Disney Magic Run 2024: evento reúne 6 mil participantes inscritos e movimenta economia da capital paranaense

Corredores competiram em duas categorias: corrida de 5 km e caminhada de 2,5 km

Neste domingo, 4 de agosto, Curitiba recebeu 6 mil atletas — 40% de fora da cidade —, incluindo participantes de 190 municípios, 22 estados e 2 países para a corrida mais encantadora do país, a Disney Magic Run. A largada da corrida ocorreu pontualmente às 7h30 e cruzou os arredores do campus Ecoville da Universidade Positivo. A área de mais de 400 mil metros quadrados da instituição de ensino contou com diversas ativações dos patrocinadores, proporcionando uma interação única entre atletas, famílias, fãs da Disney e as marcas durante os dois dias de evento. 

Entre os destaques estavam brinquedos, como o surf da Moana, trampolins, atração de foto memória, diversos espaços instagramáveis com personagens da Disney e várias formas de engajamento com o público, incluindo programações de palco, meet and greet com Mickey, Minnie, Pato Donald e Pateta, além da loja oficial da marca. Os participantes também contaram com uma infraestrutura completa, que incluiu áreas de hidratação e massagem, fraldário, guarda-volumes, vestiários, áreas para carrinhos de bebê e espaços família e pet-friendly.

Com ingressos esgotados, a Disney Magic Run recebeu 6 mil participantes, incluindo homens, mulheres, crianças e bebês, além de milhares de espectadores, totalizando mais de 10 mil pessoas durante o fim de semana. A organização também fez parceria com a ONG Pernas Solidárias e adicionou a categoria PcD ao evento. O perfil dos participantes foi diversificado: 67% são mulheres e 33% são homens. A faixa etária predominante dos atletas foi de 25 a 44 anos, com o participante mais jovem tendo 2 anos e o mais velho, 94 anos . O público infantil correspondeu a 13% dos inscritos. 

“A Disney Magic Run foi um sucesso absoluto, demonstrando o quanto a iniciativa foi aguardada pelos curitibanos e que a Air Promo acertou em trazer essa experiência única para a cidade. O fenômeno do “maraturismo” – maratonistas e turistas – vêm se fortalecendo no Brasil nos últimos anos. O crescimento das provas de corrida de rua impulsiona o turismo e faz com que as pessoas unam duas paixões: a corrida e a vontade de viajar, seja para destinos nacionais ou até mesmo internacionais. Curitiba  tem um grande potencial turístico e provamos que é capaz de promover provas locais e nacionais”, celebra o diretor da empresa de eventos, Rafael Maia. Os participantes das categorias PcD, corrida masculina e feminina receberam troféus e tiveram a oportunidade de subir ao palco do evento e tirar fotos com os personagens da Disney. 

Corrida de rua e o impulso econômico em Curitiba

A grandiosidade da corrida é proporcional ao impacto econômico que ela gera. O diretor da Global Vita Sports, Arthur “Tuca” Trauczynski calcula que o evento esportivo teve um impacto econômico de R$ 12 milhões ao estado do Paraná. O cálculo levou em conta os gastos dos turistas, como inscrição para a prova, hospedagem, transporte, alimentação, lazer e compra de produtos licenciados, entre outros itens. A corrida movimentou significativamente o turismo na capital, atraindo turistas e impactando diversos setores da economia. “Toda a cadeia produtiva foi beneficiada com atividades relacionadas a transportes, hospedagem, bares e restaurantes, além dos atrativos turísticos e do setor de entretenimento”, ressalta. 

O evento ocasionou uma forte ocupação hoteleira e vibrou a cidade, trazendo turistas, movimentando bares, restaurantes, pontos turísticos e centros comerciais. A corrida também gerou mais de 830 empregos formais e informais, tanto permanentes quanto  temporários. “Curitiba se solidifica cada vez mais na agenda nacional de grandes eventos, o que impacta diretamente a economia da cidade. Esperávamos uma grande movimentação econômica e a continuidade desse impacto positivo. A Disney Magic Run trouxe visibilidade nacional e internacional para o Paraná, atraindo muita gente e impulsionando diversos setores”, complementa o superintendente de rede da Caixa Econômica Federal, Gilberto Onofre da Luz.

A corrida mais mágica do Brasil foi também a mais sustentável, com a compensação da emissão do carbono feita com o plantio de árvores junto a uma empresa certificada. O evento também conquistou a Certificação Aterro Zero junto à KWM, garantindo que todos os resíduos gerados fossem encaminhados para reciclagem ou coprocessamento, sem que qualquer resíduo fosse destinado  a aterros.

Vitrine para marcas

A Disney Magic Run também foi palco para grandes marcas, como a Caixa Econômica Federal, Universidade Positivo, Arlequim, e contou com o apoio do Colégio Positivo, ParkShoppingBarigüi, Vitao Alimentos, Viaje Paraná e Grupo RIC. Todas as empresas presentes tiveram a oportunidade de proporcionar experiências para as famílias que participaram do evento. 

Um nascimento: Disney Magic Run também trouxe emoções para quem trabalhou no evento

O time de operações viveu um momento especialmente mágico durante o evento. Um dos sócios do projeto e diretor operacional da corrida, Raul Trauczynski, estava presente com sua esposa, grávida de 40 semanas, que planejava participar da caminhada. No momento da largada, a bolsa dela rompeu. Todo o time imediatamente se mobilizou para encontrar alternativas de transporte, garantindo que o casal  pudesse chegar ao hospital para o parto. “Felizmente, o nascimento ocorreu sem problemas e, além de termos vivido um evento inesquecível, celebramos a chegada da minha sobrinha, Victória, encerrando um dia memorável para todos que participaram”, finaliza Tuca.

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Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. 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