Evasão de alunos ainda preocupa setor de educação, mas pode ser diminuída com uso de novas tecnologias

Inteligência Artificial auxilia no monitoramento e retenção de estudantes nas instituições de ensino

 

As tecnologias têm oportunizado diferentes formas de relacionamento com o consumidor, aumentando também as possibilidades de gerenciamento de informações. Dessa maneira, elas têm ingressado nos segmentos mais variados, e duas delas podem ser consideradas responsáveis pelo o que chamamos de  quarta revolução industrial: Inteligência Artificial (IA) e o Poder Computacional. Pensando nas aplicabilidades e nas vertentes do conceito de IA, a TOTVS desenvolveu a plataforma Carol, que une dados com qualidade e aprendizagem de máquina. Uma das utilizações que tem se mostrado poderosa é para a gestão educacional, com foco na previsibilidade do comportamento dos estudantes.

Um dos maiores problemas enfrentados pelo segmento educacional é a evasão de alunos, principalmente no ensino superior. De acordo com dados publicados no final de 2017 pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), 49% dos alunos que ingressaram no ensino superior em 2010 abandonaram os cursos dentro de cinco anos. Além de fatores pessoais como os locais de moradia e trabalho,  e os meios de transporte disponíveis para realizar o trajeto até a instituição de ensino, existem os institucionais, como a concorrência, nível de satisfação em relação ao curso e ao atendimento dos funcionários.

Dentro desse meio, a Carol surge como uma ferramenta para ajudar na retenção de alunos  nas instituições. A plataforma foi desenvolvida pensando na jornada dos alunos e nos fatores que podem contribuir no processo de saída, e, a partir de um estudo real, foi possível apresentar às empresas soluções e aplicações. “Com a Carol, as instituições conseguem monitorar variáveis e comportamento dos estudantes justamente para prevenir essa evasão”, comenta o diretor geral da TOTVS Curitiba, Márcio Viana.

Devido às funcionalidades de uma  IA, a Carol não demanda uma grande equipe de TI para seu gerenciamento e já possui aplicações prontas para uso, como é o caso de funcionalidades para a gestão escolar. A união entre conhecimento de mercado e de negócios dos profissionais da TOTVS permitiu a criação de um produto sucinto aos clientes.

Outro diferencial é na captação de dados: todos os dados que são inseridos na plataforma são de propriedade do cliente. São confidenciais e as informações não são compartilhadas com outros usuários. Além da área de educação, a plataforma já possui projetos em vários segmentos de negócios, como análise de previsibilidade na agricultura, comportamento de consumo no varejo, tendências de viagens, manutenção preventiva de equipamentos, entre outros.

 

Sobre a TOTVS

Provedora de soluções de negócios para empresas de todos os portes, atua com softwares de gestão, plataformas de produtividade e colaboração, hardware e consultoria, com liderança absoluta no mercado SMB na América Latina. Com mais de 50% de marketshare no Brasil, ocupa a 20ª posição de marca mais valiosa do país no ranking da Interbrand. A TOTVS está presente em 41 países com uma receita líquida de mais de R$ 2 bilhões. No Brasil, conta com 15 filiais, 52 franquias, 5 mil canais de distribuição e 10 centros de desenvolvimento. No exterior, conta com mais 7 filiais e 5 centros de desenvolvimento (Estados Unidos, México, China e Taiwan). Para mais informações, acesse o website www.totvs.com.

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Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. 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