Educação: Bom Sucesso do Sul conquista 5ª melhor posição no estado

Município ultrapassa meta para 2021 do MEC, com pontuação maior que a média estadual em todos os anos do Ensino Fundamental

Bom Sucesso do Sul (PR) no Ideb

*Ideb 2019 Anos Iniciais: 8.0 (Meta: 6.3)
5ª melhor nota do Paraná na rede municipal
*Vem seguindo pontuação bem acima da média nacional desde 2007 (aderiu ao Sistema de Ensino Aprende Brasil em 2012)
*Anos iniciais: Alcançou 127% da meta
*Já ultrapassou a meta de 2021 
*Obteve pontuação maior que a média estadual nos anos iniciais (12%) efinais (16%) do Ensino Fundamental


Os dados do Ideb 2019 (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), divulgados na última semana pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) do Ministério da Educação (MEC), mostraram números de destaque em Bom Sucesso do Sul, com a nota 8.0 – quinta melhor do estado nos ano iniciais do Ensino Fundamental. O resultado foi 27% maior que a meta estipulada para 2019 (6.3) e ultrapassa as médias estadual e nacional. 

Como se não bastasse, Bom Sucesso do Sul também já ultrapassou a meta projetada para 2021. O histórico é consistente: o município segue bem acima da média nacional desde a avaliação de 2013. As notas de anos finais não foram computadas por não ter número de participantes suficientes para gerar os dados.l

Elisana Pilloneto, diretora do Departamento de Educação, Cultura e Esportes do município, conta que o bom desempenho é fruto do trabalho em conjunto de toda a equipe pedagógica e da avaliação contínua dos resultados em sala de aula. “Realizamos uma análise com o professor a cada bimestre sobre avanços, dificuldades individuais ou coletivas e fazemos os encaminhamentos necessários, como aulas de reforço, caderno de apoio, conversa com os familiares, reformulação no planejamento do professor e uma avaliação do perfil de cada profissional, para que atue na turma que se identifique”, explica. 

Sobre os resultados, Elisana atribui o sucesso ao trabalho realizado pela equipe docente do município e ao sistema de ensino que utilizam desde 2012. “Os professores aprenderam a trabalhar com a proposta do Aprende Brasil e, apesar das dificuldades desse tempo adverso e de 50% dos professores serem novos, estamos conseguindo manter a qualidade do ensino”.

O Ideb foi criado em 2007 e está entre os principais indicadores de qualidade do ensino básico no Brasil. Em uma escala de 0 a 10, sintetiza dois conceitos: o fluxo escolar (a taxa de aprovação, reprovação e abandono) e o desempenho de estudantes em avaliações que medem o conhecimento em Português e Matemática, considerados base para as demais disciplinas do currículo escolar. O Ideb é obtido por meio da nota do Saeb (Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica) e da taxa de aprovação escolar, sendo divulgado a cada dois anos.

Para Damila Bonato, gerente de marketing e produto da Editora Aprende Brasil, esses números são frutos de um bom investimento e gestão educacional apropriada em conjunto com os docentes. “A partir do momento que a escola tem amparo pedagógico e bons materiais didáticos, o estudante começa a sentir a diferença – e isso reflete nos resultados”, afirma Damila, que destaca também a média acima da nacional dos municípios que utilizam o Sistema de Ensino Aprende Brasil, que alcançaram a avaliação média de 6.0, considerando as duas etapas do Ensino Fundamental, frente à 5.1 dos municípios brasileiros.

Sobre o Aprende Brasil

O Sistema de Ensino Aprende Brasil oferece às redes municipais de Educação uma série de recursos, entre eles: avaliações, sistema de monitoramento, ambiente virtual de aprendizagem, assessoria pedagógica e formação continuada aos professores, além de material didático integrado e diferenciado, que contribuem para potencializar o aprendizado dos alunos da Educação Infantil aos anos finais do Ensino Fundamental. Atualmente, o Aprende Brasil atende 275.000 alunos em mais de 200 municípios brasileiros. Saiba mais em http://sistemaaprendebrasil.com.br/.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. 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