Canet. “Levantamos as principais necessidades das escolas, no sentido de entender os impactos dessas melhorias para o processo de ensino e aprendizagem dos estudantes. Entendemos que, se o ambiente não está adequado, há um claro prejuízo no desempenho de professores e estudantes”, afirma Makerley Arimatéia, diretor geral da Rede de Ensino Apogeu.

Agora, com o projeto chegando a mais escolas, essa realidade deve se estender para essas unidades. “Terei tempo para me dedicar ao pedagógico, dar atenção aos alunos, monitorar a frequência escolar e trabalhar nas plataformas e em outros projetos, além de observar os professores e dar apoio pedagógico. Estava muito ansiosa por isso. Recebi a notícia com alegria e com esperança de uma escola cada dia melhor”, finaliza Ana Cristina.

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Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. 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