Exposição em homenagem a Carlos Eduardo Zimmermann movimenta Curitiba em dezembro

Iniciativa conjunta da A.Yoshii Engenharia e da Zilda Fraletti Galeria de Arte começa nesta quarta-feira (5)

Homenagear um dos principais artistas do Paraná. É com esse objetivo que a A.Yoshii Engenharia e Zilda Fraletti Galeria de Arte lançam nesta quarta-feira (5 de dezembro) a exposição inédita “Zimmermann por Amigos”, que reúne obras de artistas contemporâneos a Carlos Eduardo Zimmermann, falecido em junho deste ano. As obras dos 10 autores fazem uma homenagem ao artista plástico, seja pela influência na sua produção artística ou por questões afetivas.
Nascido em Antonina no ano de 1952, Zimmermann marcou seu nome na história da arte paranaense e brasileira como pintor, desenhista e gravador. Ele estudou desenho e pintura no ateliê de Guido Viaro (1897 -1971), em Curitiba, entre 1967 e 1969.
Em 1974, trabalhou sob orientação na cidade de Cabo Frio, no Rio de Janeiro. Entre 1978 e 1979, estudou pós-graduação em desenho e pintura no Royal College of Art, em Londres, com bolsa de estudos do governo inglês. Em 1982, foi indicado pela Fulbright Commission para um programa de um ano de especialização em artes, realizado em Nova York, na School of Visual Arts.
A galerista de arte Zilda Fraletti, que é a idealizadora dessa exposição, explica que a atividade não tem a intenção de ser uma retrospectiva da carreira e do percurso artístico de Zimmermann. “É uma homenagem afetiva e, por isto, preferimos que ela fosse feita por meio de obras de 10 artistas que estiveram muito ligados a ele. Foram alguns de seus maiores amigos, pessoas que o amaram e foram muito amadas por ele. Considero que a melhor forma de nos lembrarmos deste artista que tanto nos encantou com sua arte, sua generosidade, sua inteligência e seu carinho é por meio da arte de pessoas com quem ele conviveu intensamente em sua passagem por aqui. Sua obra fica entre nós para que sempre o lembremos através da beleza, da sensibilidade e da espiritualidade”, afirma Zilda.
Os artistas que participam da exposição são: Antonio Maia, Armando Merege, Bia Wouk, Carlos Scliar, Enio Lippmann, Francisco Faria, Guido Viaro, Rones Dumke, Ruben Esmanhotto e Vilma Slomp.
“A A.Yoshii sempre valorizou a arte e a cultura. Vimos como importante promover uma exposição com o Zimmermann ainda esse ano. É um grande artista paranaense e reconhecido nacionalmente e planejamos junto com a Zilda Fraletti Galeria de Arte fazer essa homenagem, que merece todo nosso prestigio”, explica Maria Fernanda Beneli Vicente, gerente de marketing da empresa.
A exposição, que tem entrada gratuita, será realizada no show room da A.Yoshii, localizado na Rua Bispo Dom José, 2058, no bairro Batel, em Curitiba.
Mais informações pelo telefone 41 3337 2543
 
Serviço:
Exposição – Zimmermann por Amigos
Abertura da Exposição para convidados: 5 de dezembro, às 19h
Exposição aberta ao público: de 06 de dezembro a 06 de janeiro de 2019
Horário: 9h às 18h (sábados e domingos)
9h às 19h (segunda a sexta)
Local: Show room da A.Yoshii Engenharia – Rua Bispo Dom José, 2058 – Batel
Entrada gratuita
 
Sobre o Grupo A.Yoshii
A A.Yoshii Engenharia foi fundada em 1965 pelo engenheiro civil Atsushi Yoshii, em Apucarana (PR) e em 1969 transferiu sua sede para Londrina (PR). No início, cresceu executando obras pelo regime de empreitada global e, atualmente, desenvolve obras de grande porte, como usinas de açúcar e álcool e fábricas de papel e celulose.
No segmento de incorporação, com empreendimentos residenciais e comerciais construídos em importantes cidades do Paraná, a A.Yoshii se destaca pela qualidade e pontualidade na entrega. Em 2009, criou a Yticon, marca do Grupo focada no desenvolvimento de empreendimentos econômicos para quem procura seu primeiro imóvel.
Uma das características marcantes da empresa é atuar com equipe própria na execução de obras. Com isso, a A.Yoshii se diferencia pela qualidade dos projetos, respeito aos prazos e atendimento ao cliente. O resultado figura em premiações e rankings nacionais realizados por grandes veículos de comunicação como o jornal Valor Econômico, revista Você S/A, e rankings como o Great Place to Work e ITC – Inteligência Empresarial de Construção, além do Prêmio VivaReal.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. 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