Itambaracá ganha nova agência Sicredi

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Instituição financeira que mais cresce no Brasil continua proporcionando comodidade, segurança e facilidades para seus associados e clientes

Presença nacional, atuação regional. Esse lema norteia as ações do Sicredi, que cada vez mais amplia e moderniza sua rede de atendimento em todo o país. Na segunda-feira, 4 de abril, a cidade de Itambaracá ganhou uma nova agência Sicredi, mais ampla, com instalações modernas e todo o conforto planejado para acolher a comunidade empreendedora do município. A solenidade de inauguração contou com mais de 500 pessoas, dentre elas associados, representantes políticos, empresários, religiosos, colaboradores, dirigentes do Sicredi e a população em geral.
“Com essa nova agência poderemos contribuir ainda mais com o município, agregando renda na comunidade e expandindo o sistema cooperativo, mas, principalmente, fomentar o giro financeiro e o crescimento dos atuais e futuros associados, com uma equipe de colaboradores extremamente comprometida e empenhada em fazer o melhor, sempre”, afirmou Claudinei Angelin, presidente da Sicredi Paranapanema PR/SP.
Volmir Caraciolo, diretor executivo da cooperativa, disse que ações como a realizada em Itambaracá permitem o crescimento contínuo dos serviços do Sicredi. Ele mencionou os 20 mil colaboradores que ajudam nesse crescimento nas mais de 1.400 agências espalhadas pelo país. Caraciolo afirmou também que a inauguração das instalações mais amplas e modernas representa um marco para Itambaracá, pois mostra que a filosofia da instituição é voltada para ajudar no desenvolvimento das comunidades onde atua.
O prefeito Amarildo Tostes ressaltou que a nova agência é um exemplo da parceria duradoura construída com o Sicredi ao longo dos anos. Tostes fez questão de frisar ainda a preocupação em equipar a cidade com uma nova estrutura, dizendo que essa postura demonstra uma clara preocupação da instituição financeira cooperativa em participar da expansão econômica do município.
A gerente da agência, Leonor Aparecida Gomes da Silva, celebrou o momento com orgulho. “Dedico-me a essa empresa há mais de 20 anos, e posso afirmar que este dia é um dos mais importantes de toda essa trajetória. Continuamos com o desafio de conduzir essa agência e levar a instituição como alternativa financeira a todos os moradores de Itambaracá”. Leonor conduziu ainda um momento de homenagem para a coordenadora local do Programa A União Faz a Vida, Andreia Soares Alexandre, que tem sido grande parceira em todo o percurso de trabalho da iniciativa de responsabilidade social do Sicredi.
A União Faz a Vida
Durante a cerimônia de inauguração, todos puderam assistir a uma apresentação especial das crianças que fazem parte do programa “A União Faz a Vida”, principal iniciativa de responsabilidade social do Sicredi. Itambaracá foi o segundo município do Paraná a receber o programa que, no ano que vem, completa 10 anos de atividade na região.
O programa visa difundir a cultura da cooperação e da cidadania entre os estudantes, por meio de projetos educacionais com base na cooperação, no empreendedorismo e na descoberta de novas formas de aprender. Realizado em parceria em inúmeros municípios do Brasil, o Programa já envolveu mais de 190 mil crianças e adolescentes, mais de 15 mil educadores em mais de 1.200 escolas.  Em Itambaracá, em quase 10 anos de trabalho, mais de 700 crianças puderam experimentar esse modelo de aprendizagem, com 80 educadores de 4 escolas.
 
Sobre o Sicredi
O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa com mais de 3.1 milhões de associados e 1.400 pontos de atendimentos, em 11 estados do País*. Organizado em um sistema com padrão operacional único, conta com 95 cooperativas de crédito filiadas, distribuídas em quatro Centrais Regionais, acionistas da Sicredi Participações S.A., uma Confederação, uma Fundação e um Banco Cooperativo que controla uma Corretora de Seguros, uma Administradora de Cartões e uma Administradora de Consórcios.
*Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Tocantins, Pará, Rondônia e Goiás.

