DrogaVET antecipa celebração do Dia do Veterinário em Curitiba

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Ação reuniu mais de 200 pessoas no Cinemark do Park Shopping Barigui

A DrogaVET Curitiba aproveitou o lançamento do filme de animação “PETS – A Vida Secreta dos Bichos” para comemorar antecipadamente o Dia do Veterinário, celebrado em 9 de setembro. Veterinários e clientes DrogaVET foram convidados a participar de uma sessão exclusiva no Cinemark do Park Shopping Barigui. O evento, voltado “para seres humanos que gostam de cinema, amam pets e são clientes especiais”, foi marcado por muita descontração na manhã de sábado (27).
Além de conhecer a aventura do cãozinho Max e seu novo amigo Duke em Manhattan, os convidados DrogaVET puderam ficar mais próximos num momento de descontração e lazer, regado a pipoca e refrigerante. Ao final do filme – que arrancou muitas risadas – adultos e crianças receberam uma lembrança: biscoitos para o pet de estimação no sabor pipoca de manteiga, bem no espírito da sessão de cinema.
Para a veterinária Micheline Cavichiolo, a iniciativa da DrogaVET foi excelente. “Foi muito legal. Tive de readequar minha rotina profissional de sábado mas adorei esta oportunidade”, declarou. Cliente DrogaVet, a professora Lorena Merhy, foi com a família assistir ao filme. “Viemos em oito pessoas e achei maravilhoso a oportunidade de reunir a família, encontrar a nossa veterinária e o pessoal da farmácia. Foi um estímulo ao convívio em família”, completou.
“O sentimento é de satisfação”, argumentou a farmacêutica Sandra Schuster, idealizadora e proprietária da DrogaVET. Segundo ela, o evento atingiu seu objetivo de integrar veterinários, clientes e familiares, todos apaixonados por animais, num momento de lazer e descontração. “Esta foi a primeira iniciativa do gênero desenvolvida pela DrogaVET e abre caminhos para novos projetos”, finaliza.
 
 Sobre a DrogaVET
 A DrogaVET é pioneira no ramo e a maior rede de Farmácias de Manipulação Veterinária no Brasil, especializada em produzir e oferecer produtos com inovação e qualidade, atuando na prevenção, tratamento e prolongamento da vida dos animais. Criada em 2004, está presente em mais de 30 cidades brasileiras e desenvolve medicamentos, suplementos e vitaminas tanto para pets (de companhia), quanto para animais de esporte, ornamentais, silvestres, de exposição e outros. A empresa alia um rigoroso controle de qualidade ao uso racional e eficiente de medicamentos, proporcionando economia aos proprietários, maior aceitação pelos animais e melhores resultados nos tratamentos ministrados pelos médicos veterinários.
 Entre os diferenciais da manipulação veterinária da DrogaVET está a possibilidade de produzir formas farmacêuticas variadas que auxiliam a adesão do animal ao tratamento. Exemplo disso são as fórmulas que podem vir em formato de biscoitos com o sabor preferido do pet. As doses também são personalizadas conforme a necessidade e o peso do animal, evitando desperdícios. Mais informações www.drogavet.com

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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