Grandes nomes da música nacional e internacional embalam programação de setembro no Teatro Positivo e Teatro UP Experience

O mês de setembro é de muita música boa no complexo da UP Experience, principalmente para os amantes do rock e do R&B. No palco do Teatro Positivo, o feriado da Independência, no dia 7, tem um dos maiores nomes do rock cristão nacional, com a banda Rosa de Saron. No dia 12, o rock continua sendo a principal atração, com apresentação do AC DC All Stars Tribute, que traz os principais sucessos da banda australiana aos palcos brasileiros. No dia seguinte (13), o cantor José Augusto celebra os seus 50 anos de carreira na turnê “Histórias em Canções”.

Variando o cardápio do mês, a médium Márcia Sensitiva apresenta sua palestra intitulada “Acorda pra Vida!” no dia 19 de setembro. Já no dia 20 o palco do Teatro Positivo recebe o maior tributo da América Latina à banda U2, com o espetáculo U2 One Love & Orquestra. No dia 21 é a vez do sertanejo, com a dupla Milionário & Moysés Rico, e no dia 22 o humorista Gio Lisboa apresenta seu novo show “Medonho”.

A última semana do mês está reservada para os shows de dois grandes nomes da música internacional. Vencedora de dois Grammys e dona dos hits “I Will Survive” e “Can’t Take My Eyes Off You”, a estadunidense Gloria Gaynor traz sua turnê para Curitiba no dia 23. No dia seguinte (24), é a vez do grupo The Stylistics, diretamente da Filadélfia.

TUX

A programação do Teatro UP Experience também conta com grandes atrações durante o mês de setembro, cheia de homenagens a músicos incríveis. A primeira sexta-feira do mês (6) recebe a Supertramp Experience, que homenageia a banda britânica de pop rock. No dia 11 é a vez do INXS Experience, que traz os grandes sucessos da banda de rock australiana.

As homenagens seguem no dia 15 de setembro, com a apresentação do Tears for Fears Symphonic Tribute, que traz os maiores hits da banda britânica acompanhados de uma orquestra sinfônica. No dia 21, a programação fecha com o espetáculo A Bella Itália, que apresenta um especial focado nas obras do cantor de ópera Andrea Bocelli.

Os ingressos para todos os shows de setembro do Teatro Positivo e do Teatro UP Experience podem ser adquiridos no site do Disk Ingressos.

Serviço

Teatro Positivo – Rua Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5.300 – Campo Comprido

7 de setembro – Rosa de Saron

12 de setembro – ACDC All Stars Tribute

13 de setembro – José Augusto

19 de setembro – Marcia Sensitiva

20 de setembro – U2 One Love & Orquestra

21 de setembro – Milionário & Moysés Rico

22 de setembro – Gio Lisboa

23 de setembro – Gloria Gaynor

24 de setembro – The Stylistics

Teatro UP Experience – Rua Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5.300 – Campo Comprido

6 de setembro – Supertramp Experience

11 de setembro – INXS Experience

15 de setembro – Tears for Fears Symphonic Tribute

21 de setembro – A Bella Itália: Especial Andrea Bocelli

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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