Encaracoladinhos se encontram em Curitiba

Encontro das raças Poodle e Bichon Frisé, feira de adoção e desfile de moda pet agitam final de semana

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Facilmente confundidos, Poodles e Bichon Frisés são cães bastante companheiros e que espalham alegria e felicidade aos seus tutores. Podem até ser parecidos, mas algumas características diferenciam essas duas raças. Enquanto o focinho do Bichon é mais achatado, o do Poodle possui uma forma mais alongada. Outra diferença é na altura: Bichons são cães baixos, com altura máxima de 30 cm, sendo que os Poodles podem variar de 25 a 62 cm.
Essas e outras particularidades das duas raças poderão ser vistas no domingo (23), durante o encontro de raças promovido pelo pet center HiperZoo, localizado no bairro Parolin. Das 14 às 17h, os tutores podem trocar experiências sobre seus pets, e às 16h o comportamentalista da Meu Cão Companheiro, Rafael Wisneski, ministra uma palestra especial sobre o comportamento dos encaracoladinhos e alimentação ativa.
Para os tutores que desejam eternizar o momento com seu pet, o estúdio Mayara Morais Fotografia Pet estará presente no encontro, e para garantir a foto, basta comprar qualquer item da loja e apresentar o cupom fiscal no balcão de atendimento. Além disso, às 15h, a Jingles Moda Pet promove um desfile para os participantes do encontro, onde serão premiados aqueles que se destacarem nas categorias “cara do dono”, “fashion” e “hiper”, para o mais criativo.
 Adoção responsável
Para aqueles que querem aumentar a família, no sábado (22), das 11 às 17h, acontece a tradicional feira de adoção de cães e gatos, em parceria com a ONG Amigo Animal. “Somos reconhecidos por essas ações sociais e pela preocupação com a causa animal. A feirinha de adoção, realizada todos os sábados, é uma forma de colaborar com a sociedade”, afirma a sócia-proprietária do HiperZoo, Patrícia Maeoka.
Para adotar um cachorro, o interessado deve ter mais de 21 anos, responder a uma entrevista sobre os motivos de adoção, aceitar receber a visita de um voluntário da ONG e apresentar RG, CPF e comprovante de endereço para assinar o termo de adoção. Para quem deseja ter um gato como animal de estimação, ainda é necessário ter ou adquirir caixa de transporte e telas de proteção nas janelas de casa.
pet center também abre espaço para receber doações que são destinadas às ONGs parceiras. “É possível doar ração, alimentos úmidos, antipulgas, vermífugos, produtos de limpeza, roupas e medicamentos de uso humano ou animal, que estejam no prazo de validade”, conta Patrícia.
SERVIÇO
Feirinha de adoção com Amigo Animal
Quando: sábado, 22 de junho, das 11h às 17h
Encontro de cães da raça Poodle e Bichon Frisé
Quando: domingo,  23 de junho, das 14h às 17h
Foto brinde com a fotógrafa de pets Mayara Morais
Quando: domingo,  23 de junho, das 14h às 18h
Entrada: apresentação de cupom fiscal do HiperZoo
Vagas: limitadas
Desfile Jingles Pet
Quando: domingo,  23 de junho, das 15h às 16h
Entrada: gratuita
Palestra “Comportamento das raças e Alimentação Ativa” com  Rafael Wisneski
Quando: domingo, 23 de junho, das 16h às 17h
Entrada: gratuita, com sorteio de brindes e promoções no interior da loja
HiperZoo (Rua Desembargador Westphalen, 3.448 – Curitiba/PR)
Telefone: (41) 3051-7777
 
Sobre o HiperZoo
Inaugurado em outubro de 2016, o HiperZoo disponibiliza mais de 20 mil produtos e serviços voltados ao mercado pet. A loja localizada em Curitiba foi inspirada no mercado americano e possui dois andares, estacionamento próprio com 50 vagas e conceito de shopping center, numa área total de três mil metros quadrados. www.hiperzoo.com.br

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*por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas Existe uma força de trabalho em transformação, e as habilidades necessárias para atuar em um mundo permeado por IA ainda estão sendo construídas — muitas delas nem sequer possuem nome ou classificação formal em códigos ocupacionais. Apesar da velocidade de adoção, existe uma contradição: o volume de investimento em IA nas empresas é desproporcional aos resultados efetivamente colhidos. Parte do problema está em tentar aplicar IA a processos que já não fazem mais sentido, em vez de repensar os fluxos de trabalho antes de automatizá-los. 88% das organizações usam IA em ao menos uma função, mas apenas 39% reportam qualquer impacto no EBIT — e a McKinsey estima que ~75% dos cargos precisam de reformulação fundamental. A adoção aconteceu; o redesenho do trabalho, não. (dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. 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