Hospital Universitário Cajuru alcança acreditação ONA Nível 3

Certificação de excelência reforça compromisso com segurança, qualidade e humanização no atendimento público de saúde

O Hospital Universitário Cajuru, localizado em Curitiba (PR), conquistou a certificação ONA Nível 3 — Acreditado com Excelência, a mais alta classificação concedida pela Organização Nacional de Acreditação. O reconhecimento atesta o cumprimento de rigorosos padrões de segurança do paciente, gestão integrada e excelência operacional. Com essa conquista, a instituição se consolida como referência nacional em saúde pública e formação de especialistas, após um processo contínuo de melhorias iniciado em 2022, quando obteve o selo ONA Nível 1. 

Como único hospital 100% SUS do Paraná a alcançar o nível máximo de acreditação, o Hospital Universitário Cajuru agora integra um seleto grupo de pouco mais de 30 hospitais públicos no Brasil com essa certificação. “Essa conquista reflete o esforço contínuo de toda a equipe, que se dedica a garantir a excelência e a humanização no atendimento. Ver o hospital evoluir e se consolidar como referência na prestação de serviços de saúde e na formação de especialistas, seguindo os mais elevados padrões de qualidade e segurança, é motivo de grande orgulho. Cada vida que tocamos, cada desafio superado, é um passo importante na construção de uma tradição de excelência, com o paciente sempre no centro de nosso cuidado”, explica o diretor-geral do hospital, Juliano Gasparetto.  

A certificação ONA Nível 3 também destaca o impacto do Hospital Universitário Cajuru na saúde pública, não só no Paraná, mas em todo o Brasil. Como referência no atendimento de traumas, doenças cardiovasculares e transplantes renais, o selo beneficia os mais de 147 mil pacientes atendidos anualmente. “Embora a acreditação ONA Nível 3 seja um reconhecimento do esforço da nossa equipe, para nós, o verdadeiro prêmio vem na confiança que nossos pacientes depositam em nós todos os dias. Nosso compromisso é seguir evoluindo para oferecer um atendimento de excelência a todos, sem exceção”, conclui Juliano Gasparetto.

Sobre o Hospital Universitário Cajuru

O Hospital Universitário Cajuru é uma instituição filantrópica com atendimento 100% SUS e com a certificação de qualidade da Organização Nacional de Acreditação (ONA) nível 1. Está orientado pelos princípios éticos, cristãos e valores do Grupo Marista. Vinculado às escolas de Medicina e Ciências da Vida da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), preza pelo atendimento humanizado, com destaque para procedimentos cirúrgicos, transplante renal, urgência, emergência, traumas e atendimento de retaguarda a Pronto Atendimentos e UPAs de Curitiba e cidades da Região Metropolitana.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. 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