Inscrições para Fórum de Finanças Sociais e Negócios de Impacto encerram dia 30 de maio

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A 3ª edição do evento, realizado a cada dois anos, contará com a participação da Fundação Grupo Boticário e mobilizará mais de 850 pessoas

 

Faltam poucos dias para o encerramento das inscrições do Fórum de Finanças Sociais e Negócios de Impacto, um dos principais eventos brasileiros que busca a conexão entre investidores, organizações intermediárias, grandes empresas, governo e empreendedores de negócios de impacto social. Até o dia 30 de maio, representantes de empreendimentos que buscam soluções inovadoras focadas na melhoria de vida das populações de baixa renda e que tenham modelos econômicos rentáveis podem se cadastrar no site www.investirparatransformar.com.br.
O evento, marcado para os dias 06 e 07 de junho, no Complexo Aché Cultural, busca inspirar os participantes com cases inovadores de negócios que estão gerando impacto social positivo, bem como dar visibilidade às conquistas obtidas pelas organizações engajadas na transformação social. Ao todo serão mais de 170 palestrantes, sendo seis deles internacionais, que irão debater tendências e temas inovadores. Em sua terceira edição, o encontro também busca ampliar as fronteiras em relação às agendas que podem somar com o movimento das Finanças Sociais e Negócios de Impacto.
Entre os participantes desses temas, estarão presentes como representantes da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza o gerente de Economia da Biodiversidade, André Ferretti, e o coordenador de Negócios e Biodiversidade, Guilherme Karam. Ambos participam no dia 6 de junho, no período da tarde. Ferretti será debatedor no painel “Quebrando bolhas com outros ecossistemas” e Karam será palestrante e mediador do “Track Meio Ambiente”. “Temos atuado fortemente nesses eventos para mostrar que a Fundação Grupo Boticário está cada vez mais engajada no campo de Finanças Socioambientais, demonstrando que há diversas oportunidades para o desenvolvimento de negócios de impacto em conservação do meio ambiente, os quais podem ser aliados estratégicos para a conservação de nossa biodiversidade, declara o coordenador.
A Fundação Grupo Boticário também atua como líder do Grupo de Trabalho (GT) de Meio Ambiente, que conta com a participação de parceiros como Fundação CERTI, Sitawi, Imaflora, BNDES/Fundo Amazônia, GVCes e Instituto LIFE.
Programação
A programação do Fórum inclui temas como tecnologias disruptivas para alavancar o impacto, desafios do empreendedor, como destravar o potencial de grandes investidores, instrumentos financeiros para ampliar investimentos, avaliação de impacto, negócios de impacto na Amazônia, entre outros. Além disso, cada uma das temáticas priorizadas: Periferia, Gênero e Raça, Governo, Meio Ambiente e Grandes Empresas terão trilhas de aprendizagem para aprofundamento dos participantes.
Outra novidade desta edição é a Chamada para Apoio a Eventos Regionais que selecionará organizações em todo Brasil interessadas em realizar eventos correlacionados ao tema no segundo semestre de 2018. Os selecionados poderão receber apoio de divulgação e aportes de R$10.000 para realizar a iniciativa. As inscrições para a Chamada estão abertas até 27/05.
O Fórum de Finanças Sociais e Negócios de Impacto tem o patrocínio de diversas empresas, instituições públicas, fundações e institutos conectados ao tema, como Banco Itaú, Instituto Intercement, BID-Fomim, BNDES, Fundação Grupo Boticário, Instituto Coca-Cola, Instituto Votorantim, Fundação Novartis, Fundação Telefônica- Vivo, Basf, Climate Ventures, Instituto Sabin, Mattos Filho, Parceiros pela Amazônia e Derraik & Menezes.
Serviço
O que: 3º Fórum de Finanças Sociais e Negócios de Impacto
Quando: 06 e 07 de junho de 2018
Onde: Complexo Aché Cultural
Inscrições: www.investirparatransformar.com.br
 
Sobre a Fundação Grupo Boticário
A Fundação Grupo Boticário é fruto da inspiração de Miguel Krigsner, fundador de O Boticário e atual presidente do Conselho de Administração do Grupo Boticário. A instituição foi criada em 1990, dois anos antes da Rio-92 ou Cúpula da Terra, evento que foi um marco para a conservação ambiental mundial. A Fundação Grupo Boticário apoia ações de conservação da natureza em todo o Brasil, totalizando mais de 1.500 iniciativas apoiadas financeiramente. Protege 11 mil hectares de Mata Atlântica e Cerrado, por meio da criação e manutenção de duas reservas naturais. Atua para que a conservação da biodiversidade seja priorizada nos negócios e nas políticas públicas, além de contribuir para que a natureza sirva de inspiração ou seja parte da solução para diversos problemas da sociedade. Também promove ações de mobilização, sensibilização e comunicação inovadoras, que aproximam a natureza do cotidiano das pessoas.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. 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