Inspirados pela força da natureza, jovens e mulheres do Sicredi refletem sobre liderança em Foz do Iguaçu (PR)

Super Summit Sicredi usa força dos elementos naturais para celebrar jornada de equidade e inclusão nas Instituições Financeiras Cooperativas, com presença de delegações de cerca de 15 países e lideranças do Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito (WOCCU)

Com mais de mil quilômetros de extensão, o Rio Iguaçu cruza o estado do Paraná de leste a oeste, onde estão as Cataratas do Iguaçu. A força desse rio tão importante para o estado – e que em seu curso se transforma em uma das Sete Maravilhas da Natureza – é a inspiração para o Super Summit Sicredi. O encontro promovido pela Central Sicredi PR/SP/RJ acontecerá nos dias 17 e 18 de abril em Foz do Iguaçu (PR) e vai reunir cerca de 1,2 mil jovens e mulheres líderes nas Instituições Financeiras Cooperativas dos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro. A iniciativa é voltada aos integrantes dos Comitês Jovem e Mulher, movimentos que têm contribuído para o fortalecimento de uma governança mais diversa, especialmente com a presença de lideranças femininas e das novas gerações.

Com 24% de participação feminina, os Conselhos das Cooperativas Sicredi com atuação nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro registraram um salto na representatividade nos últimos  anos. Até 2018, a presença feminina nos Conselhos era de 6%. O avanço da inclusão e da diversidade registrado pelo Sicredi está conectado ao início do movimento dos Comitês nas Cooperativas, em 2017, e reflete um alinhamento da instituição financeira cooperativa com o Pacto Global da ONU – que propõe que as mulheres ocupem 30% dos cargos de liderança até 2030. A governança nas Cooperativas também tem ficado mais plural com a crescente participação dos jovens que já são mais de 14% entre os Coordenadores de Núcleo das Cooperativas nos três estados.

“Todo esse movimento é como a força de um rio que, após a sua nascente, vai contornando os desafios em seu curso, ganhando maior potência com os afluentes até desaguar no mar em uma foz. É dessa maneira que entendemos o desenvolvimento do nosso movimento de pluralidade e inclusão que nasceu pequeno, mas com um objetivo bem sólido e que foi crescendo e se desenvolvendo com o apoio de cada uma das Cooperativas, chegando a um estágio no qual já temos lideranças consolidadas e outras em processo de fortalecimento num ciclo sempre crescente. Um movimento que tem a força das águas e que não para”, celebra o presidente da Central Sicredi PR/SP/RJ, Manfred Dasenbrock.

Programação conecta liderança com a força da natureza

Com referência à grande foz do rio Iguaçu e à força das águas, o palco principal do Super Summit Sicredi terá, logo na abertura, a presença de lideranças como a chair do WOCCU (Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito), Diana Dykstra, e a CEO da entidade e também da Fundação  WOCCU, Elissa McCarter LaBorde. O presidente da Central Sicredi PR/SP/RJ e conselheiro do Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito, Manfred Dasenbrock, e o presidente da Sicredi Vanguarda PR/SP/RJ, Aldo Dagostim, também participam da solenidade.

Ainda no primeiro dia de evento, a palestra de encerramento no palco principal será com o especialista em inovação Arthur Igreja. No dia 18 de abril, sobe ao mesmo palco o empreendedor social Daniel Paixão, que, pelo projeto Fruto de Favela, representou a juventude brasileira na ONU. Já a empreendedora Sandra Chemin encerra as palestras do palco principal no segundo dia de evento.

Espaços temáticos inspiram lideranças sustentáveis e plurais

Além do ambiente central do evento, o Super Summit convidará os participantes a uma experiência imersiva pelas forças da natureza, inspirando um movimento de liderança baseado na diversidade e na sustentabilidade. Serão quatro áreas temáticas. O Espaço Energia, dedicado ao empreendedorismo jovem e feminino e que terá como convidados profissionais como a co-fundadora e diretora-executiva da Aliança Empreendedora, Lina Useche, e o co-fundador da Escola de Criatividade, Jean Sigel.

O Espaço Vida vai concentrar discussões sobre o cuidado com o meio ambiente e terá a participação da idealizadora da plataforma de educação ambiental Menos 1 Lixo e defensora da ONU Meio Ambiente pela campanha Mares Limpos, Fê Cortez. Já o Espaço Diversidade fará referência à variedade de espécies e à exuberância da Mata Atlântica, e terá como tema a inclusão, diversidade e equidade. E, para fomentar a discussão sobre etarismo e gênero no espaço, os participantes poderão assistir à palestra da comunicadora e escritora, Cris Pàz.

No Espaço Caminhos, o tema principal será a governança simbolizada pela força das águas que cria seu próprio curso. Os momentos de conversas com as lideranças terá a participação da diretora do Programa Global Women’s Leadership Network (GWLN), do Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito, Eleni Giakoumopoulos, e do diretor-executivo da Central Sicredi PR/SP/RJ, Maroan Tohmé. Também somam ao espaço de reflexão e conhecimento o diretor do Programa de jovens (WYCUP) do WOCCU, Thomas Belekevich, a embaixadora do Rede Global de Mulheres Líderes (GWLN) no Brasil, Gisele Gomes, e a secretária executiva da Central Sicredi PR/SP/RJ, Suzane Almeida.

Sobre o Sicredi

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 6,5 milhões de associados, que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 2.400 agências, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando mais de 300 produtos e serviços financeiros.

Site do Sicredi: www.sicredi.com.br

Redes Sociais: Facebook |Instagram | Twitter | LinkedIn | YouTube

Legenda: O Summit Mulher, desenvolvido pelo Sicredi ao longo dos anos, tem reforçado a promoção de lideranças femininas
Créditos: Guilherme Pupo

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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