França x Croácia: quem ganha na disputa de cidades inteligentes?

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A Croácia não estava entre as preferidas para a Copa do Mundo de 2018, mas surpreendeu e chegou às semifinais, eliminando a Inglaterra nas prorrogações. Agora, a seleção disputa a taça do torneio com a França no próximo domingo (15), em um jogo em que não será favorita. Mas quando falamos sobre cidades inteligentes, será que a Croácia ganha da França? Confira:
Estudo aponta as cidades mais inteligentes do mundo
O estudo IESE – Cidades em Movimento 2018, realizado pela IESE – Business School da Universidade de Navarra, analisou nove dimensões de 165 cidades pelo mundo (74 delas são capitais) para determinar as cidades mais inteligentes. A análise incluiu indicadores relacionados ao capital humano, aspectos sociais, economia, governança, meio ambiente, mobilidade e transporte, planejamento urbano, acesso a serviços internacionais e tecnologia. Ao todo, foram verificados 83 indicadores, sendo que Zagreb, a capital da Croácia, e Paris, capital da França, fizeram parte das cidades estudadas.
Paris, a terceira cidade mais inteligente do mundo
No ranking, Paris desponta como uma das cidades mais avançadas do mundo, com nota 90.20. A capital da França atingiu a melhor nota do estudo para o acesso a serviços internacionais, que considera planos de turismo estratégicos, atrativos para investimento estrangeiros e representação fora do País. Outro destaque é a primeira colocação para mobilidade e transporte, que analisou o alcance do metrô e a quantidade de estações e voos disponíveis, e até o tempo gasto no tráfego.
Segundo o assessor de mercado do Instituto das Cidades Inteligentes (ICI), Amilto Francisquevis, Paris também se destaca nesse quesito pelo funcionamento do transporte público. “Além do sistema utilizar combustível verde, grande parte da população realmente utiliza o transporte de forma regular. E a cidade tem uma iniciativa interessante, que é um programa gratuito de empréstimo de bicicletas, que funciona desde 2007”, adiciona Francisquevis. Paris ainda conquistou o terceiro lugar no ranking para planejamento urbano e o sétimo lugar para economia.
Zagreb e seu cuidado com o meio ambiente
A capital da Croácia, que possui aproximadamente 800 mil habitantes, perde na disputa de cidades mais inteligentes: ocupa 83ª posição no ranking da IESE com a nota 52.31 (a cidade melhor classificada do Brasil, que é São Paulo, possui 44.63 de pontuação). Um dos fatos que influencia é a grande diferença no Produto Interno Bruto (PIB) dos dois Países.
Nas dimensões analisadas, Zagreb se destaca em meio ambiente, ocupando a 27ª posição, que considera indicadores como as emissões de gás carbônico e de metano, o índice de poluição e a quantidade de lixo gerada anualmente por pessoa. A cidade também ocupa o 43º lugar para aspectos sociais, que inclui dados sobre mortalidade, saúde, desemprego e até o número de atos terroristas (Paris ocupa a 49ª e a 87ª posição, respectivamente, para as duas dimensões).
Sobre o ICI
O ICI – Instituto das Cidades Inteligentes é uma organização criada em 1998, com atuação em todo o território nacional, referência em pesquisa, integração, desenvolvimento e implementação de soluções completas para a gestão pública. Mais informações: www.ici.curitiba.org.br.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. 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