Florianópolis recebe debate sobre avaliação de aprendizagem

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Nesta quarta-feira, dia 24, o Instituto Positivo e a GRANFPOLIS (Associação dos Municípios da Grande Florianópolis) reúnem Secretários de Educação e equipes pedagógicas na capital catarinense para um painel sobre “Análise de Aprendizagem”. O tema é relacionado à primeira meta do programa piloto de Arranjo de Desenvolvimento da Educação, que está unindo 22 municípios associados à GRANFPOLIS em prol da educação pública de qualidade. Entre os debatedores confirmados estão Vera Lúcia Petronzelli, mestre em Educação e doutoranda em Políticas Educacionais; Dalton Andrade, doutor em Políticas Educacionais, com linha de pesquisa em Avaliação Externa; e Claudia Zanela, doutora em Ciências da Educação e atual diretora da Diretoria de Ensino Fundamental da Prefeitura Municipal de Florianópolis.
“Por meio do encontro, denominado “Entre Nós”, esperamos contribuir com os debates relacionados à área de educação, potencializar o conhecimento e fortalecer os laços entre os 22 municípios envolvidos no programa”, afirma Antão Antônio David, assessor para assuntos educacionais da GRANFPOLIS. “A educação é a principal premissa para o desenvolvimento de um país. O investimento nela ainda é a forma mais concreta de se incentivar o progresso e alterar a imagem de uma nação. Ela é determinante, pois tem a capacidade de preparar as pessoas para o mundo e instruí-las para que se tornem protagonistas de suas próprias vidas”, finaliza Eliziane Gorniak – diretora executiva do Instituto Positivo.
O programa Arranjo de Desenvolvimento da Educação, lançado oficialmente em dezembro de 2015, já passou pelas fases de diagnóstico, construção do plano de ação e segue agora para a execução do plano de ação, que deve acontecer até dezembro de 2017. A proposta é incentivar um grupo de municípios de um mesmo território a trabalharem juntos, com metas claras e planos viáveis, em benefício da educação do território.
 
Serviço
Entre Nós – Painel “Avaliação de Aprendizagem”
Data: 24 de fevereiro de 2016, às 9h
Local: GRANFPOLIS (R. Cândido Ramos, 250 – Capoeiras, Florianópolis – SC)
Informações: (48) 3224-3668
 
Sobre o Instituto Positivo
Alinhado à estratégia de sustentabilidade e em consonância com a principal vocação do Grupo Positivo, o Instituto Positivo tem a Educação como foco prioritário. Ele articula e promove iniciativas que contribuam para o aumento da qualidade da educação básica do país, direcionando os seus investimentos para ações sustentáveis e estruturantes. O IP atua por meio de três frentes: Fortalecimento da Gestão Municipal para a Educação, Produção e Disseminação de Conhecimento e Mobilização Social Estruturada.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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