Encontro de animais exóticos movimenta fim de semana em Curitiba

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Aula de adestramento e feira de adoção garantem diversão dos apaixonados por pets

Corujas, cobras, falcōes e outros animais exóticos são esperados no pet center HiperZoo no próximo domingo (19), das 13h às 17h, no Encontro de Animais Exóticos e Não-Convencionais. Os animais são dos tutores do grupo Exotic World e o evento tem como objetivo proporcionar ao público contato com espécies diferentes, como pítons, cobras que podem chegar a ter sete metros de comprimento, e tirar dúvidas sobre a criação de animais exóticos.
Os encontros temáticos já fazem parte do calendário do pet center e, segundo a sócia-proprietária do HiperZoo, Patrícia Maeoka, esse tipo de evento possibilita que os apaixonados por esses animais tenham contato com as espécies e raças prediletas, permitindo, ainda, que os tutores troquem informações. “Os animais exóticos chamam bastante atenção, já que muitas pessoas têm dúvidas dos cuidados necessários para as espécies não-convencionais. Além disso, por não serem comuns no dia a dia, eles geram muita curiosidade, principalmente entre as crianças”, explica Maeoka.
Antes disso, no sábado (18), o HiperZoo promove um aulão de adestramento ministrado por Rafael Wisneski, da Meu Cão Companheiro. O foco é desmistificar o comportamento de cães filhotes e ajudar a identificar a linguagem corporal dos pequenos. O aulão tem início às 10h e para participar é necessário apresentar um cupom fiscal de compras realizadas no HiperZoo contendo ao menos um produto das marcas parceiras Purina, Kong, Petmais, Virbac ou Ferplast. As vagas são limitadas a 15 clientes por turma.
A tradicional feira de adoção também faz parte das atividades do sábado. Dezenas de cães e gatos da ONG Amigo Animal estarão no evento à procura de um nova família. “Adotar é um ato de amor, mas também de responsabilidade. Por isso, é importante que a pessoa esteja ciente de que o bichinho vai demandar cuidados e dedicação. Mas quem adota não se arrepende: ganha um amigo para sempre”, comenta Maeoka, que optou por não comercializar cães e gatos no pet center desde a inauguração, em 2016.
Para adotar, o interessado deve ter mais de 21 anos, responder a uma entrevista sobre os motivos de adoção, aceitar receber a visita de um voluntário da ONG e apresentar RG, CPF e comprovante de endereço para assinar o termo de adoção.
 
Serviço
Encontro de Animais Exóticos e Não-Convencionais
Quando: Domingo , 19 de agosto, das 13h às 17h
Entrada: gratuita
 
Aula de adestramento com Rafael Wisneski
Quando: Sábado, 18 de julho, das 10h às 11h – Tema: “Filhotes | Mitos e Verdades”
Vagas: limitadas a 15 clientes com um pet cada
Entrada: apresentação de cupom fiscal do HiperZoo contendo um produto dos parceiros Kong, Virbac, Ferplast, Petmais ou Purina.
Feirinha de adoção com Amigo Animal
Quando: Sábado, 18 de agosto, das 11h às 17h
Entrada: gratuita
HiperZoo – Rua Desembargador Westphalen, 3.448 – Curitiba/PR
Telefone: (41) 3051-7777
Sobre o HiperZoo

Inaugurado em outubro de 2016, o HiperZoo possui dois andares, estacionamento próprio e conceito de shopping center, numa área total de três mil metros quadrados. Para as famílias com crianças, o lugar é um espaço de lazer, com aves silvestres, peixes das mais diversas espécies, lago de carpas, jardim vertical, répteis e pequenos animais, como furões, coelhos, hamsters e outros roedores. O espaço também conta com programação de eventos, feirinhas de adoção, palestras e treinamentos para pets e seus donos.
O empreendimento disponibiliza mais de 14 mil produtos e serviços voltados ao mercado pet e um centro de estética com capacidade de atendimento de mais de 1.000 pets por mês e área exclusiva para gatos. Além disso, o pet center disponibiliza o inovador espaço Pet Wash, onde o próprio tutor pode dar banho em seu animal e desfrutar de um momento de interação familiar.
O HiperZoo também conta com atendimento clínico e especializado nos consultórios veterinários, realizado em parceria com o Centro Médico Vetsan e uma filial do Café do Mercado Co.
Site: www.hiperzoo.com.br

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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