Ford Slaviero é anfitriã do Top de Marketing Edição 50 anos

A Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil – Seção Paraná (ADVB/PR) revelou nesta semana (29/12) os cases vencedores do Top de Marketing Edição 50 Anos nas categorias Arquitetura e Construção (Grupo Avantti – Case Reserva Barigui), Comunicação (OAK MKT / Coritiba Football Club – Case O Coxa tá chamando), Indústria (Grupo Baston Aerossóis – Case Above: É sobre você), Serviços (Ligga – Case De Copel Telecom para Ligga), Social (Sicredi – Case Sicredi & Smurfs: juntos pelo desenvolvimento sustentável), Startup e PME (Yazo Tecnologia – Case A maior startup de aplicativos para eventos da América Latina), e Varejo (Shopping Mueller – Case Uma ação de co-branding de marcas 100% curitibanas).

O prêmio é considerado o “Oscar” do setor e contou com inúmeras experiências imersivas para os convidados, como óculos de realidade virtual, simuladores de voo, televisões 3D (sem uso de óculos), além de uma ambientação futurista.

Realizada na oficina da Ford Slaviero da Avenida Iguaçu, a inovadora festa proporcionou uma experiência pra lá de diferente aos convidados. As placas da oficina e equipamentos, como guinchos hidráulicos, esmeril, bancadas e outros itens de trabalho foram utilizados como itens de decoração do Top 50, que abordou a modernidade e a tecnologia do futuro.

Já a cabine de pintura de veículos foi transformada pela RPC num espaço instagramável, tematizado com o Rocket 2023 – programa de inovação que é um grande sucesso. Outras marcas, como Grupo RIC, TOTVS, Hard Rock Cafe, Air Promo, Red Bull, AERP, Cervejaria Roots e Midialand, também realizaram ativações no espaço.

Além disso, todo o portfólio atual da Ford foi exposto no evento: Bronco, Maverick, Mustang, Ranger, Territory e Transit. O grande destaque da festa foram três modelos Mustang: dois modelos novos e um da década de 70. “O evento reforça a tradição da Ford Slaviero, mas, ao mesmo tempo, demonstra nossa pegada de inovação e modernidade. Por isso, estamos sempre envolvidos em iniciativas culturais e eventos de impacto, acompanhando os movimentos contemporâneos”, destaca o CEO da Ford Slaviero, Luís Antônio Sebben.

Sobre a Ford Slaviero

Há quase 80 anos no mercado automotivo, a Ford Slaviero é uma das concessionárias de veículos mais tradicionais e sólidas do mercado, sendo revenda Ford com maior tempo de mercado em Curitiba. Os clientes podem contar com as facilidades oferecidas no comércio de veículos 0km, seminovos multimarcas, peças e serviços especializados. Mais informações: fordslaviero.com.br.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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