Inovações da PC Sistemas focam em automatização para a distribuição farma

WinThor Medicamentos ganha recursos para simplificar a gestão comercial e controle de pedidos por operadores logísticos

Com a certeza de que as empresas precisam de soluções cada vez mais especializadas no seu nicho de atuação, a PC Sistemas, do Grupo TOTVS, desenvolveu novos recursos no seu software de gestão para a distribuição farma, o WinThor Medicamentos. As funcionalidades foram lançadas durante a Abradilan 2017, maior feira do setor farmacêutico do país, que aconteceu nos dias 21 a 23 de março, no Expo Center Norte, em São Paulo.
Entre as novidades, está a Precificação com Sugestão de Políticas Comerciais. Diferentemente de outros setores, no mercado farma, este processo ocorre por meio de descontos aplicados diretamente pela fábrica. Com essa ferramenta, além de precificar, o distribuidor também consegue simular promoções e políticas comerciais, levando em consideração diferentes fatores, como a rentabilidade desejada, os produtos recentemente cadastrados ou com pouco giro sobre um determinado período, entre outros. O objetivo é proporcionar à área de vendas uma atuação mais precisa, segura e eficiente.
Outra característica bastante específica da operação da distribuição farma é a necessidade de acompanhamento do fluxo de pedidos dos operadores logísticos. Essas ordens chegam para o distribuidor em grandes quantidades e em diferentes condições comerciais, conforme negociação e subsídio de cada indústria. Esse controle, normalmente é realizado de forma manual, em planilhas de Excel, o que gera bastante dificuldade quanto à confiabilidade das informações geradas.
Olhando para essa necessidade, a PC Sistemas desenvolveu a rotina de Conta Corrente de Operador Logístico. Com ela, todo o monitoramento da movimentação de pedidos ocorre de forma automática, diretamente no WinThor, que já calcula o desconto estabelecido pelas regras de cada indústria. Com essa evolução, o processo de débitos e créditos passa a ser automatizado, promovendo agilidade e precisão, além de aumentar a produtividade da equipe e reduzir os riscos de perdas financeiras para a empresa.
“O distribuidor é parte fundamental da cadeia para fazer o medicamento, que saiu da indústria, chegar às mãos do consumidor final. Hoje vemos este segmento lidando com os desafios da transformação digital, momento em que as empresas precisam automatizar as suas rotinas e revalidar modelos e processos para sobreviverem a esta nova realidade do mercado. Nossas inovações estão sendo pensadas para apoiar nossos clientes nesta importante fase dos seus negócios”, comenta Ademar Alves, diretor executivo da PC Sistemas.
 

Sobre a TOTVS

Provedora de soluções de negócios para empresas de todos os portes, atua com softwares de gestão, plataformas de produtividade e colaboração, hardware e consultoria, com liderança absoluta no mercado SMB na América Latina. Com mais de 50% de marketshare no Brasil, ocupa a 20ª posição de marca mais valiosa do país no ranking da Interbrand. A TOTVS está presente em 41 países com uma receita líquida de mais de R$ 2 bilhões. No Brasil, conta com 15 filiais, 52 franquias, 5 mil canais de distribuição e 10 centros de desenvolvimento. No exterior, conta com mais 7 filiais e 5 centros de desenvolvimento (Estados Unidos, México, China e Taiwan).

Para mais informações, acesse o website https://www.totvs.com/

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. 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