Escapismo indoor valoriza o “ficar em casa”

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Tendência na arquitetura e decoração é a base para a criação de ambientes personalizados e acolhedores

Memórias de lugares na natureza ou de uma metrópole, guardadas como viagens prazerosas. Cores, texturas, aromas e sons que aguçam os sentidos. Tudo isso é matéria-prima para o “escapismo indoor”, tendência de arquitetura e decoração que vem transformando o espaço de morar em um templo de aconchego e qualidade de vida. O conceito de escapismo define ambientes acolhedores, preocupa-se em integrar o espaço interno à paisagem urbana e, valendo-se dos recursos de acústica, traz silêncio e paz para dentro de casa.

Os dicionários de língua portuguesa definem “escapismo” como “tendência para fugir à realidade ou à rotina, a coisas vivenciadas, desviando a mente para outras ocupações ou entretenimentos”. Este significado, traduzido para os projetos de arquitetura e decoração, reforça a proposta de aproveitar o tempo com bons momentos dentro de casa.

Com soluções para vários ambientes, os projetos de escapismo indoor podem ser desenvolvidos a partir de várias concepções. Uma das ideias é trazer a experiência sensorial: visão, audição, olfato, tato, quatro dos cinco sentidos humanos, como linha mestra.

A arquiteta da A.Yoshii, Ana Paula Pimentel, explica que “ao recriar um ambiente de floresta em um banheiro com samambaias, por exemplo, é possível integrar os espaços internos com a paisagem do campo, ou até mesmo urbana, valorizando o convívio e a visão”, destaca.

Revestimento de piso, papel de parede, mantas, almofadas, tapetes e demais itens de decoração afloram o tato, de acordo com a arquiteta. “Sentir cada parte do espaço aconchegante e andar de pés descalços, possibilitam desfrutar uma vivência mais agradável do local em que se vive”, afirma.

A acústica, como valorização da audição, é um item imprescindível à arquitetura. “É possível morar no meio de uma grande cidade blindando-se dos ruídos externos e aproveitando a boa música que escolhemos ouvir em casa”, diz.

Para aguçar o olfato, a arquiteta recomenda itens de decoração que têm ganhado cada vez mais a predileção de quem gosta de ficar em casa. “Com velas e essências, por exemplo, podemos nos lembrar de uma viagem ou de uma ocasião especial que traga prazer e aconchego. Além disso, muitas fragrâncias possuem também um poder terapêutico. Óleos essenciais, como o de lavanda, ajudam a acalmar; já o de laranja deixam o ambiente mais alegre. Aliar decoração e aromaterapia promove uma experiência imersiva para o morador”, observa.

Os projetos também devem valorizar o conforto e a praticidade. Ver filmes em casa, cozinhar e conectar-se virtualmente aos amigos em meio à pandemia requerem recursos tecnológicos, que vêm para facilitar o dia a dia em casa e proporcionar bem-estar. Aliás, ela ressalta que o bem-estar é premissa fundamental da arquitetura e da decoração inspiradas no escapismo indoor.

Grupo A.Yoshii

Fundado em 1965, o Grupo A.Yoshii já construiu mais de 2 milhões de m² do Sul ao Nordeste do Brasil, entre obras industriais, edifícios corporativos e residenciais, escolas, universidades, teatros e centros esportivos. É composto pela A.Yoshii Engenharia, com sólida atuação em construções de edifícios residenciais e comerciais de alto padrão em Londrina, Maringá, Curitiba e Campinas; pela Yticon Construção e Incorporação, que realiza empreendimentos econômicos, localizados em regiões de potencial valorização em municípios do Paraná e interior de São Paulo; pelo Instituto A.Yoshii, voltado para a inserção social e a democratização cultural; e atua em Obras Corporativas, atendendo a grandes corporações em suas plantas industriais, nos mais variados segmentos da economia, como papel e celulose, alimentício, químico, agronegócio, energia, assim como usinas sucroalcooleiras, centros logísticos, plantas automobilísticas, entre outros. Mais informações: www.ayoshii.com.br 

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Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. 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