Créditos: Divulgação Ford Slaviero

Ford F-150: Maior picape do mundo abre pré-venda no Brasil

Chega em breve ao Brasil a Ford F-150, ícone mundial das picapes, exibida como destaque nos principais salões do automóvel e, também, no Show Rural Coopavel, que ocorreu no início de fevereiro. Os visitantes da feira do agronegócio realizada em Cascavel (PR) tiveram a oportunidade de conhecer o modelo que amplia a família de picapes da montadora, ao lado da Ranger e da Maverick.

A F-150 é a principal representante Série F, linha de picapes mais vendida da América do Norte há 46 anos consecutivos e, também, veículo líder de toda a indústria no continente há 41 anos. Com esse lançamento, a Ford reforça a sua autoridade em picapes, trazendo a linha mais completa do mercado com produtos de prestígio mundial. “É uma grande satisfação lançar no Brasil a F-150, que melhor simboliza a autoridade e liderança global da Ford em picapes”, diz Daniel Justo, presidente da Ford América do Sul.

Segundo ele, o modelo é o maior ícone da Série F, que, ao longo de suas 14 gerações, construiu um legado impressionante de inovação, tecnologia e confiabilidade, liderando tendências e antecipando os desejos dos clientes. O modelo evoluiu trazendo seguidas inovações e tornou-se referência no segmento de picapes. Com desempenho confiável em diferentes tipos de aplicação, seja de trabalho, esporte ou lazer, virou sinônimo de força, robustez, durabilidade, conforto e sofisticação.

Estilo, conforto e requinte

As duas versões da Ford F-150 2023 são movidas pelo motor Coyote 5.0 V8 a gasolina, que tem 405 cv de potência e torque de 56,7 kgfm. O câmbio é automático de dez marchas, com opção de trocas manuais. A aceleração de 0 a 100 km/h é feita em 7,1 segundos.

Sobre o consumo, ela faz 6,3 km/l na cidade e 8,6 km/l na estrada, o que permite uma autonomia de mais de 1.000 km com o tanque estendido de 136 litros. O sistema de tração conta com quatro opções: 4×2, 4×4 High, 4×4 Low e o 4×4 A, sob demanda. O seu pacote off-road inclui ainda bloqueio do diferencial eletrônico, amortecedores otimizados e protetores metálicos inferiores. Além disso, a F-150 tem oito modos de condução: Normal, Eco, Esportivo, Escorregadio, Neve intensa/Areia, Lama/Terra, Rocha/Avanço lento e Rebocar/Transportar.

A caçamba comporta 1.370 litros. A capacidade de carga da picape é de 728 kg na versão Lariat e de 681 kg, na Platinum. Ambas podem rebocar 3.515 kg e já vêm com receptor de engate e preparação elétrica para trailer, controle de freio e de oscilação de reboque. A carroceria tem 5.880 mm de comprimento, 1.960 mm de altura e 2.090 mm de largura.

O modelo conta ainda com câmera de ré; 6 airbags; ar-condicionado automático; faróis full-LED; sistema de som Bang&Olufsen com 8 alto-falantes; transmissão automática de 10 marchas. O design, o tamanho imponente, o desempenho incomparável em estrada e fora de estrada, as tecnologias avançadas de assistência, segurança, e conectividade e os itens diferenciados de acabamento e requinte fazem da F-150 um veículo único na categoria.

Marca é referência

A Ford tem hoje 110 concessionárias no Brasil, localizadas em pontos estratégicos para atender o novo perfil do consumidor da marca. Dentre elas, a Ford Slaviero, uma das mais tradicionais e sólidas do mercado, e com maior tempo de mercado em Curitiba, que também está com a pré-venda aberta. “Todas as qualidades da F-150 estarão disponíveis para o consumidor brasileiro, que já conhece a tradição da família de picapes Ford Raça Forte, formada hoje pela Ranger e a Maverick”, conta o diretor-executivo da Ford Slaviero, Luís Antônio Sebben. Ele ainda comenta que todos estão ansiosos e projetando um significativo crescimento nas vendas da concessionária após o lançamento.

As duas versões, Lariat e Platinum, estão entre os 10 lançamentos que a marca prepara para apresentar ainda este ano no mercado nacional. Os preços iniciam em R$ 470 mil para a Lariat, e a Platinum tem valor mínimo de R$ 490 mil. “O modelo é oferecido inicialmente apenas para clientes da Ford que tenham comprado um veículo novo da marca nos últimos 10 anos e, a partir do dia 16, a pré-venda também estará disponível para todo o público. A reserva é feita com o pagamento de 10% do valor da picape, com entrega das primeiras unidades entre 90 e 120 dias”, finaliza Luís.

Sobre a Ford Slaviero

Há quase 80 anos no mercado automotivo, a Ford Slaviero é uma das concessionárias de veículos mais tradicionais e sólidas do mercado, sendo revenda Ford com maior tempo de mercado em Curitiba. Os clientes podem contar com as facilidades oferecidas no comércio de veículos 0km, seminovos multimarcas, peças e serviços especializados. Mais informações: fordslaviero.com.br.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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