Edificação do conhecimento: projeto social incentiva leitura entre trabalhadores da construção civil

Novos Canteiros da Leitura do Instituto A.Yoshii beneficiarão 250 colaboradores com mais de 200 exemplares de livros de diversas categorias. O projeto, que já contempla 18 obras em cidades do Paraná e São Paulo, acaba de inaugurar dois novos espaços

O brasileiro lê pouco? Segundo a 5ª edição da pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”, realizada pelo Instituto Pró-Livro (IPL), indica que a quantidade de leitores no país caiu de 56% em 2015 para 52% em 2019. Os dados ainda revelaram, portanto, que o país perdeu cerca de 4,6 milhões de leitores em quatro anos, principalmente das classes A e B, com Ensino Superior, e menores de idade entre 11 e 17 anos. Também, o levantamento que aborda o déficit de leitura revelou que o brasileiro tem uma média anual de 4,96 livros lidos por habitante. Desses, apenas 2,43 são lidos do começo ao fim. 

Para contornar esse cenário, o Instituto A.Yoshii, entidade sem fins lucrativos que tem o intuito de fomentar ações relacionadas à educação, meio ambiente e cultura, promove o Canteiro da Leitura, uma iniciativa de construir pequenas bibliotecas dentro dos canteiros de obras do Grupo A.Yoshii para disponibilizar kits de livros, revistas e gibis como meio de incentivar o hábito da leitura entre os colaboradores e seus familiares. 

Fortalecendo ainda mais a repercussão e abrangência do projeto, a ONG acaba de anunciar a inauguração de mais dois Canteiros da Leitura: em uma obra corporativa do Hospital da UNIMED, em Londrina (PR), e no canteiro do empreendimento residencial Atmosphere, localizado em Maringá (PR). As novas bibliotecas impactarão 200 colaboradores entre diretos e terceirizados que, com livre acesso às obras literárias, encontram no ambiente de trabalho um novo incentivo à leitura. 

Projeto de leitura leva conhecimento para canteiros de obras

Implementada em julho de 2021 em Londrina, a bem-sucedida iniciativa já atingiu a marca de vinte Canteiros da Leitura no Paraná e São Paulo, nas cidades de Londrina, Maringá, Porto Amazonas, Capivari e agora em Curitiba. Ao todo, o projeto já impactou positivamente mais de 2 mil trabalhadores da construção civil. “Nessas bibliotecas construídas nos canteiros de obra, disponibilizamos mais de 200 exemplares, entre livros, revistas e histórias em quadrinhos, que podem ser lidos nos intervalos de trabalho ou em casa, incentivando a leitura em família. A ideia é disponibilizar um ambiente atrativo e aconchegante, onde os colaboradores tenham acesso a livros e revistas. O projeto não é itinerante e permanecerá nos locais durante toda a execução da obra”, explica o presidente do Instituto A.Yoshii, Aparecido Siqueira. Os colaboradores ainda são incentivados a levar os exemplares para casa, para compartilhar com a família, ampliando ainda mais a abrangência da iniciativa. 

Cultura, Educação e Meio Ambiente

Além do incentivo à leitura, o projeto Canteiro da Leitura traz um conceito sustentável, já que a maior parte do mobiliário desses espaços são montados a partir de resíduos da construção civil. “Materiais como lonas, madeiras, canos de pvc, entre outros, servem de matéria-prima para a construção de bancos, cadeiras, mesas, prateleiras e luminárias. Este projeto reforça a missão do Instituto A.Yoshii em ser um agente transformador da sociedade, pautado principalmente nos pilares da Cultura, Educação e Meio Ambiente. Nos próximos meses, planejamos inaugurar mais dois Canteiros em Jandaia do Sul e Maringá, totalizando 21 bibliotecas”, finaliza Siqueira.  

Sobre o Instituto A.Yoshii

Fundada em 2006, a entidade sem fins lucrativos promove ações solidárias ligadas à educação, ao meio ambiente e à cultura, em busca de resultados com impacto social positivo. Ao longo dos 16 anos de atuação, o Instituto A.Yoshii promoveu diversas iniciativas voltadas para pessoas em situação de vulnerabilidade econômica-social, minimização de impactos no meio ambiente e democratização do acesso à cultura e à educação. Em 2022, o Instituto foi reconhecido pelo sexto ano consecutivo com o Selo Sesi ODS, como uma das principais organizações que trabalham em prol dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da ONU. Mais informações: www.institutoayoshii.org.br.

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Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. 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O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. 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