Empreendimento residencial marca nova era tecnológica do mercado imobiliário

Torre de 26 andares, com apartamentos de 82 metros quadrados privativos, será construída em área nobre de Londrina (PR)

Com o surgimento do “movimento high-tech”, na arquitetura, logo após o fim do Modernismo, em meados da década de 1950, a tecnologia passou a ser vista como a protagonista na construção civil. A partir de então, a “arquitetura high-tech” acabou se firmando como um estilo definido pelo uso de materiais industriais de alta tecnologia, construções complexas e robustas, e ainda, pela interação e funcionalidade entre seus componentes. Ou seja, é uma corrente que prioriza a utilização do maior número possível de elementos e conceitos tecnológicos e inovadores para atender às necessidades das pessoas e, também, romper com padrões antigos estruturais para trazer novas perspectivas de estilos de vida.

Seguindo essa tendência, um empreendimento residencial conceitualmente moderno e tecnológico, acaba de chegar em Londrina(PR).. Trata-se do Hype, torre residencial da Yticon, construtora do Grupo A.Yoshii, que, além de reforçar o conceito de morar bem, vai reunir conforto, segurança, compartilhamento e praticidade em um mesmo local. O prédio de 26 andares, com apartamentos de 82 metros quadrados privativos, será construído em área estratégica da Gleba Palhano, região mais nobre da cidade. Os apartamentos possuem dois ou três dormitórios e sacada com churrasqueira, além de ter um diferencial inédito em apartamentos desse padrão: o espaço garden gourmet com piscina privativa, uma área reservada para eventos e festas.

Itens de lazer

Não por acaso, o empreendimento surpreende pelos aspectos tecnológicos e modernos aplicados em todo planejamento arquitetônico do condomínio, principalmente nos itens de lazer, que apresentam linhas retas e efeitos luminosos. Segundo Bruno Catarino, gerente da Yticon, em Londrina, o empreendimento terá outros espaços além dos tradicionais com playground e kids place integrados ao pub, pool place, arena sports, outdoor training, boxing, training zone, connect zone e o e-mob, um espaço para compartilhamento de patinetes elétricos, uma tendência em empreendimentos com economia compartilhada.

Entre as principais novidades ainda está o delivery room, ambiente exclusivo para receber e armazenar encomendas, inclusive resfriadas. “Este será um projeto inovador no segmento.” Segundo ele, o conceito de economia colaborativa no projeto ainda prevê a existência de lavanderia, bicicletário, imarket e uso coletivo de ferramentas. “Compartilhamento e mobilidade alternativa são duas frentes que a construtora aposta. No caso específico dos patinetes, por exemplo, são ótimos equipamentos para deslocamentos de curtas distâncias e ocupam pouco espaço para estacionar. Os jovens são o principal público da Yticon e esses itens são demandas desse nicho, cada vez mais exigente e conectado a um estilo de vida consciente, mas com praticidade. Esse é o perfil de muitos jovens, principal público dessa linha de produtos da Yticon”, complementa.

Arena sports e outdoor training

Além de toda a tecnologia do projeto, o edifício terá ampla área verde e inúmeros atrativos para a prática de esportes e atividades físicas a céu aberto. Dentre eles, uma arena sports, quadra que poderá ser usada para inúmeros jogos coletivos. Entre outros itens, também está o outdoor training, que possibilita a prática de esportes e atividades físicas, como circuitos e treinos funcionais ao ar livre.

 

Sobre a Yticon Construção e Incorporação

A Yticon é uma construtora e incorporadora que atua há 13 anos nas cidades de Londrina, Maringá e Cambé, no Paraná, além de Campinas, em São Paulo. A empresa do Grupo A.Yoshii desenvolve empreendimentos voltados ao primeiro imóvel, localizados em regiões de potencial valorização, especialmente para quem quer conquistar o primeiro imóvel. A Yticon já construiu mais de 5,9 mil unidades, todas entregues rigorosamente no prazo, somando mais de 550 mil metros quadrados de área construída. Mais informações: www.yticon.com.br.

Sobre o Grupo A.Yoshii

Fundado há 57 anos, o Grupo A.Yoshii já construiu mais de 2 milhões de metros quadrados do sul ao nordeste do Brasil, entre obras industriais, edifícios corporativos e residenciais, escolas, universidades, teatros e centros esportivos. É composto pela A.Yoshii Engenharia, com sólida atuação em construções de edifícios residenciais e comerciais de alto padrão em Londrina, Maringá, Curitiba e Campinas; pela Yticon Construção e Incorporação, que realiza empreendimentos voltados para o primeiro imóvel, localizados em regiões de potencial valorização em municípios do Paraná e do interior de São Paulo; e pelo Instituto A.Yoshii, braço de responsabilidade social, com foco em educação, cultura e meio ambiente. Além disso, atua em obras corporativas, atendendo grandes corporações em suas plantas industriais, nos mais variados segmentos da economia, como papel e celulose, alimentício, químico, agronegócio, energia, assim como em usinas sucroalcooleiras, centros logísticos, plantas automobilísticas, entre outros. Mais informações: www.ayoshii.com.br.

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*por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas Existe uma força de trabalho em transformação, e as habilidades necessárias para atuar em um mundo permeado por IA ainda estão sendo construídas — muitas delas nem sequer possuem nome ou classificação formal em códigos ocupacionais. Apesar da velocidade de adoção, existe uma contradição: o volume de investimento em IA nas empresas é desproporcional aos resultados efetivamente colhidos. Parte do problema está em tentar aplicar IA a processos que já não fazem mais sentido, em vez de repensar os fluxos de trabalho antes de automatizá-los. 88% das organizações usam IA em ao menos uma função, mas apenas 39% reportam qualquer impacto no EBIT — e a McKinsey estima que ~75% dos cargos precisam de reformulação fundamental. A adoção aconteceu; o redesenho do trabalho, não. (dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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