Em apenas uma semana, Positivo faz aquisição de seis novas unidades

Grupo planeja investir R$ 200 milhões em estratégia de expansão no próximo ano

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O Grupo Positivo concretizou, nesta semana, três novas aquisições, envolvendo um total de seis unidades de ensino no Paraná: duas em Curitiba, duas em Foz do Iguaçu e duas em Cascavel. Na quarta-feira (9), foi anunciada a aquisição de duas unidades do Colégio Semeador, em Foz. Na quinta-feira (10), foi a vez de duas sedes da escola bilíngue Passo Certo, em Cascavel. Ambas escolas são instituições tradicionais e reconhecidas pela qualidade de ensino na região Oeste do Paraná, o que está alinhado à estratégia do Positivo de buscar aquisições e parcerias com escolas de diferentes localidades e que tenham alto padrão de qualidade. Segundo o presidente da Positivo Educacional, Lucas Guimarães, o foco das aquisições é regional, porém a estratégia engloba diferentes regiões do país. “Neste momento, priorizamos por escolas de alto padrão no Paraná, no entanto, estamos olhando ativamente escolas em outras regiões, devendo fazer novas aquisições nos próximos 12 meses. Para isso, temos o planejamento de investir R$ 200 milhões”, revela.

Nesta sexta-feira (11), a aquisição em Curitiba se deu por meio do leilão público de duas unidades do Colégio Expoente, o qual o Positivo venceu com o lance de R$ 58,3 milhões. Para o diretor das escolas do Grupo Positivo, Celso Hartmann, os próximos passos da administração são focar na integração dos colaboradores ao Grupo Positivo e estreitar a comunicação com pais e alunos. Ainda segundo o diretor, todas as transições serão feitas com zelo e prudência, acolhendo as comunidades docente e discente das instituições.

As aquisições desta semana fazem parte da estratégia de expansão do Positivo em território nacional, que teve início em 2016, quando o Grupo assumiu a administração de duas unidades em Joinville (SC). Em 2017, o Positivo agregou às suas unidades uma sede em Londrina (PR) e, em 2018, três unidades em Ponta Grossa (PR). Com as aquisições, o Positivo passa a contar com 21 unidades de ensino, em seis cidades, que atendem, juntas, mais de 20 mil alunos desde a Educação Infantil ao Ensino Pré-Vestibular. Ainda conforme Hartmann, as aquisições têm sempre como prioridade o respeito à cultura, às práticas e à gestão das instituições. “Como visamos sempre escolas de alto nível e padrão de qualidade, o nosso primeiro olhar é sempre o de somar experiências e trocar conhecimentos. Assim, acreditamos que todos ganham em qualidade de ensino-aprendizagem e gestão”.

Histórico

O Positivo nasceu em 1972, a partir da ideia um grupo de professores visionários que criaram um curso pré-vestibular inovador. Hoje, a marca Positivo consolidou sua liderança em todas as áreas em que atua (Ensino, Soluções Educacionais, Cultura, Tecnologia e Gráfica), graças à qualidade de seus serviços e produtos. Na área de Ensino, o Grupo atua desde a Educação Infantil até o Ensino Superior – Graduação (Bacharelados, Licenciaturas e Cursos Superiores de Tecnologia), Especialização, Mestrado e Doutorado, contando com aproximadamente 52 mil alunos em escolas próprias. Mais de 1 milhão de alunos utilizam os sistemas de ensino do Positivo, em escolas públicas e particulares, no Brasil e no Japão. Escolas de mais de 40 países utilizam soluções desenvolvidas pela divisão de Tecnologia Educacional da Positivo Tecnologia. A Posigraf, uma das maiores gráficas da América Latina, imprime e distribui mais de 50 milhões de livros por ano. Na área cultural, conta com cinco espaços destinados a eventos e exposições (Expo Barigui, Teatro Positivo – Pequeno Auditório, Teatro Positivo – Grande Auditório, Expo Unimed Curitiba e Estação Eventos). O Grupo Positivo conta ainda com o Instituto Positivo, que tem foco em Investimento Social por meio de ações voltadas para a melhoria da educação pública e, atualmente, beneficia 32 mil alunos da rede pública de ensino.

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Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. 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