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(dessa forma fica mais preciso) Em um cenário de transformações intensas, as skills humanas valem cada vez mais e abre-se uma janela de oportunidade para o desenvolvimento de times. De acordo com o World Economic Forum, 170 milhões de empregos serão criados até 2030, e 39% das habilidades essenciais exigidas mudarão até 2039. Cinco habilidades essenciais Mas quais, de fato, devem ser desenvolvidas? A partir de um grande debate com IAs e ouvindo a realidade de centenas de gestores de RHs, mapeei cinco que considero mais importantes para qualquer função que envolva o uso de inteligência artificial — não apenas para times técnicos: Pensamento crítico e julgamento analítico A IA é forte em análise, mas o julgamento continua sendo humano. Por exemplo, um agente de workforce pode gerar uma lista fria de colaboradores com mais faltas em determinado período. Sem uma camada de julgamento humano, essa lista pode levar a decisões equivocadas — como o desligamento de alguém que, na verdade, enfrenta uma situação pessoal delicada, mas continua entregando resultados. Por isso, a recomendação é que áreas de RH construam camadas de governança e diretrizes para orientar o uso responsável dessas ferramentas. Literacia em IA e Engenharia de Contexto Poucas pessoas hoje sabem responder com precisão o que a IA é capaz — ou não — de fazer, já que as capacidades mudam constantemente. Acompanhar essa evolução é tarefa árdua, porém essencial. Mais do que a engenharia de prompt, é a engenharia de contexto: a habilidade de estruturar informações em camadas, criar arquivos de contexto reutilizáveis e desenvolver "skills" específicas para que os agentes não precisem repetir instruções a cada interação. Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. O Gestor AI First foca na visão sistêmica, o engajamento e desenvolvimento do time. Empatia e inteligência emocional Apesar de não ser um conceito novo, essa competência ganha nova relevância no contexto da IA. Ferramentas podem gerar planos de desenvolvimento individual (PDI) com base em dados históricos, mas cabe à liderança humana avaliar se aquele plano realmente conversa com as expectativas e o momento de vida de cada colaborador. Num mundo cada vez mais inundado de dados e estatísticas, e mais do que isso, super acelerado, é essencial saber ouvir, estar próximo, essas habilidades essencialmente humanas ganham força. Dentro desse cenário, é importante fortalecer os vínculos de mentorias, comitês, guildas e grupos que possam apoiar o RH no trabalho de redesenhar a estrutura organizacional, rever processos, reavaliar políticas e como vamos falar a seguir: construir a governança Governança, ética e responsabilidade A tecnologia tem moral, e cabe ao profissional de RH atuar como o curador ético dos algoritmos, garantindo que decisões automatizadas promovam equidade e não perpetuem vieses históricos. Com isso, a criação de áreas dedicadas a mapear o uso de IA dentro das empresas — quais ferramentas, modelos abertos ou fechados, e para quais finalidades estão sendo usados, torna-se fundamental. Mais do que tratar o tema como risco, é necessário transformá-lo em cultura organizacional, com curadoria de boas práticas, compartilhamento de conhecimento entre áreas e revisão contínua de segurança de dados. Líderes e gestores de RH não serão mais avaliados apenas por resultados entregues, mas também pela sua capacidade de preparar os times para o que vem a seguir. Essa sempre foi uma expectativa da liderança — o que muda agora é que existem métricas e ferramentas concretas para acompanhar esse preparo, e isto precisa entrar definitivamente na rotina de desenvolvimento das equipes. *por Juliana Maria - head de Produtos HCM na Senior Sistemas
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Como exemplo, temos agentes recrutadores que recebem o contexto e o repassam a agentes de ATS, responsáveis por processá-lo e estruturar as competências técnicas e as responsabilidades das vagas com muito mais detalhe. Isso cria uma camada adicional que permite diferenciar candidatos de forma mais precisa. O resultado são descrições de vagas mais ricas, construídas a partir do contexto sobre o ambiente de trabalho e o perfil do time — e não apenas uma lista de requisitos técnicos —, combinando a precisão da IA com o tom de voz da marca empregadora. Adaptabilidade e visão sistêmica Enquanto a gestão tradicional segue listas fragmentadas de tarefas, profissionais com essa competência — independentemente do cargo ou nível hierárquico — questionam se um processo pode ser automatizado ou simplificado, avaliam as interdependências entre áreas e como a automação pode trazer ganhos em produtividade, em vez de simplesmente executá-lo como sempre foi feito. 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