Estudante de Joinville conquista medalha de ouro na OBMEP 2022

Premiação reúne medalhistas na próxima segunda-feira, 5, em Florianópolis

“Sempre gostei de estudar e o meu pai me incentivou muito com a disciplina, então acabou que peguei gosto”. Esta frase é de Arthur Luiz Longo, um garoto de 13 anos que adora Matemática e recentemente conquistou a medalha de ouro na OBMEP 2022 – a Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas PúblicasNa próxima segunda-feira, dia 5, Arthur vai se encontrar com os melhores estudantes de Matemática do Brasil, durante a premiação nacional, que reunirá medalhistas os medalhistas do 6.º ao 9.º ano do Ensino Fundamental e do Ensino Médio das 16.ª e da 17.ª edições da OBMEP. O evento será realizado no Costão do Santinho, em Florianópolis.

Enquanto muitos estudantes não gostam da temida disciplina, o estudante da 8.ª série do Colégio Positivo – Joinville tira de letra as questões que envolvem números. Para Arthur, a Matemática nunca foi um problema, pois ele começou a aprender desde muito cedo. “Em casa, e sempre foi incentivado por meio de brincadeiras e atividades, para que gostasse da matéria. Ele realmente gosta de estudar e teve sua irmã como exemplo, já que ela sempre se dedicou muito aos estudos e hoje é formada em Engenharia Mecânica”, revela a mãe, Giovana Carmesini Longo.

Além dos estudos, Arthur faz aula de canto, guitarra e basquete, e aproveita o tempo livre na sala de aula para fazer as tarefas, deixando apenas os trabalhos para o final de semana. Nas horas de folga, ele geralmente joga no computador com os amigos. No entanto, quando se trata de provas e olimpíadas, ele tem uma programação de estudos. “Normalmente, eu presto muita atenção nas explicações dos professores, anoto tudo no caderno, tiro dúvidas quando necessário, faço as tarefas e, quando falta um ou dois dias para a prova, apenas reviso o assunto. Já para as olimpíadas, resolvo provas antigas e peço ajuda à minha irmã para me explicar as coisas que não entendo. No caso da segunda fase da OBMEP do ano passado, eu também participei das aulas preparatórias disponibilizadas pela equipe do Positivo”, destaca o adolescente.

A dedicação da família é fundamental nesse processo. Segundo a mãe de Arthur, todos participam e ajudam nos estudos. “Estamos sempre acompanhando suas atividades, ajudando nas dificuldades e tentando ensinar ainda mais coisas. Sinto-me muito orgulhosa, não só pela conquista em si, mas também por ver o quanto ele se dedicou para aprender e alcançar um bom resultado”, afirma, orgulhosa, Giovana.

A recompensa de tanto estudo veio em formato de medalha de ouro. “Estava esperando novamente por uma medalha de bronze (como ganhei em 2021) ou talvez uma de prata, porque me preparei mais dessa vez. Então, fiquei bastante surpreso ao receber uma medalha de ouro. Estou bem orgulhoso e feliz por ver que todos os meus esforços foram recompensados”, finaliza Arthur.

Sobre a OBMEPA 17ª edição da OBMEP foi realizada no ano passado, mas as cerimônias de premiação estão agendadas para este ano. A premiação nacional, que reunirá os alunos medalhistas de ouro das 16ª e 17ª edições, será realizada em 5 de junho no Costão do Santinho, em Florianópolis.

A OBMEP tem como público-alvo alunos do 6.º ao 9.º ano do Ensino Fundamental e do Ensino Médio, tanto de escolas públicas municipais, estaduais e federais, quanto privadas. A competição tem como objetivos estimular o estudo da Matemática, promover a disseminação da cultura Matemática e identificar jovens talentos. A olimpíada é realizada anualmente pela Associação Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (IMPA), com o apoio da Sociedade Brasileira de Matemática (SBM).

Sobre o Colégio Positivo – Joinville

O Colégio Positivo chegou a Joinville em 2016 e, desde então, possui duas unidades no município: o Colégio Positivo – Joinville e o Colégio Positivo – Joinville Jr., que combinam tecnologia aplicada à educação, material didático atualizado e professores qualificados, com o compromisso de formar cidadãos conscientes e solidários. O Colégio Positivo tem, em Joinville, turmas de Educação Infantil (Regular e Bilíngue), Ensino Fundamental – Anos Iniciais (Regular e Bilíngue), Ensino Fundamental – Anos Finais (Regular e Bilíngue), e Ensino Médio (Regular e Integral). Além disso, os alunos têm à disposição atividades complementares esportivas e culturais, incentivo ao empreendedorismo e aulas de Língua Inglesa diferenciadas.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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