Empresa paranaense lança linha de brinquedos pedagógicos

BRW Suprimentos lança linha Dipedu, que integra diversão e aprendizado, com foco em habilidades cognitivas, motoras e sociais das crianças

A BRW Suprimentos, marca paranaense de materiais escolares, artísticos, de artesanato e escritório, acaba de expandir sua atuação no mercado com o lançamento de uma linha de brinquedos pedagógicos e lúdicos. O objetivo é proporcionar às crianças uma experiência que une o brincar ao aprendizado, promovendo o desenvolvimento de várias habilidades essenciais. Composta por 50 produtos, a linha Dipedu inclui brinquedos e jogos educativos projetados especialmente para estimular as capacidades cognitivas, motoras e sociais em crianças de diferentes faixas etárias.

Entre todos os itens da linha, o jogo Nomeando as emoções utiliza cartas magnéticas para ajudar as crianças a identificar e expressar suas emoções, contribuindo para o desenvolvimento da inteligência emocional. As imagens podem ser fixadas em superfícies como geladeiras e quadros brancos magnéticos, tornando o processo de aprendizado interativo e visual. São mais de 30 cartas com imãs, resistentes e ilustradas, nas quais as emoções são apresentadas com figura, cor e nome. “As cartas também servem como ferramenta que auxilia no aprendizado das crianças. Elas dão apoio no desenvolvimento afetivo, e podem ser utilizadas por pais, responsáveis, terapeutas e outros profissionais que trabalham com o público infantil, para auxiliá-los a identificar os sentimentos”, explica Bruno Ribas, coordenador de Produtos da BRW Suprimentos.

Outro destaque é o EVA Equilibristas, fabricado em material atóxico, com formatos especiais, que tem como objetivo empilhar o maior número possível de peças. Pode ser utilizado como ferramenta de ensino, trabalhando a coordenação motora, a resolução de problemas de raciocínio lógico, além de servir como brinquedo para uma ou mais crianças. “A escolha do material e do design foi pensada para proporcionar uma experiência sensorial e educativa”, afirma Ribas.

Já os brinquedos EVA Hora do Banho são equipados com ventosas e podem ser fixados na parede do banheiro, transformando o momento do banho em uma oportunidade de aprendizado. As peças foram criadas para serem usadas junto com os pais, proporcionando um tempo de qualidade que combina diversão e aprendizagem. Os produtos vêm em uma variedade de temas, como dinossauros, carros, sereia e unicórnio.

Os brinquedos de madeira também ganharam destaque. Voltados para o desenvolvimento do raciocínio lógico, produtos como a Torre de Hanói e os blocos de encaixe, com cores customizadas, foram projetados para desafiar e desenvolver a mente das crianças por meio de atividades que estimulam a resolução de problemas, indicados para a faixa etária de 2 a 10 anos.

Os brinquedos são produzidos com três tipos de materiais: madeira, plástico e EVA. A madeira, ecologicamente correta e sem farpas, ajuda no desenvolvimento tátil, o EVA é leve e lavável e o plástico tem maior resistência.

Uma nova era de aprendizado lúdico

Segundo Ribas, a empresa acredita que brinquedo pedagógico é um grande aliado no processo de aprendizagem e desenvolvimento infantil. “A criança aprende enquanto brinca – por isso, os nossos produtos foram desenvolvidos para estimular a criatividade e a fantasia”, afirma.

Com essas novidades, a BRW reforça o compromisso em criar produtos que não apenas entretêm, mas também contribuem significativamente para o desenvolvimento infantil, apostando em uma abordagem que integra aprendizado e diversão.

Sobre a BRW Suprimentos

Há 15 anos, a BRW Suprimentos oferece soluções inovadoras e criativas para os segmentos educacional, corporativo e artístico, inspirando e despertando a criatividade nas pessoas. Com atuação no Brasil, Bolívia, Paraguai, Argentina e Uruguai, a marca paranaense é referência no mercado, oferecendo soluções que antecipam as tendências do mercado. O portfólio atual tem mais de 2 mil produtos, divididos em 35 categorias e revendidos em mais de 20 mil pontos de venda.

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Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. 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