HiperZoo inaugura megaloja no Seminário

Pet shop 100% curitibano abre oitava unidade neste sábado, 20 de julho, com estacionamento gratuito e atrações para toda a família

Curitiba ganha a oitava loja HiperZoo neste sábado, dia 20 de julho, no bairro Seminário. Após oito anos desde a inauguração da primeira loja, a marca se consolida como o maior pet shop 100% curitibano. Com um investimento de R$ 2,5 milhões, o novo espaço conta com 750 metros quadrados destinados aos pets, oferecendo uma ampla variedade de produtos e serviços para os animais de estimação da cidade. 

Com mais de 30 mil itens para todos os pets — convencionais, silvestres ou exóticos —, como cães, gatos, aves, peixes, répteis, anfíbios e roedores, a loja possui uma farmácia veterinária completa, serviços de banho e tosa e pet wash, onde os tutores podem eles mesmos darem banho nos próprios animais. Aberta todos os dias do ano, a nova loja está localizada na Avenida Sete de Setembro, 6.270, no bairro Seminário. 

A nova unidade do HiperZoo oferece atendimento especializado, serviço de entrega, compre e retire, estacionamento com mais de 20 vagas, além de ser inclusiva, com planta térrea e vagas exclusivas. A escolha do novo empreendimento foi definida pela densidade demográfica e perfil do público. “Além desses requisitos, levamos em conta a localização de todas as nossas lojas, para oferecer conveniência e experiência aos clientes de todas as regiões da cidade”, explica a diretora do HiperZoo, Patricia Maeoka.

O dia da inauguração promete uma grande festa, com ações para interação entre humanos e pets, degustação de petiscos, encontro de adoção, promoções, distribuição de brindes, amostras e vouchers de descontos. A rede realiza, desde o início, encontros de adoção de cães e gatos aos sábados, das 10h às 17h, agora também na nova loja. 

Segundo Patricia, o HiperZoo se compromete em atender animais e seus tutores, indo além de uma loja. “Nos dedicamos em ser um espaço de convivência familiar, para todos aqueles que cuidam, trabalham ou têm um pet na família. Queremos inspirar relacionamentos de amor, respeito e cuidado das famílias multiespécies. Acreditamos que os animais transformam as pessoas em seres mais sensíveis, empáticos e do bem”, ressalta a diretora.

Mercado pet

O Brasil ocupa lugar de destaque no mercado pet, sendo o terceiro maior país do mundo em população total de animais de estimação, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), com 160 milhões de pets. Em 2023, o setor faturou R$ 68,7 bilhões, um aumento de 14% em relação a 2022, estabelecendo um recorde nacional para o segmento. De acordo com dados da ABINPET e IBGE, há, em média, 1,6 animais de estimação por residência no país. 

Serviço

HiperZoo Seminário

Localização: avenida Sete de Setembro, 6.270, Seminário — Curitiba/PR

Horário de atendimento: de segunda a sábado, das 8h às 21h, domingos e feriados, das 8h às 20h.

Sobre o HiperZoo

Inspirado no modelo americano de negócio, com conceito de one stop shopping e foco em inovação, o pet center HiperZoo conta com oito lojas em Curitiba, nos bairros Bacacheri, Jardim Botânico, Mercês, Parolin, São Braz, Seminário, Centro e Portão. São mais de 30 mil itens para animais convencionais, silvestres ou exóticos, além de farmácia e serviço de estética animal. www.hiperzoo.com.br

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*por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas Existe uma força de trabalho em transformação, e as habilidades necessárias para atuar em um mundo permeado por IA ainda estão sendo construídas — muitas delas nem sequer possuem nome ou classificação formal em códigos ocupacionais. Apesar da velocidade de adoção, existe uma contradição: o volume de investimento em IA nas empresas é desproporcional aos resultados efetivamente colhidos. Parte do problema está em tentar aplicar IA a processos que já não fazem mais sentido, em vez de repensar os fluxos de trabalho antes de automatizá-los. 88% das organizações usam IA em ao menos uma função, mas apenas 39% reportam qualquer impacto no EBIT — e a McKinsey estima que ~75% dos cargos precisam de reformulação fundamental. A adoção aconteceu; o redesenho do trabalho, não. (dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. 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