GT Building é vencedora do Prêmio Top de Marketing ADVB-PR na categoria Arquitetura e Construção

Maior premiação de marketing e vendas do estado reconhece o Lange,Turin como melhor case do segmento

A GT Building, incorporadora paranaense e um dos principais players do mercado imobiliário da capital, foi a vencedora na categoria “Arquitetura e Construção” do Prêmio Top de Marketing 2024, promovido pela Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil – Seção Paraná (ADVB/PR). O case vencedor destacou o lançamento do empreendimento Lange,Turin, um projeto que homenageia a história e cultura paranaense, eleva o conceito de short-stay a um padrão de luxo de seis estrelas e redefine o mercado imobiliário local. 

Localizado em um dos últimos terrenos disponíveis na Avenida Visconde de Guarapuava, na esquina com a Rua Desembargador Motta, o empreendimento é composto por três torres e celebra a identidade local com uma homenagem a dois dos maiores artistas do estado: João Turin e Frederico Lange de Morretes. O sucesso foi imediato: nos primeiros três meses após o lançamento, o projeto registrou um dos maiores volumes de vendas do ano, consolidando seu impacto no mercado com 243 contratos fechados a um ticket médio de R$ 730 mil por unidade, totalizando R$ 182 milhões em vendas de junho a agosto de 2024. O sucesso representou 42% do mercado de Curitiba no segmento especial de studios.

“Recebemos com muito orgulho e entusiasmo o Prêmio Top de Marketing 2024. Reconhecimentos como este só comprovam nosso avanço consistente em diversas frentes de comunicação e marketing. O Lange,Turin é mais do que um empreendimento: é uma obra de arte e um legado para o Paraná, Estamos sempre em busca de ideias inovadoras e de formas únicas e especiais de nos conectar, seja  entre nós mesmos ou com nossos clientes e o público geral”, comemora a gerente de marketing da GT Building, Fernanda Viana. 

Sobre a GT Building  

A GT Building é uma incorporadora curitibana e um dos principais players do mercado imobiliário da capital. Preocupada com o futuro, a GT Building se posiciona como uma empresa Climability®, que utiliza suas habilidades de criação de projetos inovadores aliada à consciência e vontade de ajudar na construção de um mundo melhor. Com o objetivo de neutralizar sua pegada ecológica, a empresa fez parcerias com climatechs e organizações de preservação de biomas brasileiros para aquisição de créditos de carbono, compensando suas emissões de gases de efeito estufa.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. 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