Febraban Tech 2023: Sicredi aborda tendências em inovação e tecnologia

Instituição financeira compartilha novidades sobre tokenização e como se conectam ao projeto piloto do Real Digital, uso de dados no agro e educação financeira 

Tendências de tokenização na economia digital, evolução tecnológica do agronegócio, ações de educação financeira e solução de organizador financeiro para empresas serão as novidades apresentadas pelo Sicredi no Febraban Tech 2023, entre 27 e 29 de junho, em São Paulo. Durante o evento, a instituição financeira cooperativa irá compartilhar as iniciativas em inovação e tecnologia por meio de sua participação em painéis e apresentações. 

“É o interesse genuíno pela prosperidade do nosso associado que nos leva a inovar cada vez mais. Isso nos motiva, nos inspira e nos leva a contribuir de forma significativa nas comunidades onde estamos presentes”, enfatiza Odair Dalagasperina, diretor executivo de produtos e negócios do Sicredi. 

A consultora digital do Sicredi, Solange Parisoto, participará do painel “Economia tokenizada já é realidade?”, que abordará regulação, vantagens, riscos e tendências da tokenização na economia digital, tema relacionado ao projeto do Real Digital. “Junto aos demais sistema cooperativos, formamos um consórcio e somos pioneiros na intercooperação do Real Digital. Estamos dedicados a essa iniciativa e apresentaremos esforços que vão além do que é exigido no escopo regulatório”, revela Solange. 

Para chegar na proposta que possibilitou estar entre as instituições que realizam testes no ambiente do Real Digital, o Sicredi contou com a parceria com a Avanade, líder em soluções inovadoras em tecnologia e negócios. “Fomos convidados pelo Sicredi, para juntar-nos a uma jornada já iniciada há algum tempo, de pesquisa e experimentação. Iniciamos com capacitação e novos modelos de negócio e em menos de dois meses o Sicredi já estava entre os principais atores nacionais do Sistema Financeiro Nacional”, destaca Courtnay Guimarães Jr., diretor de estratégia de negócios digitais da Avanade Brasil e colaborador voluntário do projeto Real Digital, junto ao Banco Central.

Já Keyla Copes, gerente de Responsabilidade Social da Fundação Sicredi, estará no painel “Estratégias adotadas pelas instituições financeiras na promoção de ações de educação financeira”. Na apresentação, Keyla levará o case do Programa Cooperação na Ponta do Lápis, principal iniciativa da instituição no fomento da educação financeira e que, em 2022, promoveu mais de 10 mil ações que, incluindo a Semana Nacional de Educação Financeira, impactaram mais de 20 milhões de pessoas em diferentes regiões do no país.

A temática “O campo dos dados: a evolução tecnológica do Agronegócio” será abordada no evento por Luis Veit, superintendente de Agronegócio do Sicredi. O executivo vai falar sobre como a inteligência de dados pode mudar o cenário econômico para o agronegócio. Também será discutido como a tecnologia pode trazer mais produtividade, com menos custo, possibilitando o avanço de práticas sustentáveis na área. 

O Sicredi também vai levar ao evento cases sobre infraestrutura de TI e soluções para análise de risco de crédito. A instituição apresentará o projeto de desenvolvimento de uma solução organizador financeiro para empresas (BFM), desenvolvido com tecnologia da Celero, fintech parceira da Visa, que possibilita gestão de fluxo de caixa completo, com controle do dinheiro, previsibilidade de entrada e saída de recursos, entre outras funcionalidades.

Confira abaixo a programação completa do Sicredi na Febraban Tech:

  • Dia 27/6, às 16h, Luis Veit, superintendente de Agronegócio do Sicredi, participará do painel O campo dos dados: a evolução tecnológica do Agronegócio.
  • Dia 27/6, às 11h, Cleber Agazzi, superintendente de Infraestrutura e Operações de TI do Sicredi e Maicon Baum, especialista Digital do Sicredi estarão no Estande AWS (Amazon), apresentando o case Otimizando a Análise de Risco de Crédito com o Uso de Instâncias Spot.
  • Dia 27/6, às 14h25, Marco Palma, gerente de Infraestrutura de TI do Sicredi, e André Hamerski, coordenador de Infraestrutura de TI do Sicredi estarão no estande Dell com o case “A evolução da infraestrutura de TI do Sicredi”.
  • Dia 28/6, às 13h30, Keyla Copes, gerente de Responsabilidade Social da Fundação Sicredi, estará no painel “Estratégias adotadas pelas instituições financeiras na promoção de ações de educação financeira”.
  • Dias 28/6, às 16h30 e 29/6, às 10h30, Felipe Sessin, Superintendente de Pessoa Jurídica e Roger Nascimento, gerente de produtos PJ do Sicredi, estarão no estande da FourSys com o case Organizador Financeiro PJ. 
  • Dia 29/6, às 14h, Solange Parisoto, consultora digital do Sicredi, participará do debate “Economia tokenizada já é realidade?”. 

O Febraban Tech é o maior evento brasileiro de tecnologia e inovação do setor financeiro. Para saber mais, basta acessar https://febrabantech.febraban.org.br/home

Sobre o Sicredi 

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 6,5 milhões de associados, que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 2,5 mil agências, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando uma gama completa de soluções financeiras e não financeiras. 

Site do Sicredi: Clique aqui 

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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