Editora Positivo lança “Nas mãos de Benedita”, de Carlos Dala Stella

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Na próxima sexta-feira, dia 29 de novembro, a Editora Positivo lança o livro “Nas mãos de Benedita”, de Carlos Dala Stella. A obra será lançada na Livraria Cultura (Av. Paulista, 2.073, Conjunto Nacional), em São Paulo, a partir das 18h30. Trata-se de uma coletânea inédita de 22 contos e telas, que retrata, em 160 páginas, o processo criativo do autor.

Ao contrário da maior parte dos livros produzidos até hoje, Dala Stella criou primeiro as imagens – e depois os contos. O artista, que escreve e desenha cotidianamente em seus cadernos ilustrados há mais de 40 anos, retirou boa parte da inspiração de seus diários. “Consultando meus diários de ateliê, selecionei excertos de sonhos, reflexões sobre literatura, música, o tempo. E fui criando entrechos narrativos, cujos personagens estavam sempre a pensar pedaços de pensamentos, como fazemos tão frequentemente”, conta.

A narrativa visual corre paralela à narrativa ficcional, mas de forma relativamente autônoma. “Em todos os contos, a referência à imagem é sempre periférica, o núcleo correndo alheio a ela”, explica o autor. “Ainda que as imagens possam ser admiradas autonomamente em relação aos textos, é delicioso encontrar aqui e ali o alento comum do inventor que lhes deu forma e figura”, descreve a poeta, ensaísta, cronista e crítica literária, Mariana Ianelli, na abertura da obra.

Segundo ela, na obra, os leitores vão encontrar armadilhas de espanto, ternuras acutilantes, finas membranas de mistérios, visões que brotam de demoras contemplativas, entre pressentimento e revelação, pesadelo e maravilha. “Cada imagem, cada conto, um corpo-cosmo, uma miragem palpável do pensamento, uma invenção mágica, que eu espero chegue a muitas mãos e muitos olhos”, diz Mariana Ianelli.

As mãos aparecem em quase todas as imagens do livro: mãos que acarinham, revelam, advertem, plantam, afagam, debulham, fazem música, leem, esculpem, jogam, rezam, produzem ou, ainda, que contêm, nelas mesmas, outros signos, grafismos e gestos. O conto que dá nome ao livro começa pelo fim e traz um romance trágico que gira em torno de um mistério anotado no caderninho de uma quiróloga chamada Benedita.

Sobre Carlos Dala Stella
Carlos Dala Stella nasceu em 1961, no bairro de Santa Felicidade, em Curitiba. É poeta, artista plástico e também contista. Formado em Letras pela Universidade Federal do Paraná, dedica-se ao desenho desde a década de 80, quando expôs na Itália. Publicou os livros “O caçador de vaga-lumes” (poemas, 1998), “Riachuelo, 266” (contos e crônicas, 2000), “Bicicletas de Montreal” (fotografia e outras artesvisuais,2002) e “Ogatosemnome” (poemas, 2007). Foi finalista do Prêmio Jabuti em 2012 na categoria Ilustração com o livro “Quer Jogar?” (livro ilustrado, 2011). Nas artes, o autor transita por murais de cimento e vidro, telas, retratos a lápis, nanquim e esculturas em papel, mas é nos cadernos de ateliê que cotidianamente escreve e desenha. Em 2018, estreou na poesia com a obra A arte muda da fuga, da Editora Positivo.

Serviço

Lançamento do livro “Nas mãos de Benedita”
Autor: Carlos Dala Stella
Data: 29 de novembro de 2019, às 18h30
Local: Livraria Cultura (Av. Paulista, 2.073, São Paulo/SP)

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Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. 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