Falta de cuidado com saúde bucal pode impactar desempenho de atletas

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Carreira precoce é um dos motivos que pode resultar em negligência nos cuidados bucais de atletas profissionais

Não é somente para o corpo que os atletas precisam dar atenção antes e durante as temporadas, mas também para a saúde bucal. Investigar, prevenir, tratar e reabilitar as doenças e problemas bucais são ações que estão diretamente ligadas a um melhor rendimento esportivo e até à prevenção de lesões. O fato de iniciar uma rotina de trabalho cedo, muitas vezes ainda na infância, pode fazer com que atletas deixem de lado hábitos comuns para crianças, como o aprendizado da escovação correta e uma rotina de cuidados em casa e também no dentista. Além disso, os tratamentos comuns para adolescentes, como o uso de aparelho ortodôntico e remoção dos sisos, são planos que acabam sendo adiados para não interferir na evolução da carreira, mas que podem ser prejudiciais para o desempenho futuro no esporte. 

Além do perigo de lesões mais graves, é muito comum que os  esportistas apresentem cáries, por exemplo. “A ingestão de alguns alimentos, consumo de isotônicos, medicamentos e suplementos podem ser os causadores da doença”, destaca Sergio Bernardes, dentista e gerente de novos produtos e práticas clínicas do Grupo Straumann. De acordo Sergio, os atletas que são respiradores bucais precisam dar atenção aos dentes e a presença do terceiro molar pode aumentar o risco de fraturas mandibulares. “A falta de precaução com a saúde bucal também pode levar à ocorrência de patologias ou disfunções da articulação temporomandibular (ATM) e doenças periodontais”, conta. Além disso, fraturas podem ocorrer durante os treinos mais pesados e nas competições. “Manter um acompanhamento com dentista ou ortodontista pode evitar possíveis traumas dentários. O uso de placas protetoras, alinhadores transparentes ortodônticos e a realização de exames periódicos podem auxiliar em questões como a eficácia da respiração, casos de apertamento dentário, correção da mordida e ainda proteção contra pancadas e acidentes”, afirma o dentista. 

Estética vale pontos 

A melhoria no desempenho e o cuidado com a saúde são essenciais, mas isso não tira a estética da lista de vantagens que o cuidado odontológico pode proporcionar para quem pratica esportes. No caso da atleta da Seleção Brasileira de Ginástica Rítmica Individual e medalhista de prata nos Jogos Pan-Americanos de Lima, Barbara Domingos, o cuidado com a estética está sendo parte fundamental da preparação na busca por uma vaga olímpica. “Cuidar do sorriso faz parte da preparação da ginasta, já que a estética conta pontos na nossa apresentação e, neste ano, como eu estou em busca da vaga olímpica, cada detalhe faz a diferença no tablado”, conta. 

No caso de Barbara, a solução encontrada foi buscar pelos alinhadores transparentes, nova tendência de tratamento para atletas. “Como nós saltamos e também trabalhamos com a bola e maças, o aparelho comum se tornava um risco, já que, em uma queda ou erro com os objetos, eu poderia me machucar. Além disso, a estética do aparelho comum não é o ideal para as apresentações, eles interferem muito na expressão facial”, explica a ginasta. 

A  dentista responsável pelo processo e especialista em alinhadores ClearCorrect, Isabela Shimizu, explica que o alinhador garante segurança em caso de atritos, colisões ou acidentes. “O ideal é que o paciente use os alinhadores 22 horas por dia, retirando somente nas refeições, mas, como ele é transparente e tem um formato mais anatômico, não apresenta risco de ferir a boca e pode ser usado em apresentações de ginástica ou até mesmo em jogos de futebol, por exemplo”, ressalta Isabela. 

O formato, além da vantagem estética, também traz mais mobilidade e conforto para a prática de esportes. De acordo com Isabela, a possibilidade de manter o tratamento mesmo durante viagens e longos períodos longe do dentista é um ganho para os atletas. “O tratamento com alinhadores transparentes permite que eles mantenham o cuidado mesmo em competições ou períodos fora da cidade, pois cada alinhador é previamente programado. Ou seja, na data certa, é só o atleta trocar o alinhador para o próximo, que já estará com ele, e seguir a rotina normal ”, explica a dentista. 

Na temporada 2020/2021, Barbara Domingos tem o Pan-Americano, agendado para acontecer no Brasil no mês de junho e, se conquistar a tão sonhada vaga, a Olimpíada de Tóquio. 

Sobre a ClearCorrect

A ClearCorrect é a segunda maior marca de alinhadores transparentes para tratamentos ortodônticos do mundo, pertencente Grupo Straumann, com produção concentrada na fábrica da Neodent em Curitiba (PR). O sistema da ClearCorrect promove a movimentação dentária por meio de pressões exercidas em determinadas regiões do dente, resultando na remodelação óssea.

Sobre o Grupo Straumann

O Group Straumann (SIX: STMN) é líder global em soluções odontológicas e de substituição de dentes que restauram sorrisos e confiança de pacientes ao redor do mundo. O Grupo une marcas internacionais que representam excelência, inovação e qualidade em odontologia substitutiva, corretiva e digital, incluindo Straumann®, Neodent®, Medentika, ClearCorrect™, Dental Wings, Yller® e outras empresas e parceiros de forma integral e parcial. Em colaboração com as principais clínicas, institutos e universidades, o Grupo pesquisa, desenvolve, fabrica e fornece implantes dentários, instrumentos, próteses CADCAM, biomateriais e soluções digitais para uso na substituição e restauração de dentes ou para prevenir a perda de dentes. Com sede em Basel, na Suíça, o Grupo tem atualmente mais de 6 mil colaboradores em todo o mundo e seus produtos, soluções e serviços estão disponíveis em mais de 100 países por meio de uma ampla rede de subsidiárias e parceiros de distribuição.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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