Integrante da Rede Deville, Marriott São Paulo Airport Hotel inaugura novo Centro de Convenções

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Novo espaço oferece inovação e modernidade para atender eventos de todos os portes

O Marriott São Paulo Airport Hotel, que faz parte da Rede de Hotéis Deville, inaugurou na última sexta-feira, primeiro de abril, seu novo Centro de Convenções. Com investimento de R$ 2 milhões, a reformulação do espaço, realizado em apenas dois meses, foi idealizada pela arquiteta Catherine Moro, que integrou tecnologia, conforto e inovação.
Todas as 16 salas do hotel foram reestruturadas e equipadas com sistema de automação, janelas antirruídos, pisos especiais, acabamentos diferenciados, mobiliário Italiano, equipamentos de audiovisual de última geração, sem fio, fornecidos pela R1 Soluções Audiovisuais – empresa parceira do Hotel -, além da inclusão de um pergolado com vista para a piscina e jardins.
“Estamos muito orgulhosos e satisfeitos com o resultado. Foi um trabalho meticuloso, com extremo cuidado aos detalhes e funcionalidades. Temos certeza que os clientes aprovarão as mudanças e que o Centro de Convenções será referência para eventos na Grande São Paulo”, afirma o gerente geral, João Paulo Berger.
“Todo evento tem um propósito e um dos requisitos essenciais para alcançá-lo é contar com o espaço adequado, a melhor equipe e o melhor serviço. Com esse objetivo, seguimos também com conceito ‘Meetings Imagined’, uma plataforma virtual de fácil acesso, que fornece uma biblioteca de inspirações para realizar reuniões e eventos criativos, inovadores e bem sucedidos”, complementa a gerente comercial do empreendimento, Aline Rubbo.
Segundo estudos de mercado e testes realizados pela Marriott International, toda reunião pode cumprir um dos sete propósitos: celebrar, decidir, educar, inventar, relacionar-se, elaborar ou promover.  A plataforma “Meetings Imagined” dá suporte aos organizadores de qualquer reunião ou evento para que possam desenhar sua conferência com um propósito claro e mensurável, com opções de elementos, como reserva, configuração de espaço, alimentos, bebidas, tecnologia e experiências – pensando em todos os detalhes para que o objetivo do evento seja atingido.
 
Sobre o Marriott São Paulo Airport
O Marriott São Paulo Airport foi o primeiro hotel cinco estrelas a se instalar nas proximidades do aeroporto internacional de Guarulhos e o primeiro franqueado da Marriott International na América Latina. Em 2013, o hotel pertencente à Rede de Hotéis Deville completou 20 anos de existência. Com 316 apartamentos, incluindo 10 suítes, o hotel é especializado no atendimento a hóspedes executivos e possui o Executive Floor, espaço criado para atender com exclusividade os hóspedes mais exigentes em um andar com 29 luxuosos apartamentos, uma suíte presidencial e uma suíte executiva. A propriedade se destaca por possuir 16 salas de convenções, que acomodam todo tipo de evento – social ou empresarial –, desde pequenas reuniões, congressos, convenções, seminários e banquetes até casamentos e bodas. Para mais informações e reservas, acesse www.marriott.com.br/saoap.
 
SOBRE O GRUPO
A Rede Deville começou suas atividades com o Hotel Deville Colonial, no centro de Curitiba, na década de 70. Desde então, vem crescendo e se consolidando como um dos principais grupos hoteleiros do país. Atualmente, atua como operador e investidor nas regiões Sul, Sudeste, Centro Oeste e Nordeste, com nove hotéis, aproximadamente 1.500 acomodações e mais de 1.100 funcionários. Administra o São Paulo Airport Marriott Hotel (SP), Deville Prime Salvador (BA), Deville Prime Cuiabá (MT), Deville Prime Porto Alegre (RS), Deville Business Curitiba (PR), Deville Business Maringá (PR), Deville Express Cascavel, Deville Express Guaíra (PR) e o novo Deville Prime Campo Grande (MS).

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. 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