Empresa de implantodontia brasileira leva 30 anos de história aos quatro cantos do planeta

Neodent, que desenvolve soluções para tornar a implantodontia mais acessível para a população, percorre 11 países com o projeto World Tour

Democratizar o acesso a implantes dentários: isso é o que impulsiona a Neodent a comemorar os 30 anos de uma sólida parceria construída com profissionais de várias partes do planeta. Criada por um dentista para dentistas, a empresa líder no segmento de implantodontia na América Latina e presente em mais de 90 países tem uma história com muitos capítulos para contar, e este ano foi escolhido para as comemorações.

“O ano de 2023 é muito especial e emblemático para a Neodent. Ao completar 30 anos de fundação, decidimos contar a história da marca e levá-la para o resto do mundo. Somos muito conhecidos lá fora pela qualidade dos nossos produtos, mas, agora, desejamos que todos conheçam a nossa história e o caminho que trilhamos até aqui”, diz o fundador e presidente científico da Neodent, Geninho Thomé.

A ideia de levar a história para os quatro cantos do planeta será colocada em prática neste segundo semestre do ano, com o projeto World Tour. A partir de agosto, Geninho Thomé, e o CEO da Neodent, Matthias Schupp, irão percorrer o mundo, em encontros que acontecerão em 11 países. Nos eventos será apresentada a trajetória de crescimento e pioneirismo da Neodent no mercado da odontologia mundial. 

Para isso, o CEO da marca fará uma apresentação institucional contando a história sobre a democratização dos implantes e o posicionamento da empresa, desde sua criação até a transição de uma empresa familiar para um grupo global – Grupo Straumann. “Crescemos muito nos últimos anos e pretendemos continuar em expansão. Além da preocupação com a saúde bucal das pessoas, vamos manter os investimentos em inovação e no desenvolvimento de soluções que, ao longo dos anos, provocaram mudanças profundas no mercado da implantodontia mundial”, adianta Matthias.  

Outra ação durante o evento internacional será a apresentação feita pelo fundador Geninho Thomé, que citará casos clínicos de sucesso da marca que há três décadas utiliza a técnica de carga imediata. Geninho também quer mostrar os dois maiores produtos da Neodent, o Grand Morse – considerado o implante revolucionário que mudou todos os paradigmas do segmento – e o último lançamento, o Zi – implante cerâmico que tem, além das propriedades estéticas, um sistema que combina flexibilidade e estabilidade. Palestrantes locais também serão convidados para palestras e apresentações, e compartilharão seus conhecimentos e percepções sobre tópicos como odontologia digital, design de implantes, técnicas cirúrgicas, soluções protéticas e muito mais.

O Neodent World Tour é um evento especial para 11 países onde a Neodent atua, e é uma oportunidade única de mostrar as conquistas e os planos da Neodent para o futuro, bem como destacar sua expansão para novos mercados e regiões. O evento também é uma forma de homenagear o fundador da Neodent, que tem sido fundamental na formação da visão e dos valores da empresa.

Saiba mais sobre essa grande iniciativa da marca ao redor do mundo na página especial do projeto: Neodent World Tour (straumann.com).

Sobre a Neodent 

Fundada há 30 anos por um dentista e para dentistas, a Neodent tem o propósito de criar novos sorrisos todos os dias. Líder em implantes no Brasil e uma das maiores empresas do segmento no mundo, a Neodent oferece um portfólio completo de soluções odontológicas diretas, progressivas e acessíveis. É responsável pela criação de produtos originais, como o Grand Morse e o Neodent Ceramic Implant System, entre outros que hoje estão presentes em mais de 90 países. O propósito da marca faz parte da cultura organizacional e do cotidiano dos seus mais de 2.500 colaboradores, que trabalham com orgulho de pertencer à empresa. A inovação também faz parte também do DNA da empresa, assim como a constante busca por aprendizado e crescimento. 

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. 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