Evento revela selecionados de Chamada de Soluções Baseadas na Natureza

Ação da Fundação Grupo Boticário, em parceria com o GVces e apoio do Ministério do Meio Ambiente, escolheu 15 iniciativas que ou se inspiram nos ambientes naturais ou os utilizam para resolver problemas da sociedade

 

Nesta quinta-feira (14.12) casos de empresas, governos, sociedade civil e universidades que buscam resolver problemas da sociedade tendo a natureza e os ecossistemas como parte da solução serão apresentados no Salão Nobre da FGV EAESP, em São Paulo. A cerimônia é uma realização da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, em parceria com o Centro de Estudos em Sustentabilidade (GVces) da Fundação Getúlio Vargas e apoio do Ministério do Meio Ambiente (MMA), e traz o resultado da Chamada de Soluções Baseadas na Natureza (SBN) lançada em julho de 2017.

Os casos foram selecionados por meio de levantamento inédito de iniciativas nacionais em fase de projetos, implantadas ou em fase inicial de implantação, com avaliação de especialistas da Fundação Grupo Boticário, do GVces e do MMA, e serão divulgados em edição especial e bilíngue (português e inglês) online da Revista Página22 sobre Soluções Baseadas na Natureza (acesse p22on.com.br) a partir de 14 de dezembro.

“Tivemos um total de 40 iniciativas inscritas, das quais 15 foram selecionadas. Das reconhecidas, algumas apresentam projetos bem consolidados e outras trazem iniciativas em fase inicial ou de planejamento, o que mostra, de fato, a viabilidade de implementar ações de Soluções Baseadas na Natureza (SBN) para resolver problemas reais da sociedade, como por exemplo, adaptação aos impactos da mudança do clima. Por isso, nosso objetivo com esse evento é divulgar as SBNs e esperar que outras pessoas e instituições se interessem em desenvolver práticas como essas”, comenta Guilherme Karam, coordenador de Estratégias de Conservação da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza.

As organizações proponentes dos casos participarão do evento apresentando suas iniciativas. Entre os casos encontram-se, por exemplo, soluções de restauração de vegetação nativa para aumentar a infiltração de água das chuvas diminuindo a sedimentação em reservatórios e enchentes; empresas que adotam práticas sustentáveis de gestão de recursos, aliando seu crescimento à conservação e restauração; casos de planejamento urbano para adaptação aos efeitos da mudança do clima; entre outros.

Além do lançamento das iniciativas selecionadas, haverá também um debate sobre SBNs com a participação de especialistas que trarão a visão sob diferentes perspectivas: do Governo, pelo Ministério do Meio Ambiente; dos negócios, pela GVces; e da sociedade civil, pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza.

Serviço:

Apresentação de casos de Soluções Baseadas na Natureza
Quando: 14 de dezembro, das 13h30 às 17h
Onde: FGV EAESP – Rua Itapeva, 432 – Bela Vista, São Paulo (acesso também pela Av. Nove de Julho, 2029)
Quanto: Evento gratuito. Inscreva-se aqui: http://eepurl.com/dbR_Yn

 

Sobre a Fundação Grupo Boticário

A Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza é uma organização sem fins lucrativos cuja missão é promover e realizar ações de conservação da natureza. Criada em 1990 por iniciativa do fundador de O Boticário, Miguel Krigsner, a atuação da Fundação Grupo Boticário é nacional e suas ações incluem proteção de áreas naturais, apoio a projetos de outras instituições e disseminação de conhecimento. Desde a sua criação, a Fundação Grupo Boticário já apoiou 1.528 projetos de 501 instituições em todo o Brasil. A instituição mantém duas reservas naturais, a Reserva Natural Salto Morato, na Mata Atlântica; e a Reserva Natural Serra do Tombador, no Cerrado, os dois biomas mais ameaçados do país.  Outra iniciativa é um projeto pioneiro de pagamento por serviços ambientais em regiões de manancial, o Oásis. Na internet: www.fundacaogrupoboticario.org.brwww.twitter.com/fund_boticario e www.facebook.com/fundacaogrupoboticario.

 

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Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. 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