Editora Positivo lança guia de apoio aos novos gestores municipais

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Documento gratuito pode ser baixado na internet e traz dicas para os primeiros 100 dias de gestão, especialmente na parte educacional

O período de transição entre um prefeito e outro é sempre muito delicado para os municípios. Com o objetivo de auxiliar os novos administradores que tomam posse em janeiro de 2017, a Editora Positivo organizou um guia para os 100 primeiros dias de gestão. A ideia é auxiliar os gestores a no início das suas atividades, estruturando de forma ágil e adequada cronogramas de trabalho que contemplem seus planos de governo e as informações obtidas durante a vigência da comissão de transição de mandato, sem perder tempo.

O documento foi organizado por uma equipe multidisciplinar do Sistema de Ensino Aprende Brasil e orienta – especialmente – sobre as principais ações dos dirigentes municipais de educação nos cem primeiros dias de atuação. A finalidade do guia é colaborar de forma prática com o trabalho daqueles que têm a responsabilidade de assegurar o acesso à educação pública com qualidade, sem danos ou atrasos ao próximo ano letivo.

O material destaca, de forma objetiva, a organização das ações de responsabilidade e os compromissos que os prefeitos devem assumir como gestores públicos. Considera, também, que a temporalidade da execução e do acompanhamento de cada item listado depende das condições organizacionais de cada um dos municípios, assim como de suas realidades municipais e regionais.

Além de trazer esclarecimentos sobre a necessidade de um diagnóstico da realidade do município, na parte da educação, o documento versa, ainda, sobre planejamento e avaliação da qualidade do ensino, conselhos municipais, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) e sobre os Programas do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Com uma linguagem simples e atraente, o material pode ser baixado gratuitamente pelo link editorapositivo.com.br/100primeirosdiasdegestao

A professora de Planejamento Urbano da Universidade Positivo (UP), Monica Janke de Castro Prosdócimo, explica que este é um momento muito delicado para os novos governos e é preciso ficar atento em vários aspectos, especialmente quanto à legislação. Segundo ela, documentos como este, organizado pela Editora Positivo, são essenciais para auxiliar especialmente aqueles prefeitos em primeira gestão. “Educação e saúde possuem legislação própria, mas nem todas as equipes novas dominam estes conteúdos”, enfatiza. Segundo ela, cabe ao prefeito e à nova equipe “compreender a máquina pública que está recebendo e a própria estrutura da gestão”. Aos novos prefeitos cabe também dar início à construção de um novo Plano Diretor, visto que os planos tem duração de dez anos e, na maior parte dos municípios, vence agora. “É no Plano Diretor que serão observadas as novas demandas para a cidade, especialmente na parte de infraestrutura”, finaliza.

Serviço

O quê: “Aprende Brasil – Ação 100 Dias – Gestão Municipal da Educação” – um guia para novos gestores

Quanto: Gratuito

Onde: editorapositivo.com.br/100primeirosdiasdegestao

Sobre a Editora Positivo: fundada há 37 anos, a Editora Positivo tem a missão de construir um mundo melhor por meio da educação. Tendo as boas práticas de ensino como seu DNA, a Editora especializou-se ao longo dos anos e tornou-se referência no segmento educacional, desenvolvendo livros didáticos, literatura infantil e juvenil, sistemas de ensino e dicionários. A Editora Positivo está presente em milhares de escolas públicas e particulares com os seus sistemas de ensino. Amplamente recomendados pela área pedagógica e reconhecidos pelos seus resultados, os sistemas foram criados de modo a atender a realidade de cada unidade escolar. Para a rede pública a editora disponibiliza o Sistema de Ensino Aprende Brasil. Já as escolas particulares contam com o Sistema Positivo de Ensino e o  Conquista. Cerca de 2 milhões de alunos utilizam os sistemas de ensino da Editora Positivo, em escolas públicas e particulares, no Brasil e no Japão.

Sobre o Aprende Brasil: é um sistema de ensino completo, dinâmico e moderno. Oferece um conjunto de soluções para a rede de ensino pública – que contemplamaterial didático, o Portal Aprende Brasil, assessoria pedagógica aos professores e uma coordenação pedagógica regional – que auxilia os gestores educacionais no processo de implementação do sistema na região, oferece atendimento às demandas educacionais específicas da localidade, orienta e participa de reuniões com coordenadores e diretores das escolas, além da comunidade escolar. O material vem com capa personalizada para cada município e os livros são integrados, apresentando conteúdos e atividades de todas as áreas do conhecimento. O Portal possui home page personalizada para cada cidade e está disponível para alunos e professores, com links específicos que se integram ao livro didático. Já a assessoria pedagógica atende aos docentes por meio de cursos presenciais e à distância, utilizando de estratégias como webconferências, webatendimentos e e-mails. O sistema possui dois métodos de avaliação: o Hábile (Sistema de Avaliação Positivo) e o SIMEB (Sistema de Monitoramento Educacional do Brasil). Está presente em mais de 2 mil escolas públicas, fazendo a diferença na vida de mais de 330 mil alunos de cerca de 220 municípios brasileiros.

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*por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas Existe uma força de trabalho em transformação, e as habilidades necessárias para atuar em um mundo permeado por IA ainda estão sendo construídas — muitas delas nem sequer possuem nome ou classificação formal em códigos ocupacionais. Apesar da velocidade de adoção, existe uma contradição: o volume de investimento em IA nas empresas é desproporcional aos resultados efetivamente colhidos. Parte do problema está em tentar aplicar IA a processos que já não fazem mais sentido, em vez de repensar os fluxos de trabalho antes de automatizá-los. 88% das organizações usam IA em ao menos uma função, mas apenas 39% reportam qualquer impacto no EBIT — e a McKinsey estima que ~75% dos cargos precisam de reformulação fundamental. A adoção aconteceu; o redesenho do trabalho, não. (dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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