Inglês na Educação Infantil: por onde começar?

Cada nova palavra aprendida por uma criança é a chave de acesso para um novo universo de possibilidades. Quando essas palavras são em outro idioma, então, cada nova palavra é a conquista de horizontes ainda mais amplos. De acordo com a ciência, aprender um novo idioma é mais fácil quanto mais novas são as crianças. Isso porque o cérebro consegue armazenar a língua mãe e a língua adicional de formas similares, o que permite um desenvolvimento bilíngue mais tranquilo.

Entretanto, ensinar um idioma novo para os pequenos pode ser um desafio. Como, afinal, trabalhar o vocabulário e as expressões idiomáticas com crianças de três ou quatro anos de idade? A resposta está em uma série de elementos fundamentais para facilitar esse processo. De acordo com o assessor de conteúdo do PES English, Adriano Freitas Irala, “as crianças não aprendem apenas por meio de um sentido, mas utilizam todos os sentidos. Elas aprendem por meio de ações e movimentos. Por isso, o processo de ensino de qualquer tema para elas precisa integrar todos eles”.

O especialista explica que uma boa estratégia é fazer com que elas se mexam, se levantem, toquem em objetos relacionados ao conteúdo que está sendo ensinado. Assim, elas conseguem aprender melhor. Irala falou sobre o assunto em painel realizado durante a Bett Brasil 2022. “Ao ensinar uma nova língua para crianças, principalmente as mais novas, faça perguntas que estimulem o pensamento criativo. Brinque, por exemplo, com as cores: ‘se você misturar o red (vermelho) com o yellow (amarelo), que cor vai encontrar?’. Assim, ela vai poder desenvolver um raciocínio criativo fazendo a conexão com as palavras que está aprendendo”, aconselha.

Ambiente influencia no aprendizado

Observando o processo de ensino e aprendizagem de crianças pequenas, vários estudos confirmam os muitos fatores capazes de potencializar ou prejudicar a evolução das crianças. Um deles é muito individual e está relacionado ao ritmo de aprendizagem. Cada criança tem seu próprio ritmo e, por isso, ensinar a elas um novo idioma precisa ser uma tarefa individualizada.

Outro fator relevante é o ambiente em que se dá o ensinar. “A dica é criar um ambiente propício para o brincar. Não podemos separar o aprendizado do brincar porque, com a brincadeira, o aprendizado se torna mais significativo e envolvente”, detalha Irala. Enriquecer esse espaço com cartazes e pôsteres, por exemplo, é uma forma de torná-lo mais atrativo. Em inglês, fala-se em “enabling environment”, ou “ambiente facilitador”. Trata-se de um espaço com recursos e estímulos apropriados para cada faixa etária. “Um espaço em que a criança possa folhear livros e sentar-se no chão, um ambiente acolhedor e com oportunidades de aprendizagem favorecidas pelo lúdico. Um lugar em que elas possam arriscar e explorar sem receio de se frustrar”, afirma.

Por fim, a conexão afetiva entre professor e estudantes é muito importante. Além disso, o professor precisa conhecer as crianças e atender às necessidades individuais delas, porque cada criança é única, estabelecendo, assim, uma parceria entre a escola e a família”, destaca o assessor de conteúdo do PES English, Adriano Freitas Irala.

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Sobre o PES English

O PES English é um programa de Inglês avançado destinado a escolas particulares. Ele oferece aos professores assessoria pedagógica especializada, portais de conteúdo e uso da língua inglesa, além de materiais didáticos internacionais publicados pela Cambridge University Press. Presente em mais de 260 escolas em todo o país e atendendo a mais de 55 mil alunos, a solução educacional tem como objetivo desenvolver as habilidades de leitura, fala, escrita e escuta do Inglês em alunos entre 3 e 16 anos. Com certificação e reconhecimento internacionais, o PES também oferece a escolas e alunos assessoria na administração e aplicação de exames de proficiência Cambridge Assessment English.

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Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. 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