Fim de ano: pets X fogos de artifício

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Confira as dicas para amenizar o medo do seu animal de estimação

A passagem do ano é marcada por confraternizações com som alto e fogos de artifício. Para alguns, uma forma de celebrar o início de um novo período. Para muitos, um momento de preocupação com seus animais de estimação. A audição dos cães e gatos faz com que eles escutem quatro vezes mais que o homem. Esse fator, associado à não compreensão dos motivos dos fogos, gera medo nos animais e pode trazer consequências graves.
Estresse, traumas emocionais, quedas, fugas e, até mesmo, paradas cardiorrespiratórias são algumas consequências que podem afetar os pets durante a queima de fogos. “O tutor deve observar com antecedência a intensidade do medo do seu pet com sons altos e fogos de artifício e procurar auxílio profissional. O cuidado deve ser ainda maior com animais idosos ou cardiopatas”, aconselha o médico veterinário e responsável técnico do HiperZoo, Adolfo Yoshiaki Sasaki. Um especialista em comportamento canino pode auxiliar os tutores com técnicas de dessensibilização. “O trabalho consiste em recriar os estímulos que deflagram o comportamento medroso, porém com baixa intensidade, evitando o aparecimento de estresse e medo. Gradativamente o estímulo é aumentado, buscando a não resposta do animal”, explica o comportamentalista canino do Meu Cão Companheiro, Rafael Wisneski. No entanto, essa técnica exige alguns meses de trabalho conjunto entre o profissional e o tutor.
Para o ajudar a amenizar o estresse e ansiedade dos animais no momento dos fogos, o veterinário sugere recursos como manter o animal em local onde se sinta em segurança, preferencialmente dentro de casa com janelas e portas fechadas. Também deve-se evitar deixar o animal acorrentado, já que ele pode se machucar ao tentar fugir ou se esconder com o barulho dos fogos. “O ambiente fechado ajuda a reduzir o ruído dos fogos e também protege contra eventuais tentativas de fuga. Além disso, nunca devemos esquecer de manter os animais com coleira, placa de identificação e microchip, para que sejam facilmente identificados caso consigam fugir”, alerta Sasaki. Música suave também ajuda a acalmar e disfarçar os ruídos, assim como a utilização de pequenas bolas de algodão nos ouvidos.
No pet center também é possível encontrar diversas opções de produtos como florais, homeopáticos e calmantes naturais, palitos com ingredientes calmantes e feromônios sintetizados que promovem o bem-estar e induzem o animal a relacionar o ambiente a uma área de proteção e conforto. Outra dica é manter o pet distraído com brinquedos que podem ser recheados com petiscos e alimentos úmidos, mantendo a atenção do animal no objetivo de retirar o alimento. Quanto antes esses recursos forem inseridos na rotina dos pets, melhores serão os resultados.
“O ideal é buscar orientação do médico veterinário, que conhece o perfil e saúde do animal, para indicar as melhores alternativas e doses adequadas. E não fazer uso de dicas e medicamentos sugeridos por conhecidos ou na internet sem antes consultar seu veterinário”, alerta Sasaki.
 
Sobre o HiperZoo
Inaugurado em outubro de 2016, o HiperZoo disponibiliza mais de 20 mil produtos e serviços voltados ao mercado pet. A loja localizada em Curitiba foi inspirada no mercado americano e possui dois andares, estacionamento próprio com 40 vagas e conceito de shopping center, numa área total de três mil metros quadrados. www.hiperzoo.com.br

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Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. 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