Grupo Positivo assume unidade de ensino infantil gratuita

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Desde meados de 2018, a Associação Maria Amélia (AMA) passou a integrar oficialmente as ações sociais do Grupo Positivo. Fundada em 2010, a AMA é uma organização sem fins lucrativos, localizada ao lado do câmpus Ecoville da Universidade Positivo, e funciona como uma unidade de Educação Infantil que atende, gratuitamente e em período integral, 108 crianças em situação de vulnerabilidade social, moradoras dos bairros próximos à instituição, em Curitiba. A sua fundação, bem como o seu nome, são uma homenagem à mãe de um dos acionistas do Grupo Positivo, que foi o responsável por idealizar, implantar e manter a instituição durante oito anos.
Jéssica Kotarski, mãe de dois alunos da AMA, só tem elogios sobre a unidade. Para ela, toda a estrutura e serviço encontrados na escola são privilégios para a comunidade. “Eles trabalham em conjunto para nosso bem e é visível o tratamento especial que cada aluno recebe. A Jhulia, minha filha, sempre fala sobre as atividades que os estudantes da Universidade levam e, inclusive, foi beneficiada pelo atendimento psicológico, uma necessidade encontrada pela diretora”, conta.
Além do ensino gratuito às crianças, a AMA ainda conta com uma Escola de Pais, que oferece cursos para a comunidade adulta. “É um serviço de muita qualidade que possibilita que façamos cursos que não teríamos condições de arcar com os custos”, expõe Patrícia Maura, mãe do Davi Magno, também aluno da AMA. Ela conta que o que mais chama atenção na escola é a organização e o fato de o filho poder participar de tudo o que a instituição oferece. “Eu acho muito importante o fato de não ter custo, porque às vezes a gente não tem dinheiro para comprar o que eles precisam, e eu acho muito fantástico a AMA promover tudo de uma forma simples, em que a gente se sente incluído. Lá, meu filho é igual a todos os outros, ele não tem menos ou mais que ninguém”, destaca.
Ao fazer parte do Positivo, a AMA passou a ser administrada conjuntamente pelo Colégio Positivo e pelo Instituto Positivo, que é responsável pela gestão do investimento social do Grupo, cujo foco é a melhoria da educação pública brasileira. Além disso, a AMA contará com o apoio da Universidade Positivo para atividades de extensão voltadas às famílias dos alunos; da Editora Positivo, com livros e soluções didáticas; e da Positivo Tecnologia, que fornecerá tecnologias educacionais. Com isso, todas as unidades do Positivo abraçam a instituição e reforçam sua contribuição por meio de iniciativas relacionadas às suas áreas de atuação.
“Um dos principais objetivos do Positivo ao assumir integralmente a AMA é perenizar essa admirável iniciativa de um de nossos sócios, e manter a qualidade do atendimento da instituição, já bastante reconhecida pela comunidade”, conta Lucas Guimarães, vice-presidente do Grupo. “O Instituto Positivo, desde 2015, atua nacionalmente dedicando-se à pesquisa e ao fomento de Arranjos de Desenvolvimento da Educação (ADE) junto a municípios brasileiros. Agora, com a AMA, sua missão se fortalece ao abraçar esta importante iniciativa filantrópica em Curitiba, cidade onde está a maioria dos nossos alunos e dos apoiadores do Instituto Positivo”, completa.
 
Sobre o Grupo Positivo
O Positivo nasceu em 1972, a partir da ideia um grupo de professores visionários que criaram um curso pré-vestibular inovador. Hoje, a marca Positivo consolidou sua liderança em todas as áreas em que atua (Ensino, Soluções Educacionais, Cultura, Tecnologia e Gráfica), graças à qualidade de seus serviços e produtos. Na área de Ensino, o Grupo atua desde a Educação Infantil até o Ensino Superior – Graduação (Bacharelados, Licenciaturas e Cursos Superiores de Tecnologia), Especialização, Mestrado e Doutorado, contando com aproximadamente 52 mil alunos em escolas próprias. Mais de 1 milhão de alunos utilizam os sistemas de ensino da Editora Positivo, em escolas públicas e particulares, no Brasil e no Japão. Escolas de mais de 40 países utilizam soluções desenvolvidas pela divisão de Tecnologia Educacional da Positivo Tecnologia. A Posigraf, uma das maiores gráficas da América Latina, imprime e distribui mais de 50 milhões de livros por ano. Na área cultural, conta com sete espaços destinados a eventos e exposições (Expo Barigui, Teatro Positivo – Pequeno Auditório, Teatro Positivo – Grande Auditório, Expo Unimed Curitiba, Estação Eventos e Laboratório de Inovações Gastronômicas). O Grupo Positivo conta ainda com o Instituto Positivo, que tem foco em Investimento Social por meio de ações voltadas para a  melhoria da educação pública e, atualmente, beneficia 32 mil alunos da rede pública de ensino.

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Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. 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